Intervenções
Coletivo sobre manifestações artísticas e sociais
Coletivo sobre manifestações artísticas e sociais
mar 8th
As 5 respostas mais criativas para a pergunta “Por que o Cusco faz arte de verdade?” vão levar um dos exemplares do lambe pra casa. O concurso vai até dia 09/03 às 17:00hs, mas fique ligado que até o final da semana que vem vai rolar o lambe do Estudio Alice e da Carla, artistas que pintaram a Cowddy na Cow Parade esse ano!
Para participar é simples:
+Siga o @toddybrasil
+Responda no seu twitter “Por que o Cusco faz arte de verdade?”
+E anexe o link http://tr.im/toddycusco ao final do seu twitt
Para ver o regulamento é só clicar aqui.
fev 17th

Daniel Melim nasceu em São Bernardo do Campo em 1979. Pós graduou-se em Artes Visuais, mas foi nas ruas do seu bairro que aprendeu a pintar, fazendo graffiti e intervenções urbanas, quase sempre associadas ao estêncil, técnica de pintura sobre máscaras com imagens vasadas.

O imaginário pesquisado por Melim, remete ao conforto de figuras retiradas de compêndios de clichês de publicidade antiga e simbolizam o mundo ingenuamente feliz, projetado pela propaganda. Mas o uso dessas imagens é, invariavelmente, crítico. O artista transforma os clichês em estêncils e os aplica, às vezes com ironia, às vezes desprezando a qualidade simbólica da imagem e ficando apenas com a textura proporcionada pelas manchas de tinta. Cria, quase sempre, resíduos de imagens borradas e desfocadas, quase desfiguradas e transformadas em ruido visual.

Melim produz telas e murais. No caso das intervenções urbanas, as texturas já estão prontas para serem usadas. O artista pesquisa os lugares que receberão as intervenções, olhando para a sujeira e o desgaste dos muros, provocado pelo tempo e pelo uso. Pátinas, rabiscos, pinturas descascadas, tudo vai sendo apropriado pelo artista e transformados em texturas e composições.
Daniel Melim estreia sua exposição a partir de 20/2 na galeria Choque Cultural.
fev 8th
É comum intervenções urbanas apresentarem sempre grandes dimensões, exatamente para conseguir chamar a atenção das pessoas no ambiente caótico das metrópoles. No entanto, alguém bastante talentoso rompeu com essa tendência, optando pela sutileza. Trata-se do inglês Slinkachu, um artista urbano ao estilo Bansky: nada de fotos nem nome divulgados.

Sua obra é toda fundamentada em personagens medindo no máximo 5 milímetros, que são utilizados conforme a necessidade da instalação. Os pequenos bonecos são deixados discretamente em praças, calçadas, banheiros e outros lugares públicos de Londres, para que possam interagir, criando um universo inusitado onde a arte de Slinkachu se mistura harmoniosamente aos objetos, lixos e insetos desses lugares.
O mais incrível é que após fotografada para o blog do artista, a obra é deixada para trás, sofrendo as consequências do tempo ou de um pedestre desavisado. Mesmo por que, Slinkachu se tornou conhecido e reuniu milhares de fãs pelo mundo justamente por causa do seu blog, que vale muito a pena ser visitado. Já suas instalações não têm a mesma sorte, perdem-se pelo caminho, sendo que na maioria das vezes sequer são notadas.


Ao ir a Londres, cuidado, você pode pisar numa obra de arte.


Àqueles que desejam se aprofundar mais sobre o tema, Slinkachu publicou um livro Little people in the city.



Seria a obra de Slinkachu uma metáfora da nossa própria existência, perdida, descartável, em meio ao imenso caos em que vivemos?
fev 5th
A notícia não é nova, mas não é por isso que deixaremos de fora do Intervenções, afinal, ela continua impressionando. Então, vale a pena relembrar a intervenção de Edgar Muller e sua equipe na incrível pintura 3D de aproximadamente 280m² na River Street, Canadá. É fácil perceber que a escolha da rua não foi aleatória.


A obra fazia parte do 2007 Moose Jaw Prarie Arts Festival e o mais impressionante da imagem é que por mais que você lute com seu cérebro para enxergar a rua, não adianta, ele vai forçá-lo a ver a cascata.

Outra pintura não menos fantástica de Edgar Muller.

dez 17th
Dan Bergeron, aka Fauxreel, é um artista de rua e acaba de lançar imagens de sua mais recente série de trabalhos “Face of the city”. A nova coleção conta com obras em papel colado aplicado de uma maneira nova. Ele é um profundo conhecedor das características proeminentes do rosto humano. Em suas intervenções, cria um mix incomum entre o ambiente urbano e suas colagens.Em projetos mais antigos, veja só o que este sujeito faz com os outdoors…
nov 26th
Hoje tem abertura da exposição de Loro Verz na Galeria Coletivo, as 19h. Loro sempre foi ligado a arte urbana: já deu aulas de Grafite na Escola São Paulo, viajou por Londres/EUA grafitando muros e fazendo exposições por lá e agora volta ao Brasil abrindo essa exposição.
Com um estilo único, Loro inova até nos convites para a exposição que você pode ver abaixo (eu ri muito com o convite rs):

Endereço: Rua dos Pinheiros, 493
Horário: 19h
nov 19th
O MASP abriu as portas apenas para convidados para a tão comentada exposição “De dentro para fora / De fora para dentro”, que trás seis artistas importantes para a cena da arte pública com curadoria de Mariana Martins, Baixo Ribeiro e Eduardo Saretta.

Só que esse dia “vip” reuniu DUAS MIL PESSOAS. Fica a pergunta: Quem precisa de quem? Os artistas da exposição no MASP ou o MASP dos artistas?
A abertura oficial será realizada amanhã (20/11) e a exposição fica no MASP até 05/12.



De dentro para fora/De fora para Dentro
De 20 de novembro a 05 de fevereiro de 2010
De terças-feiras a domingos e feriados, das 11h às 18h. Às quintas-feiras, das 11h às 20h. Ingressos: Inteira: R$ 15,00. Estudantes: R$ 7,00. Gratuito até 10 anos e acima de 60 anos.
Às terças-feiras a entrada é gratuita para todos
Classificação etária: Livre
MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand
Av. Paulista, 1578.
Fone: (11) 3251 5644.
Acesso a deficientes.
Estacionamento conveniado ao lado, na Av. Paulista, R$ 10,00
Mais informações ao público: http://www.masp.art.br