Brainstorm para Intervenção Urbana

Coletivo Intervenções é uma startup que surgiu de uma ideia incubada na IdeiaLab. Em pouco tempo está se tornando um dos principais coletivos sobre arte na internet (BR).  Mas nossos planos para 2010 é sair da esfera digital e ir para as ruas. E para se tornar um projeto verdadeiramente coletivo, abrimos um brainstorm na IdeiaLab para formatar nossa primeira ação de intervenção nas ruas de São Paulo de forma colaborativa. Participe deste brainstorm aberto e faça parte da primeira intervenção urbana do nosso Coletivo!


Sangue quente no Intervenções. Polliana Araújo entra para o Coletivo

Polliana Araújo nasceu em 1987 sob o signo de libra e a filosofia do “jogo do contente”. O resultado disso rendeu-lhe um espírito sonhador, amante da beleza e das melhores coisas do mundo. Daí vem a paixão por arte, cinema, música, fotografia e literatura.

Decidiu estudar Jornalismo por acreditar ser o modo mais eficiente de estar em contato com o lado sincero da vida. E também por ter sede de compartilhar e debater. Na verdade, o motivo real era mesmo a vontade de mudar o mundo com palavras.

Está no 6º período do curso na UFRN e atua no meio publicitário como webwriting e gestora de perfis em redes socais. Mas não descansa enquanto não tentar o jornalismo impresso.

Vem para o Intervenções para falar do que o Nordeste brasileiro gosta. Além disso, cuida do blog  neoBudega e twitta com um entusiasmo pouco visto para alguém de seu tamanho (1,58m). No mais, tenta dormir nas horas vagas.

Desde sempre acompanhou o Intervenções, e agora, o Coletivo que tem o prazer de acompanhar suas impressões.

A marca do Coletivo Intervenções

intervencoes

Alice em mais uma maravilha.

As pessoas estão tão ansiosas pela estréia, só em 16 de abril, do esperadíssimo Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton, que acabam deixando passar despercebido outro evento igualmente interessante inspirado na mesma obra de Lewis Carroll. Trata-se da exposição “Um Mundo Sem Medidas“, que reúne os trabalhos de onze artistas franceses (Gilbert Garcin, Gabriela Vanga, Simone Decker, entre outros) selecionados pela curadora também francesa, Valérie Marchi. As obras passeiam entre o real e a ficção, explorando perspectivas, proporções e escalas inusitadas, tudo para representar as lembranças, fantasias e temores relacionados ao passado. Vale destacar a série  “Chicletismo” de Simone Decker.

Simone Decker 2

Simone Decker

Gabriela-Vanga

7-300x207

Gilbert Garcin Le-temoin-2002

Gilbert Garcin Aller-simple-2003

Além das fotografias e de um cabide, trazido especialmente de Itu para dar suporte a uma das peças da coleção, há também material audiovisual. Um particularmente é bem esquisito, porém muito bacana, pois mostra um rato no tamanho Michael Jordan em comparação a um ser humano com medidas insuficientes para subir o degrau de uma escada.

A exposição já está rolando há dois meses no Museu de Arte Contemporânea da USP, em São Paulo, mas só temos mais 15 dias para visitar, pois encerra dia 31 de janeiro. É isso aí, a Alice está inspirando muito trabalho interessante que você não pode deixar de ver.

Exposição Um Mundo Sem Medidas

MAC USP

Rua da Reitoria, 109. Cidade Universitária, Butantã. São Paulo – Capital.

Terça a sexta das 10 às 18h. Sábados, domingos e feriados das 10 às 16h. Segundona está fechado.

Tel.: (11) 3091-3039

Mentalgassi. Uma colagem descolada.

001Mentalgassi é um coletivo de Berlim que faz arte nas ruas se utilizando de colagens em objetos urbanos. São stickers gigantes colados em módulos formando faces. Aqui estão algumas das intervenções feitas em abóbadas gigantes e máquinas de validação de bilhetes.

002O coletivo conta com três integrantes que se conheceram fazendo Grafite, mas agora optaram por “algo mais sutíl”.

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Os posters acima, foram feitos a partir de 3 fotos que podem ser visualizadas isoladas em seus respectivos ângulos.
Imagem de Amostra do You Tube No vídeo você acompanha o passo-a-passo dessa ação.

Artistas + Investidores

Cada vez mais surgem coletivos de arte, principalmente contemporânea e/ou urbana, para darem suporte a artistas independentes e para aculturar a sociedade de que existem iniciativas inovadoras e pertinentes onde a solução se dá pela arte.

Esses coletivos, diferente do “nosso” coletivo aqui, muitas vezes são a junção de dois ou mais artistas que se unem para impulsionar a visibilidade de seus trabalhos. É bacana e tem seu valor (e conheço ótimos que futuramente serão citados por aqui).

Porém, o que percebo é que muitas vezes há uma carência do consumidor final. Ou uma dificuldade no diálogo entre artistas e “compradores”. Não é culpa de ninguém. Cada um tem seu jeito peculiar. Muitos artistas não sabem da grandiosidade de suas obras ou não sabem cobrar pelo seu talento. E a maioria dos investidores, ainda mais os incentivadores da arte urbana, não sabem a linguagem do trabalho, como pedir, como se aproximar, como encontrar alguém que exatamente procuram para um projeto específico.

É aí que surge a Möve. Uma ligação entre artistas e projetos. Ou artistas e investidores.

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A Möve é uma empresa, de mais de três anos, que faz a mediação do processo de compra de ilustração e auxilia na produção de projetos especiais que envolvam a arte.

Imagem de Amostra do You Tube

Essa curadoria ou criação de projetos é feita através de um banco de artistas que a Möve tem disponível e que aumenta a cada dia. Entre alguns deles estão: Bruno9li,  Cimples, Diego Medina,  Emerson Pingarilho, Nina Moraes, Trampo, entre muitos outros, nacionais e internacionais.

Imagem1

Final do ano passado, entrevistei Bruno Narvaez, um dos integrantes da Möve, para contar melhor como é o dia-a-dia da empresa e sobre essa oportunidade para novos artistas que precisam de vitrine e parcerias.

http://www.vimeo.com/8565764

Iniciativas como essa fortalecem todos os integrantes da cadeia do mercado da arte e merecem sempre o nosso destaque.

Ficou curioso? Quer saber mais? Entre no site: http://www.move.art.br

Stop Motion do Efterblivet

Efterblivet é um coletivo de artistas do Canadá. Esse vídeo em Stop Motion mostra o trabalho de um dos integrantes, o Nietzche, cujo objetivo era fazer 20 variações no capacete de um astronalta.
É um “atropelo” válido nesse caso. :)

http://www.vimeo.com/7824613


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