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	<title>Intervençõeslondres | Intervenções</title>
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	<description>Coletivo para a Cultura Urbana</description>
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		<title>Arte em chiclete</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jul 2011 22:15:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flatau</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Wilson]]></category>
		<category><![CDATA[chiclete]]></category>
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		<description><![CDATA[Ben Wilson é um artista de rua que passa o seu tempo decorando chicletes que as pessoas jogam pelas ruas de Londres. Seu método é bem requintado, ele usa maçarico para aquecer os chicletes e pequenos pincéis para pintar motivos em miniatura. O inglês vem espalhando sua arte pelas ruas há 6 anos. O resultado é incrível, uma verdadeira galeria no pavimento. Clique e veja o artista Ben em ação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<blockquote><p>Ben Wilson é um artista de rua que passa o seu tempo decorando chicletes que as pessoas jogam pelas ruas de Londres. Seu método é bem requintado, ele usa maçarico para aquecer os chicletes e pequenos pincéis para pintar motivos em miniatura. O inglês vem espalhando sua arte pelas ruas há 6 anos. O resultado é incrível, uma verdadeira galeria no pavimento.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://intervencoes.com.br/wp-content/uploads/2011/07/000001_Ben_Wilson1.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-4979" src="http://intervencoes.com.br/wp-content/uploads/2011/07/000001_Ben_Wilson1-457x1024.jpg" alt="" width="457" height="1024" /></a><a href="http://youtu.be/iAtE5mhliDA"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://youtu.be/iAtE5mhliDA">Clique e veja o artista Ben em ação. </a></p>
</blockquote>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><script type="text/javascript" src="http://button.topsy.com/widget/retweet-small?url=http://intervencoes.com.br/galeria/arte-em-chiclete/&amp;shorturl=http://bit.ly/otuMSV&amp;title=Arte+em+chiclete&amp;theme=blue&amp;nick=intervencoes&amp;order=count,retweet,badge&amp;txt_tweet=tweet&amp;txt_retweet=retweet"></script></div>
<div class="wp_plus_one_button" style="margin: 8px 8px 0 0; float:left; "><g:plusone size="medium" href="http://intervencoes.com.br/galeria/arte-em-chiclete/"></g:plusone></div><div align="right" style="float:right;padding:5px 0xp 0px 5px;"><a name="fb_share" type="button_count" share_url="http://intervencoes.com.br/galeria/arte-em-chiclete/"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Wheatpastes de JR</title>
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		<comments>http://intervencoes.com.br/artes-2/wheatpastes-de-jr/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 23:28:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Ogalha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Cena]]></category>
		<category><![CDATA[buenos aires]]></category>
		<category><![CDATA[Grafite]]></category>
		<category><![CDATA[intervenção]]></category>
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		<category><![CDATA[London]]></category>
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		<category><![CDATA[Wheatpastes]]></category>

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		<description><![CDATA[JR é bastante conhecido pelos gigantes cartazes com imagens de cunho &#8220;social&#8221; colados estrategicamente em algumas cidades ao redor do mundo. A foto acima é de sua última ação, pela passagem em Buenos Aires. Abaixo, num dos morros do Rio de Janeiro, pelo projeto Mulheres e Heróis: Aqui, intervenção em pleno Rio Sena, em Paris: Um dos momentos de grande destaque em sua carreira foi o convite para expor na primeira exposição de street art promovida pela conceituado museu londrino Tate Modern, em 2008, juntamente com outros artistas, incluindo os brasileiros Osgemeos. Nós estavamos por lá na época e registramos todo o projeto. Assista:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://intervencoes.com.br/wp-content/uploads/2011/06/JR.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4904" title="JR" src="http://intervencoes.com.br/wp-content/uploads/2011/06/JR.jpg" alt="" width="773" height="480" /></a></p>
<p><a href="http://jr-art.net/" target="_blank">JR</a> é bastante conhecido pelos gigantes cartazes com imagens de cunho &#8220;social&#8221; colados estrategicamente em algumas cidades ao redor do mundo. A foto acima é de sua última ação, pela passagem em Buenos Aires.</p>
<p>Abaixo, num dos morros do Rio de Janeiro, pelo projeto Mulheres e Heróis:</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://graffitimundo.com/wp-content/uploads/2011/06/JR-rio-favela1.jpg" alt="" width="773" height="479" /></p>
<p>Aqui, intervenção em pleno Rio Sena, em Paris:</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://graffitimundo.com/wp-content/uploads/2011/06/JR-paris1.jpg" alt="" width="773" height="515" /></p>
