Intervenções
Coletivo sobre manifestações artísticas e sociais
Coletivo sobre manifestações artísticas e sociais
mar 8th
Está rolando na Oca, em São Paulo, a exposição Roberto Carlos – 50 Anos de Música, em comemoração aos 50 anos (claro) de carreira do cantor. São fotos, discos, prêmios, carros e uma infinidade de pertences que ilustram a história musical e pessoal de um dos mais bem-sucedidos artistas da música brasileira e mundial. O curador Marcello Dantas conta que o próprio homenageado escolheu rigorosamente cada peça a ser exposta. Por isso, o Rei garante: “Tudo aqui é o meu retrato”.
Enfim, você não precisa ter as músicas dele no seu iPod (eu tenho no meu mp3 player que comprei no Shopping Coréia) mas não há como negar que, artisticamente, Roberto Carlos atingiu o status de mito. Não à toa ele gravou mais de 50 álbuns, participou de 11 filmes, já recebeu da gravadora CBS o Prêmio Globo de Cristal, oferecido aos artistas que ultrapassam a marca dos cinco milhões de discos vendidos fora do país de origem, já ganhou um Grammy de Melhor Cantor Latino-americano (em 1988, quando a premiação ainda era séria), já atingiu o topo da parada latina da Billboard, entre outras conquistas.
Também já teve suas canções regravadas por diversos artistas consagrados como Cássia Eller, Chico Science & Nação Zumbi, Barão Vermelho, Ira e Skank. Portanto, uma exposição que tem muito a nos acrescentar.
Esta dele eu acho matadora. E notem o naipe do Rei e o primor das cenas de ação do cinema nacional da época.
Oca
Av. Pedro Álvares Cabral, s/ nº – Parque Ibirapuera – Sul. Telefone: 5572-0985.
Ingressos:
R$ 5 (terças e quartas)
R$ 20 (demais dias)
Grátis p/ maiores de 60 anos.
mar 5th

“Graffiti Fine Art VI” mostrará ao públicoos traços dos artistas Bonga, BR, Brown, Izolag, Jerrey, Hyper, Mignore, Pato, Jey e Vitorone. A curadoria é de Binho Ribeiro, um dos principais nomes do graffiti em SP (foto).
Todos os artistas desta exposição estão habituados a pintar e interagir no meio ambiente de grandes cidades brasileiras como São Paulo, Rio e Belo Horizonte, com estilos, técnicas e conceitos muito diferenciados e ousados, buscando sair da parede sejam por efeitos de luz e sombras.
A cultura do graffiti art se manifesta de varias maneiras nesta mostra em especial o graffiti 3-D, realismo, retrato, instalações e esculturas com a cara deste novo momento da arte contemporânea. Portanto, uma mostra para todos os gostos e bolsos também, afinal, será gratuita.
Exposição Graffiti Fine Art – Estilos
De 13 a 28 de março
Local: MuBE (Museu Brasileiro da Escultura) – Rua Alemanha, 221, Jd. Europa
Horário: de terça a domingo, das 10 às 19 horas
Entrada Franca
mar 4th
Você passa tempo suficiente cuidando da sua família, dos seus amigos e da sua cidade? O artista Felipe Frisoni decidiu lembrar a todos nós a importância desses gestos com uma intervenção urbana.
Através de bolsas de sangue falso aplicadas em placas de endereço, hospitais abandonados, monumentos, pontos de ônibus, Frisoni nos chama para “dar o sangue” pela cidade. Veja seu depoimento:
“Através das bolsas de sangue, o cidadão é direcionado à pensamentos relacionados à saúde, sangue-hospital-consciência. A consciência surge toda vez que passamos por situações de reflexão e a saúde é um tema que nos faz atingir este estado de repensar.
São Paulo está caótica, precisando de ajuda e os únicos que podem salvar a cidade são os próprios cidadãos. Em uma época que se fala tanto em responsabilidade social,está na hora da população se conscientizar da força que cada um tem individualmente.
Como cidadão me sinto parte da mudança da cidade. Cada um de nós representamos uma parcela deste mosaico de diversidades chamado São Paulo. Está mais do que claro que aguardar as autoridades não surtirá efeito. Por exemplo, se uma pessoa se assusta com as bolsas e resolve ficar com os filhos, por que acredita que está ausente, meu objetivo já foi alcançado. O começo está nas pequenas coisas.”
