Intervenções
Coletivo para a Arte, Cultura e Manifestos
Coletivo para a Arte, Cultura e Manifestos
jul 14th
A arte urbana pode ajudar a conquistar o amor da sua vida. Foi o que fez o artista do vídeo produzido pelo PR!MO.
Dica de @GuyKawasaki
mai 3rd
Criado pelo artista argentino, Leandro Erlich, a obra The Swimming Pool é uma das únicas três instalações permanentes do Museu de Arte de Kanazawa, Japão. Através de duas placas de acrílico “recheadas” com água, Erlich conseguiu de forma simples e inteligente criar um efeito visual que, até então, nunca foi possível sem que muitas peças de roupa acabassem encharcadas.
Dica by @geckomania
mar 29th
Em 2009, a empresa de telefonia móvel T-Mobile reuniu dezenas de pessoas dançando na estação Liverpool Street, em Londres.
A banda Black Eyed Peas fez um show na Avenida Michigan, Chicago, em comemoração à 24ª temporada do programa da Oprah Winfrey, e organizou um flash mod com mais de 20 mil pessoas.
Na rua Bergen, Brooklyn, New York, funcionava a fábrica que inventou o brinquedo Cachorro Invisível, na década de 70. Em 2009, mais de 2 mil pessoas passaram por lá com seus brinquedos.
Em 2010, mais de três mil nova-iorquinos participaram da nona edição do “No Pants! Subway Ride”. No total foram 44 cidades espalhadas pelo mundo que reuniram mais de cinco mil pessoas que baixaram suas calças para entrar no metrô.
O primeiro Zombie Walk, em Toronto, no ano de 2003, contou com apenas seis participantes. Neste vídeo já são mais de 400.
A companhia sueca de dança Bounce reuniu mais de 300 dançarinos em uma praça para homenagear o cantor Michael Jackson.
Em 2006, mais de 200 agentes do grupo Improv Everywhere congelaram-se em seus lugares ao mesmo tempo, durante 5 minutos na estação Grand Central, New York.
No The Mp3 Experiment Tour, mais de 2 mil pessoas acionam ao mesmo tempo o play de seus respectivos aparelhos de Mp3 e iniciam uma guerra de balões.
Em 2007, na Union Square, New York, centenas de pessoas realizaram uma guerra de travesseiros. O evento acontece em diversas cidades do mundo durante um determinado dia. Em 2010 será em 3 de abril, mais informações com @FlashMobSP
by @veja
mar 8th
As 5 respostas mais criativas para a pergunta “Por que o Cusco faz arte de verdade?” vão levar um dos exemplares do lambe pra casa. O concurso vai até dia 09/03 às 17:00hs, mas fique ligado que até o final da semana que vem vai rolar o lambe do Estudio Alice e da Carla, artistas que pintaram a Cowddy na Cow Parade esse ano!
Para participar é simples:
+Siga o @toddybrasil
+Responda no seu twitter “Por que o Cusco faz arte de verdade?”
+E anexe o link http://tr.im/toddycusco ao final do seu twitt
Para ver o regulamento é só clicar aqui.
fev 17th

Daniel Melim nasceu em São Bernardo do Campo em 1979. Pós graduou-se em Artes Visuais, mas foi nas ruas do seu bairro que aprendeu a pintar, fazendo graffiti e intervenções urbanas, quase sempre associadas ao estêncil, técnica de pintura sobre máscaras com imagens vasadas.

O imaginário pesquisado por Melim, remete ao conforto de figuras retiradas de compêndios de clichês de publicidade antiga e simbolizam o mundo ingenuamente feliz, projetado pela propaganda. Mas o uso dessas imagens é, invariavelmente, crítico. O artista transforma os clichês em estêncils e os aplica, às vezes com ironia, às vezes desprezando a qualidade simbólica da imagem e ficando apenas com a textura proporcionada pelas manchas de tinta. Cria, quase sempre, resíduos de imagens borradas e desfocadas, quase desfiguradas e transformadas em ruido visual.