<p>Um dos momentos de grande destaque em sua carreira foi o convite para expor na primeira exposição de street art promovida pela conceituado museu londrino<a href="http://www.tate.org.uk/modern/exhibitions/streetart/" target="_blank"> Tate Modern</a>, em 2008, juntamente com outros artistas, incluindo os brasileiros Osgemeos. Nós estavamos por lá na época e registramos todo o projeto. Assista:</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://intervencoes.com.br/artes-2/wheatpastes-de-jr/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><script type="text/javascript" src="http://button.topsy.com/widget/retweet-small?url=http://intervencoes.com.br/artes-2/wheatpastes-de-jr/&amp;shorturl=http://bit.ly/iMiJaO&amp;title=Wheatpastes+de+JR+&amp;theme=blue&amp;nick=intervencoes&amp;order=count,retweet,badge&amp;txt_tweet=tweet&amp;txt_retweet=retweet"></script></div>
<div class="wp_plus_one_button" style="margin: 8px 8px 0 0; float:left; "><g:plusone size="medium" href="http://intervencoes.com.br/artes-2/wheatpastes-de-jr/"></g:plusone></div><div align="right" style="float:right;padding:5px 0xp 0px 5px;"><a name="fb_share" type="button_count" share_url="http://intervencoes.com.br/artes-2/wheatpastes-de-jr/"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Beatrice Boyle expõe em Londres</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 18:17:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Macedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Beatrice Boyle]]></category>
		<category><![CDATA[Central Saint Martins]]></category>
		<category><![CDATA[gallery 3939]]></category>
		<category><![CDATA[London]]></category>
		<category><![CDATA[London College of fashion]]></category>
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		<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[modelos]]></category>
		<category><![CDATA[pintura]]></category>

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		<description><![CDATA[Beatrice Boyle é uma artista que faz moda e arte, formada na London College of fashion e também em artes na Central Saint Martins. Na época da universidade ela era forçada a sempre fazer alguma coisa diferente. Ela é obssecada por revistas de todos os tipos. Como trabalhou também em revistas como Ellen e Dazed and Confused ela conseguiu fundir tais artes. Ela fotografou os modelos depois pintou as fotos subvertendo em imagens desfiguradas. A idéia central de Beatrice foi de transformar esses modelos que são mercadoria em sua visão e experiência em arte. O seu atual trabalho está exposto em Londres na galeria 3939 e vai ficar por lá até março.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img class="aligncenter" src="http://cdn.shopify.com/s/files/1/0052/4862/files/Beatrice.Boyle.TRIPTYCH-III_grande.jpg?1295151329" alt="" width="600" height="600" /></p>
<p><a href="www.beatriceboyle.com" target="_blank">Beatrice Boyle</a> é uma artista  que faz moda e arte, formada na London College of fashion e também em artes na Central Saint Martins.</p>
<p>Na época da universidade ela era forçada a sempre fazer alguma coisa diferente. Ela é obssecada por revistas de todos os tipos. Como trabalhou também em revistas como Ellen e Dazed and Confused ela conseguiu fundir tais artes.</p>
<p>Ela fotografou os modelos depois pintou as fotos subvertendo em imagens desfiguradas. A idéia central de Beatrice foi de transformar esses modelos que são mercadoria em sua visão e experiência em arte.</p>
<p>O seu atual trabalho está exposto em Londres na <a href="www.39-39shop.com" target="_blank">galeria 3939</a> e vai ficar por lá até março.</p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><script type="text/javascript" src="http://button.topsy.com/widget/retweet-small?url=http://intervencoes.com.br/artes-2/beatrice-boyle-expoe-em-londres/&amp;shorturl=http://bit.ly/gUehOG&amp;title=Beatrice+Boyle+exp%C3%B5e+em+Londres&amp;theme=blue&amp;nick=intervencoes&amp;order=count,retweet,badge&amp;txt_tweet=tweet&amp;txt_retweet=retweet"></script></div>
<div class="wp_plus_one_button" style="margin: 8px 8px 0 0; float:left; "><g:plusone size="medium" href="http://intervencoes.com.br/artes-2/beatrice-boyle-expoe-em-londres/"></g:plusone></div><div align="right" style="float:right;padding:5px 0xp 0px 5px;"><a name="fb_share" type="button_count" share_url="http://intervencoes.com.br/artes-2/beatrice-boyle-expoe-em-londres/"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Carro destruído por atentado vira peça de exposição</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 14:56:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Ogalha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[atentado]]></category>
		<category><![CDATA[bagda]]></category>
		<category><![CDATA[bomba]]></category>
		<category><![CDATA[Imperial War Museum]]></category>
		<category><![CDATA[iraque]]></category>
		<category><![CDATA[Jeremy Deller]]></category>
		<category><![CDATA[londres]]></category>

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		<description><![CDATA[O artista plástico Jeremy Deller expõe  o que sobrou de carro atingido em atentado em  Bagdá no ano de 2007.  Segundo Deller,  o objetivo é apresentar o impacto das modernas técnicas de guerra sobre os civis. Conheça mais da expo no site do Imperial War Museum, de Londres. Via]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Foto: Reuters" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2010/09/09/carro_.jpg" alt="Foto: Reuters" width="620" height="360" /></p>