Felipe Frisoni, tem 25 anos de idade. É publicitário, redator, roteirista, websurfer, trend hunter e artista plástico. Tem interesse por causas sociais e procura desenvolver suas obras com este tipo de apelo. Tem dois blogs:
www.mtv.com.br/adifusora/blog
www.dichavador.wordpress.com
O trabalho foi fotografado por Felipe Morozini.
fev 23rd
Em uma reflexão artística de fora pra dentro, própria da maioria das intervenções que postamos aqui, o fotógrafo Hélio Romero nos faz observar São Paulo sob um novo ângulo: o das janelas.
Através de um ensaio colorido, verdadeiro e cheio de contrastes, o fotógrafo conta muitas histórias sobre o povo, que nem sempre é paulistano, pobre, rico, cansado, risonho, triste, que mais vê do que é visto. É uma abertura para olharmos para o lado e explorarmos outros elementos da nossa rotina que pouco dividimos foco no dia a dia.
fev 11th
Uma boa intervenção deve ser reflexiva, sendo ela artística ou comercial, deve ser impactante. Se ela for tudo isso e ainda “do bem”, melhor ainda.
A Giovanni+Draftfcb em parceria com a 24X7 Cultural criou para a Fundação Abrinq uma nova forma de arredação de doações: Uma vending machine nas estações de metrô de São Paulo.
“Através desta ação, os usuários de metrô poderão ajudar a Fundação a tirar crianças da rua por intermédio das vending machines de livros, localizadas em cinco estações.”
fev 8th
O Coletivo Intervenções é uma startup que surgiu de uma ideia incubada na IdeiaLab. Em pouco tempo está se tornando um dos principais coletivos sobre arte na internet (BR). Mas nossos planos para 2010 é sair da esfera digital e ir para as ruas. E para se tornar um projeto verdadeiramente coletivo, abrimos um brainstorm na IdeiaLab para formatar nossa primeira ação de intervenção nas ruas de São Paulo de forma colaborativa. Participe deste brainstorm aberto e faça parte da primeira intervenção urbana do nosso Coletivo!
fev 4th

O Itaú Cultural apresenta o universo de Francisco de Assis França, o saudoso Chico Science, líder do Nação Zumbi. Os destaques da exposição vão do maracatu ao manguebeat, além de apresentar muitos objetos pessoais do artista. Vale muito a pena conferir.
Itaú Cultural
Av. Paulista, 149, Bela Vista – São Paulo
Tel: 11 2168-1776
Até 4 de abril, das 9h às 20h
Grátis
fev 1st
A mostra “Rhino Ecko Toy Art” está em cartaz no MuBE (Museu Brasileiro da Escultura) e reúne cerca de 20 curiosas peças de toy art em forma de rinoceronte. A entrada é gratuita.
Criados por artistas plásticos convidados – entre eles Artur Kjá, Luciano Cian e Max Porto, e os grupos Zupi, Colletivo, Animatório, Fuso Coletivo e Base-V -, os “rhinos” são todos feitos de vinil colorido em formatos mirabolantes acompanhados de histórias.
Nelson Sadek, Zero, Ronah, Gordo, Ton Lo Bianco, Marcelo Calazans, Binho, Dea Lelis, Arthur D’araujo, Biaia, Dimas Forchetti, Glauco Diógenes, Bruno Fujii, Priscila Gurski e Marcelo Teixeira também expõem seus animais de brinquedo na mostra. Informações via e no site
jan 29th
Bem provável que você conheça o trabalho do fotógrafo novaiorquino Merlin Bronques. O cara talvez tenha a melhor profissão de todas: Viaja pelo mundo, participa de todas as festas mais bacanudas e clica os momentos mais insanos. Pronto, esta é a receita do sucesso do seu site Last Night Party. E Bronques é mais um gringo que pegou gosto pelo Brasil. Além de participar de alguns eventos por aqui e criar uma porção de amigos, hoje as suas fotos feitas em terra tupiniquim já desbancam as famosas de NY na disputada vitrine do site. Veja algumas das fotos brazucas:
Todos os direitos das imagens reservados @2010 lastnigthparty.com
jan 26th

O debate “A Cultura salva São Paulo” que aconteceu no dia 21/01/2010, reuniu nomes importantes como Marcelo Tas, o urbanista Jorge Wilheim, o produtor cultural Alexandre Youssef (Studio SP), Baixo Ribeiro, criador da galeria Choque Cultural, Carlos Augusto Calil, Secretário Municipal de Cultura de São Paulo e o dramaturgo Ivam Cabral e Gilberto Dimenstein.
