Intervenções
Coletivo sobre manifestações artísticas e sociais
Coletivo sobre manifestações artísticas e sociais
mar 8th
No meu primeiro post aqui no Intervenções, eu falei de um video sobre como seria o ambiente urbano se só as mensagens publicitárias fossem visíveis.
Ontem, o curta Logorama, criado pelos franceses do H5, levou o oscar de melhor curta de animação com uma mensagem semelhante: Publicidade x Vida real.
É um típico enredo de filme de ação norte americano, mas os personagens e todo o cenário é composto por logos e anúncios publicitários.
Vale a pena assistir:
mar 4th
Pequenas intervenções que dizem muito. Essas duas fotos foram tiradas recentemente por @pedroporto em Budapeste, que nos enviou em primeira mão. Mais uma para nossa categoria Coletivo Aberto. Vlw!
mar 4th
Rodrigo Pereira é o autor da ação do post abaixo, Playmobil Heads. O artista atua em várias vertentes, como intervenções urbanas, design de produtos e direção de arte. Com grande talento para “dar vida” aos elementos já existentes nas ruas da cidade, consegue agregar novas experiências visuais para as pessoas. Nesta ação, chamada de “Horta Urbana”, Rodrigo reutiliza materiais como potes de iogurte e garrafas pet. Todas estão no Rio de Janeiro. Ótima junção entre arte e reciclagem.


mar 3rd

Esta intervenção foi feita em Botafogo (RJ) e fotografada pela Gabriela Alvarenga. Sabe quem é o autor da ação, comenta aqui!
* Atualização 4/3: O autor da ação é o artista Rodrigo Pereira
mar 1st
O artista plástico coreano Ji Yong Ho reproduz animais com a borracha de pneus usados de carro e de motocicletas. Segundo o artista, a base do material vem da própria natureza e mostra a transformação e evolução. Impressionante as expressões e musculaturas conseguidas com a flexibilidade e texturas do material. As imagens dizem mais:


Via Toxel.com /dica de @brunnotorquato
fev 26th
A ação aconteceu no Metrô de SP, dia 25/2, data em que várias pessoas se envolveram no movimento Arte contra Aumento.
fev 25th
fev 24th
Muitos dizem que a arte só floresce de verdade em momentos de grande tensão social. Conseguimos entender porquê. Quando a maioria se cala por muito tempo, a necessidade de expressão fica a ponto de explodir.
É por isso que fazemos esse chamado: No dia 25 de Fevereiro, não nos calemos! Vamos ocupar a cidade com arte por toda parte!
Criemos um fato artístico que desperte a população de São Paulo. É um absurdo o aumento de passagens de trem, metrô e ônibus e o descaso com as enchentes e áreas alagadas.
Inscreva sua ação no site http://arte.barraroaumento.org/ e nos envie seus registros. Nos conte se quer torna-la pública, se precisa de ajuda para divulgá-la ou apenas nos deixe cientes dela. O desafio é mobilizar o maior número de ativistas, artistas e qualquer indivíduo indignado com a política de exclusão do governo. Muitos grupos já estão organizados para ações. Mas é também da espontaneidade que surge intervenções de grande impacto.
A cidade de São Paulo está conflagrada. Ainda assim, o prefeito e o governador continuam forjando um clima de bem estar social. Quando bairros da cidade são declarados em calamidade pública e famílias são obrigadas a viver debaixo d´água, as tarifas do transporte público aumentam… Fica claro que não vai nada bem.
Sabemos ainda que nos últimos anos a prefeitura arrecadou mais e aplicou menos. Investe mais em propaganda do que em serviços básicos e recebe verba ilegal para sua campanha eleitoral. Além disso, permitiu que as empresas do transporte público aumentassem seus lucros em detrimento do bem estar da população. Mas pouco disso tem sido falado na mídia ou sido feito para mudar essa situação. Se a cidade é página em branco, todos os muros, ruas e espaços públicos são um convite ao discurso e à ação.
Ações artísticas por São Paulo.
Dia 25 de fevereiro.
Inscrições: http://www.arte.barraroaumento.org
fev 23rd
Todo tipo de material que produza sombra é matéria-prima para o artista belga Fred Eerdekens. Seu trabalho é um exemplo de experimentação do espaço tridimensional para a construção tipográfica. As esculturas manipulam luz e sombra para desvendar textos ocultos. Somente quando a luz é apontada numa direção e ângulo precisos que a mensagem secreta é revelada. O artista usa toda sorte de materiais em suas instalações, de cobre retorcido a caixas de cereais.








Cientistas afirmam que pontos luminosos são irresistíveis aos olhos humanos. A arte de Eerdekens provou que eles estão certos.
fev 22nd
Maiko Takeda é uma designer, artista e fotógrafa japonesa que reside em Londres. Seu trabalho, detalhista e complicado, é ilustrado por peças atemporais que já participaram de exposições e concursos mundo a fora.
No entanto, em sua Degree Colection do ano passado, ela inovou ao apresentar o artifício das sombras como jóias. As peças contam com pequenos furinhos, contornos e traços que, quando iluminados, projetam imagens surpreendentes sobre o corpo. Uma verdadeira obra de arte que encontra na pele aveludada das modelos a instalação perfeita para expor sua beleza.