<p>O artista plástico Jeremy Deller expõe  o que sobrou de carro atingido em atentado em  Bagdá no ano de 2007.  Segundo Deller,  o objetivo é apresentar o impacto das modernas técnicas de guerra sobre os civis. Conheça mais da expo no site do <a href="http://www.iwm.org.uk/">Imperial War Museum</a>, de Londres. <a href="http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/09/museu-britanico-expoe-carro-destruido-por-atentado-no-iraque.html" target="_blank">Via</a></p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><script type="text/javascript" src="http://button.topsy.com/widget/retweet-small?url=http://intervencoes.com.br/artes-2/carro-destruido-por-atentado-vira-peca-de-exposicao/&amp;title=Carro+destru%C3%ADdo+por+atentado+vira+pe%C3%A7a+de+exposi%C3%A7%C3%A3o&amp;theme=blue&amp;nick=intervencoes&amp;order=count,retweet,badge&amp;txt_tweet=tweet&amp;txt_retweet=retweet"></script></div>
<div class="wp_plus_one_button" style="margin: 8px 8px 0 0; float:left; "><g:plusone size="medium" href="http://intervencoes.com.br/artes-2/carro-destruido-por-atentado-vira-peca-de-exposicao/"></g:plusone></div><div align="right" style="float:right;padding:5px 0xp 0px 5px;"><a name="fb_share" type="button_count" share_url="http://intervencoes.com.br/artes-2/carro-destruido-por-atentado-vira-peca-de-exposicao/"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A fonte de Eine</title>
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		<comments>http://intervencoes.com.br/artes-2/a-fonte-de-eine/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 16:07:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Ogalha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[eine]]></category>
		<category><![CDATA[London]]></category>
		<category><![CDATA[londres]]></category>
		<category><![CDATA[street art]]></category>

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		<description><![CDATA[Em Londres, a cena do street art é intensa, mas os artistas têm muita dificuldade de encontrar espaços públicos para produzir, já que a prática é proibida. Surgem então novas formas e bases para a aplicação da arte nas ruas, como a encontrada pelo artista Eine, que consegue a cessão das portas e fachadas dos comerciantes e aplica o alfabeto com sua própria fonte.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://c0573862.cdn.cloudfiles.rackspacecloud.com/1/0/633/477818/eine_jun10_a.jpg" alt="" width="450" height="300" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://c0573862.cdn.cloudfiles.rackspacecloud.com/1/0/633/477818/eine_jun10_b.jpg" alt="" width="450" height="300" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://farm2.static.flickr.com/1384/4727375050_6a1e03204e.jpg" alt="" width="450" height="300" /></p>
<p>Em Londres, a cena do street art é intensa, mas os artistas têm muita dificuldade de encontrar espaços públicos para produzir, já que a prática é proibida. Surgem então novas formas e bases para a aplicação da arte nas ruas, como a encontrada pelo artista Eine, que consegue a cessão das portas e fachadas dos comerciantes e aplica o alfabeto com sua própria fonte.</p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><script type="text/javascript" src="http://button.topsy.com/widget/retweet-small?url=http://intervencoes.com.br/artes-2/a-fonte-de-eine/&amp;title=A+fonte+de+Eine&amp;theme=blue&amp;nick=intervencoes&amp;order=count,retweet,badge&amp;txt_tweet=tweet&amp;txt_retweet=retweet"></script></div>
<div class="wp_plus_one_button" style="margin: 8px 8px 0 0; float:left; "><g:plusone size="medium" href="http://intervencoes.com.br/artes-2/a-fonte-de-eine/"></g:plusone></div><div align="right" style="float:right;padding:5px 0xp 0px 5px;"><a name="fb_share" type="button_count" share_url="http://intervencoes.com.br/artes-2/a-fonte-de-eine/"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Flutebox – Beatbox com flauta</title>
		<link>http://intervencoes.com.br/som-2/flutebox-beatbox-com-flauta/</link>
		<comments>http://intervencoes.com.br/som-2/flutebox-beatbox-com-flauta/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 20:04:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rony Saqqara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Som]]></category>
		<category><![CDATA[artistas]]></category>
		<category><![CDATA[londres]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[O nome das feras que dão este show de habilidade é Nathan &#8220;Flutebox&#8221; Lee e Beardyman, dois britânicos que hoje são os maiores representantes dessa arte na Inglaterra. Nathan inovou o beatbox com a introdução de um instrumento clássico nas suas apresentações. Já Beardyman arrebenta com uma técnica impressionante jamais vista. Até agora. Dica by @Banjomino]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>O nome das feras que dão este show de habilidade é Nathan &#8220;Flutebox&#8221; Lee e Beardyman, dois britânicos que hoje são os maiores representantes dessa arte na Inglaterra. Nathan inovou o beatbox com a introdução de um instrumento clássico nas suas apresentações. Já Beardyman arrebenta com uma técnica impressionante jamais vista. Até agora.</p>