O evento está relacionado a exposição “De fora para dentro, de dentro para fora”, de curadoria de Baixo Ribeiro. O debate não foi só interessante pelos convidados, mas também pelo aproveitamento dos espaços que o MASP oferece para esse tipo de conversa e que são tão pouco explorados.
No debate tivemos comparações dos movimentos culturais que são feitos aqui em São Paulo com os que são feitos pela Europa, como a Virada Cultural que foi inspirada em um movimento parecido da França. A mesma comparação foi levantada por causa da Arte Urbana, tão valorizada em Londres e tão vandalizada em São Paulo (lembraram no mural da 23 de Maio, de autoria dos Gemeos que foi apagado pela prefeitura de um dia para o outro).
Outro ponto levantado por Ale Youssef e Marcelo Tas foi a transição dos “centros de São Paulo” a favor das grandes industrias imobiliarias: a Paulista virou o centro de São Paulo pelas construções e alta valorização dos imoveis, enquanto nos centros temos áreas esquecidas porque não são interessantes para os empresários. A solução para isso? Incentivar a cultura em pontos da cidade que são esquecidos, fazendo a revitalização vir dos próprios moradores e frequentadores, como aconteceu com a Augusta e hoje acontece com a Praça Roosevelt.
Ao final do debate, Ivam Cabral convidou a todos para um passeio no centro, mesmo a noite, dizendo que o triste assalto seguido de tentativa de morte sofrido por Bortolotto no ínicio de Dezembro de 2009, é um fato que poderia ter acontecido em qualquer lugar de São Paulo e não só na praça Roosevelt.
Não é de hoje que sabemos que a prefeitura precisa criar mais espaços públicos para manifestações artisticas, além de investir em transporte e segurança em áreas que sofreram uma revitalização recentemente e que são bem frequentadas pelos paulistanos, e essa foi a “conclusão” do debate. E ai, o que você acha? A cultura pode salvar São Paulo?




jan 22nd

O Mosteiro de São Bento, que marca presença no centro de cidade de SP desde 1.600 (atual prédio construído em 1910) sempre foi algo misterioso, já que grande parte dele esteve fechado por décadas, mas agora esse mistério será revelado a partir desta segunda-feira, dia 25/01, aniversário de SP.
Áreas restritas do mosteiro serão abertas pela primeira vez para uma exposição de arte contemporânea, com obras de Carlos Eduardo Uchôa, José Spaniol e Marco Giannotti.
É o confronto com a história que os três artistas buscam. “O convento não é o cubo branco das galerias ou dos museus. É um espaço carregado de história, o que cria uma tensão quando se mostra arte contemporânea aqui. A ideia é reconstruir a produção cultural do mosteiro e restabelecer o diálogo com a cidade, a cidadania e a estética.” diz Gianotti.
Todas as informações e localização.
Fonte: Folha de SP
jan 19th
Provavelmente você já as viu por aí, mas talvez não tenha entendido nada. Mas as vacas coloridas espalhadas pela cidade já são consideradas o maior e mais bem sucedido evento de arte pública no mundo.
É a Cow Parade. Esculturas de vacas em fibra de vidro que são decoradas por artistas locais e distribuídas por várias cidades do mundo, em locais públicos como estações de metrô, avenidas e parques. Após a exposição, as vacas são leiloadas e o dinheiro é entregue para instituições beneficentes.
Ao redor do mundo, mais de 5.000 artistas participaram da Cow Parade, estima-se que mais de 150 milhões de pessoas tenham visto uma das vacas famosas e US$ 22 milhões foram levantados para entidades beneficentes através do leilão das vacas.
