Intervenções
Coletivo para a Arte, Cultura e Manifestos
Coletivo para a Arte, Cultura e Manifestos
mai 20th

Os cinco quadros roubados durante a madrugada desta quinta-feira (20) do Museu de Arte Moderna de Paris têm um valor total de 100 milhões de euros (cerca de US$ 123,6 milhões), informou a Prefeitura de Paris.
As obras levadas do local são “Le pigeon aux petits pois” (em tradução livre, “O pombo e as ervilhas”), de Picasso; “La pastorale” (“A pastoral”), de Matisse; “L’olivier près de l’estaque” (“A oliveira próxima ao estaque”), de Braque; “La femme à l’éventail” (“A mulher com leque”) de Modigliani; e “Nature morte aux chandeliers” (“Natureza morta com candelabros”), de Léger.

De acordo com especialistas no mercado de arte, dificilmente as obras poderiam ser vendidas, já que são muito conhecidas. Com isso, o crime pode ter ligação com encomenda feita por algum colecionador.
O roubo de quadros de artistas consagrados é um crime que proporciona alta lucratividade, segundo a Interpol. Dentre os pintores mais visados, Pablo Picasso ocupa lugar especial: no conjunto de obras desaparecidas no mundo, aproximadamente mil são do espanhol, outras 300 são de Marc Chagall e 220 do mestre holandês Rembrandt.
Direto do G1
out 8th

É um orgulho iniciar o blog Intervenções com um post divulgando um dos maiores artístas contemporâneos com exposição por aqui. Nosso blog vem com a missão de democratizar todas as manifestações artísticas. Seja bem-vindo!
Pela primeira vez no Brasil, e na América Latina, exposição individual do francês Henri Matisse (1869-1954) estará na Pinacoteca do Estado de São Paulo a partir de 5 de setembro, com 80 obras, além de trabalhos de pintores contemporâneos franceses que utilizam suas técnicas. São pinturas, esculturas, desenhos, gravuras dos artistas Cécile Bart, Christophe Cuzin, Frédérique Lucien, Pierre Mabille e Phillipe Richard.
Tido como principal rival de Pablo Picasso, o artista defendia o decorativo como item fundamental para a obra de arte. Mesmo passando por 2 guerras mundiais, jamais deixou que elas influenciassem sua expressão. Revelando principalmente seu modo de produção, explorando a cor, a linha, o arabesco e o espaço, a exposição mostra sua relação afetiva com os objetos. Segundo a curadora Émilie Ovaere, Matisse gostava de estar rodeado de flores e mulheres. Sua obsessão pelo corpo feminino envolto de tecidos e adereços é uma marca de sua obra, justificada pela infância em uma pequena cidade têxtil. A mostra esta organizada de forma cronológica e é possível acompanhar toda a evolução do artista. Um presente para São Paulo.
Mais info no site da Pinacoteca