<p><a href="http://intervencoes.com.br/som-2/flutebox-beatbox-com-flauta/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Dica by @Banjomino</p>
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<div class="wp_plus_one_button" style="margin: 8px 8px 0 0; float:left; "><g:plusone size="medium" href="http://intervencoes.com.br/som-2/flutebox-beatbox-com-flauta/"></g:plusone></div><div align="right" style="float:right;padding:5px 0xp 0px 5px;"><a name="fb_share" type="button_count" share_url="http://intervencoes.com.br/som-2/flutebox-beatbox-com-flauta/"></a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Coletânea com os mais bem sucedidos flash mobs</title>
		<link>http://intervencoes.com.br/cena/coletanea-com-os-mais-bem-sucedidos-flash-mobs-3/</link>
		<comments>http://intervencoes.com.br/cena/coletanea-com-os-mais-bem-sucedidos-flash-mobs-3/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 04:19:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rony Saqqara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cena]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[arte urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[idéia]]></category>
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		<category><![CDATA[urbano]]></category>
		<category><![CDATA[viral]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2009, a empresa de telefonia móvel T-Mobile reuniu dezenas de pessoas dançando na estação Liverpool Street, em Londres. A banda Black Eyed Peas fez um show na Avenida Michigan, Chicago, em comemoração à 24ª temporada do programa da Oprah Winfrey, e organizou um flash mod com mais de 20 mil pessoas. Na rua Bergen, Brooklyn, New York, funcionava a fábrica que inventou o brinquedo Cachorro Invisível, na década de 70. Em 2009, mais de 2 mil pessoas passaram por lá com seus brinquedos. Em 2010, mais de três mil nova-iorquinos participaram da nona edição do “No Pants! Subway Ride”. No total foram 44 cidades espalhadas pelo mundo que reuniram mais de cinco mil pessoas que baixaram suas calças para entrar no metrô. O primeiro Zombie Walk, em Toronto, no ano de 2003, contou com apenas seis participantes. Neste vídeo já são mais de 400. A companhia sueca de dança Bounce reuniu mais de 300 dançarinos em uma praça para homenagear o cantor Michael Jackson. Em 2006, mais de 200 agentes do grupo Improv Everywhere congelaram-se em seus lugares ao mesmo tempo, durante 5 minutos na estação Grand Central, New York. No The Mp3 Experiment Tour, mais de 2 mil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Em 2009, a empresa de telefonia móvel T-Mobile reuniu dezenas de pessoas dançando na estação Liverpool Street, em Londres.</p>
<p><a href="http://intervencoes.com.br/cena/coletanea-com-os-mais-bem-sucedidos-flash-mobs-3/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>A banda Black Eyed Peas fez um show na Avenida Michigan, Chicago, em comemoração à 24ª temporada do programa da Oprah Winfrey, e organizou um flash mod com mais de 20 mil pessoas.</p>
<p><a href="http://intervencoes.com.br/cena/coletanea-com-os-mais-bem-sucedidos-flash-mobs-3/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Na rua Bergen, Brooklyn, New York, funcionava a fábrica que inventou o brinquedo <a href="http://intervencoes.com.br/flash-mob/improv-everywhere-invisible-dogs/" target="_blank">Cachorro Invisível</a>, na década de 70. Em 2009, mais de 2 mil pessoas passaram por lá com seus brinquedos.</p>
<p><a href="http://intervencoes.com.br/cena/coletanea-com-os-mais-bem-sucedidos-flash-mobs-3/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Em 2010, mais de três mil nova-iorquinos participaram da nona edição do “No Pants! Subway Ride”. No total foram 44 cidades espalhadas pelo mundo que reuniram mais de cinco mil pessoas que baixaram suas calças para entrar no metrô.</p>
<p><a href="http://intervencoes.com.br/cena/coletanea-com-os-mais-bem-sucedidos-flash-mobs-3/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>O primeiro <a href="http://intervencoes.com.br/flash-mob/fieis-e-mortos-vivos/" target="_blank">Zombie Walk</a>, em Toronto, no ano de 2003, contou com apenas seis participantes. Neste vídeo já são mais de 400.</p>
<p><a href="http://intervencoes.com.br/cena/coletanea-com-os-mais-bem-sucedidos-flash-mobs-3/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>A companhia sueca de dança Bounce reuniu mais de 300 dançarinos em uma praça para homenagear o cantor Michael Jackson.</p>
<p><a href="http://intervencoes.com.br/cena/coletanea-com-os-mais-bem-sucedidos-flash-mobs-3/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Em 2006, mais de 200 agentes do grupo Improv Everywhere congelaram-se em seus lugares ao mesmo tempo, durante 5 minutos na estação Grand Central, New York.</p>
<p><a href="http://intervencoes.com.br/cena/coletanea-com-os-mais-bem-sucedidos-flash-mobs-3/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>No The Mp3 Experiment Tour, mais de 2 mil pessoas acionam ao mesmo tempo o play de seus respectivos aparelhos de Mp3 e iniciam uma guerra de balões.</p>
<p><a href="http://intervencoes.com.br/cena/coletanea-com-os-mais-bem-sucedidos-flash-mobs-3/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Em 2007, na Union Square, New York, centenas de pessoas realizaram uma guerra de travesseiros. O evento acontece em diversas cidades do mundo durante um determinado dia. Em 2010 será em 3 de abril, mais informações com <a href="http://twitter.com/FlashMobSP" target="_blank">@FlashMobSP</a></p>