“Há algo de mágico sobre a vaca. Ela representa coisas diferentes para pessoas diferentes ao redor do mundo: é sagrada, é histórica, mas o sentimento comum é de carinho. Servindo como uma tela de arte, não existe nenhum outro animal ou objeto que fornece a forma, flexibilidade e amplitude de uma vaca, se transformando em outros animais, pessoas ou objetos.” Diz os organizadores.
Assista abaixo alguns dos artistas desta edição:
http://www.vimeo.com/7675353 http://www.vimeo.com/7885804 http://www.vimeo.com/8207857Veja a localização delas no mapa de SP abaixo:
Visualizar Cowparade 2010 em São Paulo em um mapa maior
Informações do site oficial
jan 16th
As pessoas estão tão ansiosas pela estréia, só em 16 de abril, do esperadíssimo Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton, que acabam deixando passar despercebido outro evento igualmente interessante inspirado na mesma obra de Lewis Carroll. Trata-se da exposição “Um Mundo Sem Medidas“, que reúne os trabalhos de onze artistas franceses (Gilbert Garcin, Gabriela Vanga, Simone Decker, entre outros) selecionados pela curadora também francesa, Valérie Marchi. As obras passeiam entre o real e a ficção, explorando perspectivas, proporções e escalas inusitadas, tudo para representar as lembranças, fantasias e temores relacionados ao passado. Vale destacar a série “Chicletismo” de Simone Decker.






Além das fotografias e de um cabide, trazido especialmente de Itu para dar suporte a uma das peças da coleção, há também material audiovisual. Um particularmente é bem esquisito, porém muito bacana, pois mostra um rato no tamanho Michael Jordan em comparação a um ser humano com medidas insuficientes para subir o degrau de uma escada.
A exposição já está rolando há dois meses no Museu de Arte Contemporânea da USP, em São Paulo, mas só temos mais 15 dias para visitar, pois encerra dia 31 de janeiro. É isso aí, a Alice está inspirando muito trabalho interessante que você não pode deixar de ver.
Exposição Um Mundo Sem Medidas
MAC USP
Rua da Reitoria, 109. Cidade Universitária, Butantã. São Paulo – Capital.
Terça a sexta das 10 às 18h. Sábados, domingos e feriados das 10 às 16h. Segundona está fechado.
Tel.: (11) 3091-3039
jan 13th
Esse é o tema do debate que vai ser realizado no dia 21, às 18 horas, no MASP, com um grupo de peso: o comunicador Marcelo Tas, o designer Marcelo Rosenbaum, o urbanista Jorge Wilheim, o produtor cultural Alexandre Youssef, Baixo Ribeiro, criador da galeria Choque Cultural e o dramaturgo Ivam Cabral e intermediação do jornalista Gilberto Dimenstein.
Serão debatidos assuntos como o movimento do grafite, as experiências comunitárias na Vila Madalena, revitalização do Baixo Augusta, a Nova Luz e a praça Roosevelt. Eu acho um tanto quanto IMPERDÍVEL!
A entrada é gratuita e as senhas terão de ser retiradas com uma hora de antecedência.
jan 8th

Foto minha. Explicado?
Ao andarmos pelo Metrô de São Paulo os problemas da saturação do transporte paulistano vão passando por nós como estações. São filas infindáveis, vagões lotados e o exaustivo alerta “atenção, devido a falhas no sistema, os trens estão circulando com velocidade reduzida e maior tempo de parada”. Porém, depois de uma viagem repleta de inconvenientes e muito desconforto, quando o passageiro já não tem mais a menor esperança de ser feliz na vida, eis que surge uma surpresa bem agradável: arte.
Estrategicamente localizada na estação Trianon-MASP, a instalação não se trata “apenas” de uma exposição como ocorre em outros locais do Metrô, a
proposta é convidar os passageiros a visitar o museu que se encontra a poucos metros dali. Ao contrário de outras obras expostas no Metrô, fixas ou temporárias, essa tem caráter institucional, não encerra em si mesma, estende-se para além da estação onde a exposição continua. Trata-se de uma peça publicitária original e de muito bom gosto.