fev 19th
O escultor, artista plástico e designer japonês, Shigeo Fukuda, é um artista que transforma o impossível em algo plausível. Seus trabalhos ópticos não são apenas inusitados como também caracterizados pela provocação e inovação.
Fukuda criou há mais de trinta anos o seu estilo único e bem-humorado, com um poder visual impressionante. Dono de um exímio talento no uso de contradições visuais e combinações de objetos fora do vulgar, ele expressou com maestria o seu conceito de surrealismo.
Perguntado por que razão utilizava frequentemente o mesmo estilo, Fukuda respondeu: “se posso usar esse estilo para expressar minhas idéias da melhor forma, pra que mudar?”
Tal resposta expressa claramente que o estilo não é o importante, desde que seja o melhor a expressar suas idéias.
“Lunch With a Helmet On” escultura composta de 848 garfos, facas e colheres.
fev 13th
Kumi Yamashita é um artista japonês que cria impressionantes efeitos visuais por meio da manipulação da iluminação e dos movimentos de formas simples, como letras do alfabeto, blocos de papel ou pequenas peças de madeira. Ele literalmente dá vida às sombras.





Pra quem curtiu o trabalho de Kumi Yamashita e tem como virtude a paciência, não deixe de contemplar o talento e a originalidade do artista empregados nesta obra:
O trabalho de Yamashita serviu de inspiração para a estilista Erika Ikezili no seu desfile na São Paulo Fashion Week – Inverno 2010.
fev 11th
fev 10th
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A coleção de fotos Still Life de Horacio Salinas é um exemplo perfeito de arte que parece tão simples, mas nunca poderia ser concebido por aqueles que não têm o domínio da arte visual. O fotógrafo incorpora ilusões de ótica para dar vida a objetos inanimados. Vale conhecer melhor seu trabalho.
fev 9th
Atualmente existem várias vertentes de “arte binária”. Palavras como animação, ilustração, web design, alta definição, 3D e megapixels são comuns no nosso cotidiano.
Foi-se o tempo que 1,44Mb era considerado espaço. Hoje em dia, qualquer gif animado ocupa mais espaço nos HDs recheados de Giga Bytes. Desse cenário, surge a pergunta: “É possível fazer arte com essa limitação?”.
O londrino Nick Gentry respondeu de uma forma criativa. Criou uma séria de peças usando objetos de armazenamento de dados dos anos 80 e 90. Hoje são considerados objetos obsoletos, mas forma responsáveis por guardar momentos muito importantes de uma geração.

“Filmes favoritos, álbuns, jogos e até gravações pessoais – todos eram armazenados neles. O mundo inteiro dependia totalmente destes formatos físicos de mídia. Agora, de repente, nós passamos por um momento em que eles são obsoletos, foram substituídos por inúmeros arquivos intangíveis de dados.”. Diz Gentry.

Além dos disquetes de 1,44Mb, Nick usa fitas VHS para compor suas obras. Nos dois materias, as peças de metal circulares são responsáveis pela expressão dos rostos, o ponto que mais chama atenção nas peças.
A principal lição que podemos tirar Gentry é que para a arte a palavra “obsoleto” tem outro sentido. Reaproveitamento e reutilização são conceitos fundamentais da criatividade. Portando, recicle suas idéias.
fev 8th
O Coletivo Intervenções é uma startup que surgiu de uma ideia incubada na IdeiaLab. Em pouco tempo está se tornando um dos principais coletivos sobre arte na internet (BR). Mas nossos planos para 2010 é sair da esfera digital e ir para as ruas. E para se tornar um projeto verdadeiramente coletivo, abrimos um brainstorm na IdeiaLab para formatar nossa primeira ação de intervenção nas ruas de São Paulo de forma colaborativa. Participe deste brainstorm aberto e faça parte da primeira intervenção urbana do nosso Coletivo!
fev 8th
A Galeria Mezanino desocupará os fundos da loja de Alexandre Herchcovitch no bairro dos Jardins, em São Paulo, a partir de hoje (8/2). A informação é do dono do espaço itinerante de arte Renato de Cara (foto).
Em comunicado, o artista plástico contou que o pedido, sem aviso prévio, para a desocupação da galeria veio de Nelson Alvarenga, sócio da Inbrands, empresa que comprou a marca de Herchcovitch em meados de 2008.
A galeria ocupava o espaço nos Jardins desde setembro de 2009 a convite do próprio estilista e, por acordo mútuo, ficaria lá até julho deste ano. “Repudiamos a maneira grosseira e sem noção de empresários truculentos e, principalmente, a falta de respeito para com o trabalho de mais de 50 artistas envolvidos no espaço”, disse ele no comunicado.
A galeria atenderá momentaneamente por email e pelo telefone 11 3436-6306.
Direto de Uol Estilo
fev 5th
A notícia não é nova, mas não é por isso que deixaremos de fora do Intervenções, afinal, ela continua impressionando. Então, vale a pena relembrar a intervenção de Edgar Muller e sua equipe na incrível pintura 3D de aproximadamente 280m² na River Street, Canadá. É fácil perceber que a escolha da rua não foi aleatória.


A obra fazia parte do 2007 Moose Jaw Prarie Arts Festival e o mais impressionante da imagem é que por mais que você lute com seu cérebro para enxergar a rua, não adianta, ele vai forçá-lo a ver a cascata.

Outra pintura não menos fantástica de Edgar Muller.

fev 2nd
O grupo YesYesNo realizou uma intervenção baseada em cores e sombras na fachada do prédio Auckland Ferry (Nova Zelândia). A interação contou com 3 tipos de manifestações: pelo corpo, pela mão e pelos fones, através das ondas sonoras que saem deles. Impressionante!
Via Voxel Show