<p><a href="http://intervencoes.com.br/cena/coletanea-com-os-mais-bem-sucedidos-flash-mobs-3/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>by @veja</p>
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		<title>Histórias: O vizinho do taco</title>
		<link>http://intervencoes.com.br/autoral/o-vizinho-do-taco/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 22:02:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Ogalha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Autoral]]></category>
		<category><![CDATA[bermondsey]]></category>
		<category><![CDATA[estudante]]></category>
		<category><![CDATA[experiencia]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[hooligan]]></category>
		<category><![CDATA[intercambio]]></category>
		<category><![CDATA[londres]]></category>
		<category><![CDATA[taco]]></category>
		<category><![CDATA[trip]]></category>
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		<description><![CDATA[Em 2008, decidi mudar tudo e fui morar fora do Brasil.  Londres foi meu primeiro destino. Chegando lá, morei num conjunto de prédios populares que a Rainha construiu para os menos favorecidos (algo próximo ao Cingapura que o Maluf fez em SP, mas bem mais seguro e organizado). Estava sentindo o aperto de 8 brasileiros num apto minúsculo, mas vivendo a alegria e a realização de quem havia cruzado a imigração inglesa e começava a realizar um sonho. Mas tudo isso junto é igual a muito barulho, e num lugar como aquele condomínio no bairro de Bermondsey, poderia significar encrenca, e no nosso caso, das pesadas. Bem abaixo do nosso apartamento morava um inglês hooligan, daqueles com cicatrizes na cara e tatoo de cadeia pelo corpo. É, com ele não havia &#8220;política da boa vizinhança&#8221;. Era taco de baseball na mão e uma fúria avassaladora contra os brasileiros &#8211; com razão até, porque nosso apartamento era da agência de viagem, ou seja, havia anos que chegavam todas as semanas uma trupe de estudantes bagunceiros. Por sorte e muita dedicação daqueles que arranhavam o idioma local, conseguimos todas as dezenas de vezes convencê-lo de que a bagunça não voltaria a se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3196/2781071783_91c415639b.jpg" alt="" width="450" height="390" /></p>
<blockquote><p>Em 2008, decidi mudar tudo e fui morar fora do Brasil.  Londres foi meu primeiro destino. Chegando lá, morei num conjunto de prédios populares que a Rainha construiu para os menos favorecidos (algo próximo ao Cingapura que o Maluf fez em SP, mas bem mais seguro e organizado).</p>
<p>Estava sentindo o aperto de <a title="Veja as fotos" href="http://www.flickr.com/photos/trendmap/2781089887/" target="_blank">8 brasileiros</a> num apto minúsculo, mas vivendo a alegria e a realização de quem havia cruzado a imigração inglesa e começava a realizar um sonho. Mas tudo isso junto é igual a muito barulho, e num lugar como aquele condomínio no bairro de Bermondsey, poderia significar encrenca, e no nosso caso, das pesadas. Bem abaixo do nosso apartamento morava um inglês hooligan, daqueles com cicatrizes na cara e tatoo de cadeia pelo corpo.</p>
<p>É, com ele não havia &#8220;política da boa vizinhança&#8221;. Era taco de baseball na mão e uma fúria avassaladora contra os brasileiros &#8211; com razão até, porque nosso apartamento era da agência de viagem, ou seja, havia anos que chegavam todas as semanas uma trupe de estudantes bagunceiros.</p>
<p>Por sorte e muita dedicação daqueles que arranhavam o idioma local, conseguimos todas as dezenas de vezes convencê-lo de que a bagunça não voltaria a se repetir. Em vão, já que o barulho do taco batendo na porta e a silhueta do <em>hooligan</em> no vidro nos apavorava quase que todas as noites.</p>
<p>Com os dias, conseguimos nos controlar. Mas o problema chegava toda nova segunda-feira. E ele chegava multiplicado por 3 ou 5. Eram nossos novos flatmates. E como conter toda aquela histeria inicial da vida em Londres? Era difícil.</p>
<p>Foi no fim de uma noite regada a <em>pint</em> que eu me encontrei sentado na mesa da cozinha/sala/área de serviço pensando: <em>estou indo embora deste apartamento e nossos novos moradores desavisados vão ter que enfrentar nosso gentil vizinho. Como evitar isso?</em></p>
<p><em> </em> Então olhei para a mesa e encontrei muitos e muitos folhetos, jornais e revistas que pegavamos na rua. Ótimo, já tinha toda a materia-prima suficiente para fazer um aviso. Já o local de fixação ideal estava bem ali na minha frente: o mais frequentado da casa, a geladeira!</p>
<p>Pronto, material e mídia definidos. Bastou criar o anúncio, com a técnica &#8220;recorte e cole&#8221;, que resultou na foto aí de cima.</p>
<p>Alguns amigos dizem que até hoje a &#8220;obra&#8221; está lá na geladeira, dando boas-vindas aos brazucas exaltados que semanalmente chegam naquele apartamento, e que nos minutos seguintes têm o prazer de conhecer o vizinho do taco.</p>
<p>No fim, o que vale é a intenção, da arte!</p></blockquote>
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		<title>Os humanos de Antony Gormley</title>