Com certeza, essa é uma intervenção no Metrô de São Paulo que merece ser elogiada, principalmente por seu caráter social, de acessibilidade, pois vale lembrar que às terças a entrada no MASP é gratuita. Quem sabe um dia, o tempo que perdemos por causa das constantes “falhas no sistema”, nós possamos aproveitar nos diversos museus de São Paulo.
dez 14th
“É muito louco pq lá fora já tem um reconhecimento da arte urbana pra dentro de um museu de uma instituicao só que ao mesmo tempo a arte urbana é total discriminada, o único lugar no mundo que vc pinta com uma “certa tranqüilidade” é o Brasil.
Em Paris e em Londres onde eu pintei foi sempre uma coisa muito escondida de madrugada, super vigiado, câmeras em todos os lugares mas é esse espírito mesmo do proibido.
E essa coisa de contaminar a cidade com a arte despertou o interesse pra essa arte mais institucional, do museu, ao ponto de dizer “meu não dá mais pra fugir disso é uma realidade.”
A rua é tudo mas eu sentia uma necessidade de partir pra outro desafio sabe, que é transformar o lugar, viver da própria arte, satisfação maior que essa não tem.” Diz Zezão.
Zezão fala que o Brasil é um país que vai sempre na contramão. A demora de artistas como ele, OSGêmeos” e outros, de estarem só agora em instituições e poderem assim viver da arte é real hoje mas foi lento todo esse processo.
Ao contrário dos artistas estrangeiros que são reconhecidos pela arte em galerias e podem viver disso mas que não podem pintar nas ruas tão “livrementes” como fazem os brasileiros. É um paradigma.
Fora todo o contexto mainstream que a própria arte urbana e contemporânea as vezes se submete também na indútstria de mkt e publicidade.
Eu estou produzindo um documentário com os artistas da Exposição De dentro pra fora / De fora pra dentro – Masp, que vai desvendar tudo isso. Esse é um tira gosto exclusivo para os leitores do Intervenções! Enjoy it!
dez 7th
Hoje, nas ruas ou nos museus, a capital paulistana é referência mundial quando o assunto é arte urbana. O sucesso dessa trajetória ganha agora um novo capítulo com o projeto da 1ª Bienal Internacional de Arte de Rua de São Paulo (BIAR), prevista para acontecer no segundo semestre de 2010.
O evento deve reunir sob um mesmo slogan — o da arte de rua — as várias linguagens estéticas da urbe: o grafite, o “pixo”, os stickers (adesivos) e os lambe-lambes. A ideia é instituir no calendário cultural da cidade uma grande mostra que celebre essa produção contemporânea periodicamente.
“Serão convidados 50 artistas para expor trabalhos no museu e fazer intervenções por São Paulo”, explica Rui Amaral (foto), artista, idealizador e um dos curadores do evento.
“Banksy, o grafiteiro britânico que se consagrou como o artista de rua mais famoso da atualidade, e o italiano Blu são prioridade na lista dos convidados internacionais. “O tamanho da BIAR, no entanto, vai depender do montante de recursos captados”, diz Amaral, ele mesmo um dos pioneiros do grafite nacional, cujo traçado colore de azul, branco e amarelo o “buraco da Paulista” desde os anos 80 até os dias de hoje.
Fazem parte do corpo curatorial da BIAR Amaral, Celso Gitahy e os grafiteiros Binho Ribeiro, Ozi, Samir Muad, Tikka Meszaros e Tinho.
Por Fernanda Mena, direto de Ilustrada / Folha Online
dez 4th
Esta intervenção aconteceu recentemente numa das avenidas mais “intrigantes” de São Paulo, o Minhocão. Um grupo de 21 pessoas criou a ação que durou apenas algumas horas, já que a chuva e o movimento dos carros se reponsabilizaram em apagar. Mas pelo jeito, esta era a ideia mesmo. Fonte do vídeo aqui, por @lorenzo
nov 25th
Esta semana, na categoria “Nomes da Arte”, o Intervenções indica uma moça nua que tem intrigado os motoristas de São Paulo. Fotografias dela em tamanho natural, algumas de costas, outras de perfil, estão espalhadas por grandes avenidas e complexos viários. A pelada da vez não está na capa de nenhuma revista masculina e tampouco faz parte de alguma misteriosa estratégia de marketing. É uma intervenção urbana realizada pela artista paulistana Alessandra Cestac. Por ela mesma.
Indicação de @celsochad