Intervenções
Coletivo para a Arte, Cultura e Manifestos
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mar 19th

A Pinacoteca do Estado de São Paulo vem se destacando com a organização de exposições com grandes artistas, e este ano não será diferente. Ela receberá obras históricas da pop arte produzidas por Andy Warhol, a partir de amanhã, 20 de março.
Andy Warhol (1928-1987) queria ser um ícone. Excêntrico, exibicionista, gay e sensível aos fenômenos políticos e sociais de sua época, criou seus próprios padrões de arte para materializar e registrar seus pensamentos, desejos, compulsões. Hoje, mais de 20 anos após sua morte, Warhol é o símbolo máximo da arte pop e, sem querer querendo, crítico da política norte-americana do pós-guerra.
E é essa faceta política do artista explorada pela exposição “Andy Warhol, Mr. America”, que estreia amanhã, na Estação Pinacoteca. “Da mesma forma que o império americano se consolidava por meio da manipulação de própria imagem do país, Warhol construía seu império artístico. Ele é o mister America”, compara Philip Larratt-Smith, curador da mostra, a maior do artista que já passou pela América Latina –são mais de 160 obras e mais de 40 vídeos. De R$ 3 a R$ 6 (sábado, grátis).
Parte do conteúdo por Guia da Folha
jan 13th

A Pinacoteca do Estado de São Paulo vem se destacando com a organização de exposições com grandes artistas, e este ano não será diferente.
Temos informações que a Pinacoteca receberá obras históricas da pop arte produzidas por Andy Warhol, com início previsto para o mês de março. Serão 26 pinturas, 57 serigrafias, 39 fotografias, 2 instalações, 44 filmes.
Fique atento para novas notícias aqui no Intervenções!
dez 9th

Se há instituições que atingiram a perfeição na capacidade de tirar vantagem dos louros e mazelas do capitalismo, essas instituições são as financeiras. Quando o país está em crise, elas lucram emprestando dinheiro ao governo. Por sua vez, quando a economia está em alta, arrecadam horrores concedendo crédito ao povo ávido pelo consumismo desenfreado. Então, com tanto dinheiro enchendo bolsos e cofres, nada mais justo que uma parcela infinitesimal de tudo isso seja repassada ao país e à população de alguma forma produtiva.
Pois bem, quem está realizando algo nesse sentido, em São Paulo, é um grande banco espanhol. O projeto se chama Museu Para Todos, é uma intervenção realizada pelo Núcleo de Ação Educativa da Pinacoteca do Estado de São Paulo, tem o patrocínio exclusivo do banco e promove a inserção social e cultural irrestrita.
O Museu Para Todos se divide em três programas educacionais: o Programa Educativo para Públicos Especiais, dirigido a pessoas com algum tipo de deficiência. Cegos, por exemplo, podem percorrer a Galeria Tátil de esculturas brasileiras, usufruindo a arte como qualquer outro visitante do museu; o Programa de Inclusão Sociocultural que reúne cursos e trabalhos educativos para adultos em situação de “vulnerabilidade social” (ótimo esse eufemismo de “miserável”); e, por fim, o Diálogos em Educação Escola Museu voltado à orientação de professores, com disponibilidade de material de apoio, implementação e manutenção de espaço virtual pedagógico.
Quem estiver interessado em conhecer melhor o projeto, visite o site ou compareça à própria Pinacoteca do Estado até o final de dezembro.
out 8th

É um orgulho iniciar o blog Intervenções com um post divulgando um dos maiores artístas contemporâneos com exposição por aqui. Nosso blog vem com a missão de democratizar todas as manifestações artísticas. Seja bem-vindo!
Pela primeira vez no Brasil, e na América Latina, exposição individual do francês Henri Matisse (1869-1954) estará na Pinacoteca do Estado de São Paulo a partir de 5 de setembro, com 80 obras, além de trabalhos de pintores contemporâneos franceses que utilizam suas técnicas. São pinturas, esculturas, desenhos, gravuras dos artistas Cécile Bart, Christophe Cuzin, Frédérique Lucien, Pierre Mabille e Phillipe Richard.
Tido como principal rival de Pablo Picasso, o artista defendia o decorativo como item fundamental para a obra de arte. Mesmo passando por 2 guerras mundiais, jamais deixou que elas influenciassem sua expressão. Revelando principalmente seu modo de produção, explorando a cor, a linha, o arabesco e o espaço, a exposição mostra sua relação afetiva com os objetos. Segundo a curadora Émilie Ovaere, Matisse gostava de estar rodeado de flores e mulheres. Sua obsessão pelo corpo feminino envolto de tecidos e adereços é uma marca de sua obra, justificada pela infância em uma pequena cidade têxtil. A mostra esta organizada de forma cronológica e é possível acompanhar toda a evolução do artista. Um presente para São Paulo.
Mais info no site da Pinacoteca