		<link>http://intervencoes.com.br/artes-2/os-humanos-de-antony-gormley/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 16:20:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Ogalha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Antony Gormley]]></category>
		<category><![CDATA[escultura]]></category>
		<category><![CDATA[figura humana]]></category>
		<category><![CDATA[Fourth Plinth]]></category>
		<category><![CDATA[londres]]></category>
		<category><![CDATA[Trafalgar Square]]></category>

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		<description><![CDATA[Antony Gormley trabalha há mais de 25 anos a figura humana em esculturas baseadas em vetores, através de investigação do corpo e da memória. Usa o seu próprio corpo como material, tema e ferramenta, desenvolvendo uma preocupação recorrente com a condição humana. Londrino de 60 anos, trabalha metal em espiral e cubos a que, muitas vezes, dá a forma de uma homem de pé, com as pernas e braços colados ao corpo. O seu trabalho mais conhecido é, provavelmente, o &#8220;Angel of the North&#8221;(1998), uma escultura que se situa em Gateshead, Inglaterra, e que representa um homem de braços abertos que se assemelham a asas (foto acima). Gormley foi convidado em 2009 a ocupar o Fourth Plinth (O Quarto Pedestal) na Trafalgar Square (Londres). Desocupado desde o século XIX por falta de fundos, este pedestal é famoso por isso mesmo e é um dos inúmeros ícones da cidade. Neste evento, o artista levou a cabo um projecto de arte pública em que 2400 membros voluntários foram convidados a ocupar o espaço por uma hora, perfazendo a totalidade de 100 dias e levando a cabo as mais inesperadas tarefas enquanto posavam (vídeo acima). Texto de Diana Guerra.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/ZZ0DEDD6C4.jpg" alt="" width="600" height="468" /></p>
<p><a title="Conheça mais sobre o artista" href="http://www.antonygormley.com/" target="_blank">Antony Gormley</a> trabalha há mais de 25 anos a figura humana em esculturas baseadas em vetores, através de investigação do corpo e da memória. Usa o seu próprio corpo como material, tema e ferramenta, desenvolvendo uma preocupação recorrente com a condição humana.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://obviousmag.org/archives/uploads/2010/ZZ31772E92.jpg" alt="" width="600" height="399" /></p>
<p>Londrino de 60 anos, trabalha metal em espiral e cubos a que, muitas vezes, dá a forma de uma homem de pé, com as pernas e braços colados ao corpo. O seu trabalho mais conhecido é, provavelmente, o &#8220;Angel of the North&#8221;(1998), uma escultura que se situa em Gateshead, Inglaterra, e que representa um homem de braços abertos que se assemelham a asas (foto acima).</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://intervencoes.com.br/artes-2/os-humanos-de-antony-gormley/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: center;">
<p>Gormley foi convidado em 2009 a ocupar o Fourth Plinth (O Quarto Pedestal) na Trafalgar Square (Londres). Desocupado desde o século XIX por falta de fundos, este pedestal é famoso por isso mesmo e é um dos inúmeros ícones da cidade. Neste evento, o artista levou a cabo um projecto de arte pública em que 2400 membros voluntários foram convidados a ocupar o espaço por uma hora, perfazendo a totalidade de 100 dias e levando a cabo as mais inesperadas tarefas enquanto posavam (vídeo acima).</p>
<p><em>Texto de </em><a href="http://obviousmag.org/archives/colaboradores/diana/" target="_blank"><em>Diana Guerra</em></a><em>.</em></p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><script type="text/javascript" src="http://button.topsy.com/widget/retweet-small?url=http://intervencoes.com.br/artes-2/os-humanos-de-antony-gormley/&amp;title=Os+humanos+de+Antony+Gormley&amp;theme=blue&amp;nick=intervencoes&amp;order=count,retweet,badge&amp;txt_tweet=tweet&amp;txt_retweet=retweet"></script></div>
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		<title>Slinkachu &#8211; Arte aos pés do espectador</title>
		<link>http://intervencoes.com.br/sem-categoria/slinkachu-arte-aos-pes-do-espectador/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 16:35:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rony Saqqara</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte urbana]]></category>
		<category><![CDATA[artista]]></category>
		<category><![CDATA[banksy]]></category>
		<category><![CDATA[idéia]]></category>
		<category><![CDATA[imaginário urbano]]></category>
		<category><![CDATA[intervenção]]></category>
		<category><![CDATA[londres]]></category>