Melim produz telas e murais. No caso das intervenções urbanas, as texturas já estão prontas para serem usadas. O artista pesquisa os lugares que receberão as intervenções, olhando para a sujeira e o desgaste dos muros, provocado pelo tempo e pelo uso. Pátinas, rabiscos, pinturas descascadas, tudo vai sendo apropriado pelo artista e transformados em texturas e composições.
Daniel Melim estreia sua exposição a partir de 20/2 na galeria Choque Cultural.
fev 8th
É comum intervenções urbanas apresentarem sempre grandes dimensões, exatamente para conseguir chamar a atenção das pessoas no ambiente caótico das metrópoles. No entanto, alguém bastante talentoso rompeu com essa tendência, optando pela sutileza. Trata-se do inglês Slinkachu, um artista urbano ao estilo Bansky: nada de fotos nem nome divulgados.

Sua obra é toda fundamentada em personagens medindo no máximo 5 milímetros, que são utilizados conforme a necessidade da instalação. Os pequenos bonecos são deixados discretamente em praças, calçadas, banheiros e outros lugares públicos de Londres, para que possam interagir, criando um universo inusitado onde a arte de Slinkachu se mistura harmoniosamente aos objetos, lixos e insetos desses lugares.
O mais incrível é que após fotografada para o blog do artista, a obra é deixada para trás, sofrendo as consequências do tempo ou de um pedestre desavisado. Mesmo por que, Slinkachu se tornou conhecido e reuniu milhares de fãs pelo mundo justamente por causa do seu blog, que vale muito a pena ser visitado. Já suas instalações não têm a mesma sorte, perdem-se pelo caminho, sendo que na maioria das vezes sequer são notadas.


Ao ir a Londres, cuidado, você pode pisar numa obra de arte.


Àqueles que desejam se aprofundar mais sobre o tema, Slinkachu publicou um livro Little people in the city.



Seria a obra de Slinkachu uma metáfora da nossa própria existência, perdida, descartável, em meio ao imenso caos em que vivemos?
fev 5th
A notícia não é nova, mas não é por isso que deixaremos de fora do Intervenções, afinal, ela continua impressionando. Então, vale a pena relembrar a intervenção de Edgar Muller e sua equipe na incrível pintura 3D de aproximadamente 280m² na River Street, Canadá. É fácil perceber que a escolha da rua não foi aleatória.


A obra fazia parte do 2007 Moose Jaw Prarie Arts Festival e o mais impressionante da imagem é que por mais que você lute com seu cérebro para enxergar a rua, não adianta, ele vai forçá-lo a ver a cascata.

Outra pintura não menos fantástica de Edgar Muller.

dez 17th
Dan Bergeron, aka Fauxreel, é um artista de rua e acaba de lançar imagens de sua mais recente série de trabalhos “Face of the city”. A nova coleção conta com obras em papel colado aplicado de uma maneira nova. Ele é um profundo conhecedor das características proeminentes do rosto humano. Em suas intervenções, cria um mix incomum entre o ambiente urbano e suas colagens.Em projetos mais antigos, veja só o que este sujeito faz com os outdoors…
nov 26th
Hoje tem abertura da exposição de Loro Verz na Galeria Coletivo, as 19h. Loro sempre foi ligado a arte urbana: já deu aulas de Grafite na Escola São Paulo, viajou por Londres/EUA grafitando muros e fazendo exposições por lá e agora volta ao Brasil abrindo essa exposição.
Com um estilo único, Loro inova até nos convites para a exposição que você pode ver abaixo (eu ri muito com o convite rs):

Endereço: Rua dos Pinheiros, 493
Horário: 19h
nov 19th
O MASP abriu as portas apenas para convidados para a tão comentada exposição “De dentro para fora / De fora para dentro”, que trás seis artistas importantes para a cena da arte pública com curadoria de Mariana Martins, Baixo Ribeiro e Eduardo Saretta.

Só que esse dia “vip” reuniu DUAS MIL PESSOAS. Fica a pergunta: Quem precisa de quem? Os artistas da exposição no MASP ou o MASP dos artistas?
A abertura oficial será realizada amanhã (20/11) e a exposição fica no MASP até 05/12.



De dentro para fora/De fora para Dentro
De 20 de novembro a 05 de fevereiro de 2010
De terças-feiras a domingos e feriados, das 11h às 18h. Às quintas-feiras, das 11h às 20h. Ingressos: Inteira: R$ 15,00. Estudantes: R$ 7,00. Gratuito até 10 anos e acima de 60 anos.
Às terças-feiras a entrada é gratuita para todos
Classificação etária: Livre
MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand
Av. Paulista, 1578.
Fone: (11) 3251 5644.
Acesso a deficientes.
Estacionamento conveniado ao lado, na Av. Paulista, R$ 10,00
Mais informações ao público: http://www.masp.art.br