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		<description><![CDATA[É comum intervenções urbanas apresentarem sempre grandes dimensões, exatamente para conseguir chamar a atenção das pessoas no ambiente caótico das metrópoles. No entanto, alguém bastante talentoso rompeu com essa tendência, optando pela sutileza. Trata-se do inglês Slinkachu, um artista urbano ao estilo Bansky: nada de fotos nem nome divulgados. Sua obra é toda fundamentada em personagens medindo no máximo 5 milímetros, que são utilizados conforme a necessidade da instalação. Os  pequenos bonecos são deixados discretamente em praças, calçadas, banheiros e outros lugares públicos de Londres, para que possam interagir, criando um universo inusitado onde a arte de Slinkachu se mistura harmoniosamente aos objetos, lixos e insetos desses lugares. O mais incrível é que após fotografada para o blog do artista, a obra é deixada para trás, sofrendo as consequências do tempo ou de um pedestre desavisado. Mesmo por que, Slinkachu se tornou conhecido e reuniu milhares de fãs pelo mundo justamente por causa do seu blog, que vale muito a pena ser visitado. Já suas instalações não têm a mesma sorte, perdem-se pelo caminho, sendo que na maioria das vezes sequer são notadas. Ao ir a Londres, cuidado, você pode pisar numa obra de arte. Àqueles que desejam se aprofundar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>É comum intervenções urbanas apresentarem sempre grandes dimensões, exatamente para conseguir chamar a atenção das pessoas no ambiente caótico das metrópoles. No entanto, alguém bastante talentoso rompeu com essa tendência, optando pela sutileza. Trata-se do inglês Slinkachu, um artista urbano ao estilo Bansky: nada de fotos nem nome divulgados.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1637" style="border: 8px solid black;margin: 8px" src="http://intervencoes.com.br/wp-content/uploads/2010/02/little-people-13-300x199.jpg" alt="little-people-1" width="290" height="221" /></p>
<p>Sua obra é toda fundamentada em personagens medindo no máximo 5 milímetros, que são utilizados conforme a necessidade da instalação. Os  pequenos bonecos são deixados discretamente em praças, calçadas, banheiros e outros lugares públicos de Londres, para que possam interagir, criando um universo inusitado onde a arte de Slinkachu se mistura harmoniosamente aos objetos, lixos e insetos desses lugares.</p>
<p>O mais incrível é que após fotografada para o blog do artista, a obra é deixada para trás, sofrendo as consequências do tempo ou de um pedestre desavisado. Mesmo por que, Slinkachu se tornou conhecido e reuniu milhares de fãs pelo mundo justamente por causa do seu <a href="http://little-people.blogspot.com/">blog</a>, que vale muito a pena ser visitado. Já suas instalações não têm a mesma sorte, perdem-se pelo caminho, sendo que na maioria das vezes sequer são notadas.</p>
<p><img class="size-medium wp-image-1624 alignnone" style="border: 8px solid black;margin: 8px" src="http://intervencoes.com.br/wp-content/uploads/2010/02/ZZ10EE0548-300x205.jpg" alt="ZZ10EE0548" width="297" height="240" /><img class="alignnone size-medium wp-image-1625" style="border: 8px solid black;margin: 8px" src="http://intervencoes.com.br/wp-content/uploads/2010/02/ZZ517EEF2E-300x225.jpg" alt="ZZ517EEF2E" width="298" height="233" /></p>
<p>Ao ir a Londres, cuidado, você pode pisar numa obra de arte.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-1646" style="border: 8px solid black;margin: 8px" src="http://intervencoes.com.br/wp-content/uploads/2010/02/little-people-3-239x300.jpg" alt="little-people-3" width="239" height="300" /></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-1626" style="border: 8px solid black;margin: 8px" src="http://intervencoes.com.br/wp-content/uploads/2010/02/ZZ547850B4-300x225.jpg" alt="ZZ547850B4" width="300" height="225" /></p>
<p>Àqueles que desejam se aprofundar mais sobre o tema, Slinkachu publicou um livro <a href="http://www.amazon.com/Little-People-City-Street-Slinkachu/dp/0752226649">Little people in the city</a>.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-1641" style="border: 8px solid black;margin: 8px" src="http://intervencoes.com.br/wp-content/uploads/2010/02/ZZ13946AC71-300x225.jpg" alt="ZZ13946AC7" width="300" height="225" /></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-1628" style="border: 8px solid black;margin: 8px" src="http://intervencoes.com.br/wp-content/uploads/2010/02/ZZ604E616D-300x225.jpg" alt="ZZ604E616D" width="300" height="225" /><img class="alignnone size-medium wp-image-1630" style="border: 8px solid black;margin: 8px" src="http://intervencoes.com.br/wp-content/uploads/2010/02/ZZ491867791-300x225.jpg" alt="ZZ49186779" width="300" height="225" /></p>
<p>Seria a obra de Slinkachu uma metáfora da nossa própria existência, perdida, descartável, em meio ao imenso caos em que vivemos?</p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><script type="text/javascript" src="http://button.topsy.com/widget/retweet-small?url=http://intervencoes.com.br/sem-categoria/slinkachu-arte-aos-pes-do-espectador/&amp;title=Slinkachu+-+Arte+aos+p%C3%A9s+do+espectador+&amp;theme=blue&amp;nick=intervencoes&amp;order=count,retweet,badge&amp;txt_tweet=tweet&amp;txt_retweet=retweet"></script></div>
<div class="wp_plus_one_button" style="margin: 8px 8px 0 0; float:left; "><g:plusone size="medium" href="http://intervencoes.com.br/sem-categoria/slinkachu-arte-aos-pes-do-espectador/"></g:plusone></div><div align="right" style="float:right;padding:5px 0xp 0px 5px;"><a name="fb_share" type="button_count" share_url="http://intervencoes.com.br/sem-categoria/slinkachu-arte-aos-pes-do-espectador/"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Waleska Nomura. Grafite brazuca no Reino Unido</title>
		<link>http://intervencoes.com.br/sem-categoria/waleska-nomura-grafite-brazuca-no-reino-unido/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 12:57:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Ogalha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adam Neate]]></category>
		<category><![CDATA[brick lane]]></category>
		<category><![CDATA[Brigthon]]></category>
		<category><![CDATA[Canallondres]]></category>
		<category><![CDATA[Grafite]]></category>
		<category><![CDATA[londres]]></category>
		<category><![CDATA[reino unido]]></category>
		<category><![CDATA[Tinho]]></category>
		<category><![CDATA[waleska nomura]]></category>

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		<description><![CDATA[This text will be replaced // O trabalho da brasileira Waleska Nomura é mais uma prova de que a arte não conhece fronteiras. Waleska chegou em Londres com um objetivo comum a muitos brasileiros: estudar inglês e voltar para casa. Logo conheceu o artista inglês Adam Neate, reconhecido mundialmente pela sua “arte de rua”. Mas os primeiros contatos com a arte do grafite foram através do seu irmão, Tinho, que fazia parte de um dos primeiros grupos de grafiteiros de São Paulo. Grupo que contava com os Gemeos, nome do grafite brasileiro respeitado internacionalmente. Em Londres, ela deu continuidade ao trabalho com grafite, expándindo-o para outras cidades européias. Vivendo em Brigthon, onde o Canallondres foi visitá-la, Waleska deu mais um passo importante na carreira, com a sua primeira exposição individual que rolou até outubro, na Brick Lane Gallery, Londres. Este vídeo é um dos vários apresentados pelos nossos parceiros do Reino Unido: Silvino e Susan, do Canallondres.tv. Este, dirigido e produzido  por Caroline Ravagnani. Um blog muito interessante sobre viagens, pessoas, música, lugares. Enfim, se você se interessa pela terra da rainha, é imperdível. Estamos conversando sobre uma parceria de conteúdo para 2010, e para dar uma pista do que teremos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><script src="http://www.canallondres.tv/flash/swfobject.js" type="text/javascript"></script></p>
<div id="player" style="text-align: center;">This text will be replaced</div>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
 var so = new SWFObject('http://www.canallondres.tv/flash/player.swf','mpl','480','290','9') ; so.addParam('allowscriptaccess','always'); so.addParam('allowfullscreen','true'); so.addParam('flashvars','&#038;file=http://www.canallondres.tv/flash/walesca.flv&#038;image=http://www.canallondres.tv/flash/walesca.jpg&#038;stretching=none') ; so.write('player');
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<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O trabalho da brasileira Waleska Nomura é mais uma prova de que a arte não conhece fronteiras. Waleska chegou em Londres com um objetivo comum a muitos brasileiros: estudar inglês e voltar para casa. Logo conheceu o artista inglês Adam Neate, reconhecido mundialmente pela sua “arte de rua”. Mas os primeiros contatos com a arte do grafite foram através do seu irmão, Tinho, que fazia parte de um dos primeiros grupos de grafiteiros de São Paulo. Grupo que contava com os Gemeos, nome do grafite brasileiro respeitado internacionalmente. Em Londres, ela deu continuidade ao trabalho com grafite, expándindo-o para outras cidades européias. Vivendo em Brigthon, onde o Canallondres foi visitá-la, Waleska deu mais um passo importante na carreira, com a sua primeira exposição individual que rolou até outubro, na Brick Lane Gallery, Londres.</div>
<div style="padding-left: 30px;">Este vídeo é um dos vários apresentados pelos nossos parceiros do Reino Unido: Silvino e Susan, do <a href="http://www.canallondres.tv/bem-vindo_ao_canallondres.tv.html" target="_blank">Canallondres.tv</a>.</div>
<div style="padding-left: 30px;">Este, dirigido e produzido  por Caroline Ravagnani<span style="font-family: arial, sans-serif;"><span style="border-collapse: collapse; line-height: normal;">.</span></span></div>
<div style="padding-left: 30px;">Um blog muito interessante sobre viagens, pessoas, música, lugares. Enfim, se você se interessa pela terra da rainha, é imperdível. Estamos conversando sobre uma parceria de conteúdo para 2010, e para dar uma pista do que teremos, publicamos este post &#8220;teaser&#8221;. Siga em <a href="http://www.twitter.com/canallondres" target="_blank">@canallondres</a>.</div>
<div style="padding-left: 30px;">Este post mostra o trabalho da brasileira <a href="http://www.waleska.co.uk/" target="_blank">Waleska Nomura</a>, que é mais uma prova de que a arte não conhece fronteiras. Waleska chegou em Londres com um objetivo comum a muitos brasileiros: estudar inglês e voltar para casa. Logo conheceu o artista inglês Adam Neate, reconhecido mundialmente pela sua “arte de rua”. Mas os primeiros contatos com a arte do grafite foram através do seu irmão, Tinho, que fazia parte de um dos primeiros grupos de grafiteiros de São Paulo.</div>
<div style="padding-left: 30px;">Em Londres, ela deu continuidade ao trabalho com grafite, expándindo-o para outras cidades européias. Vivendo em Brigthon, onde o Canallondres foi visitá-la, Waleska deu mais um passo importante na carreira, com a sua primeira exposição individual que rolou até outubro deste ano, na Brick Lane Gallery, Londres.</div>
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