JR, como é conhecido, utiliza a maior galeria de arte que existe, o espaço cotidiano das pessoas.  Ele exibe livremente nas ruas de todo o mundo, atraindo a atenção daqueles que não freqüentam museus em geral. Sua obra combina arte e processos de ação e de engajamento, liberdade, identidade e limite. Cria a “arte da infiltração” que aparece, sem ser convidado, em Edifícios dos subúrbios de Paris sobre as paredes do Médio Oriente, com pontes quebradas em África ou favelas, no Brasil. Nas imagens abaixo, o artista produz a intervenção nos morros cariocas. Em seu site, você conhece várias outras ações do artista.

JR tem a maior galeria de arte no mundo. Ele exibe livremente nas ruas de todo o mundo, atraindo a atenção daqueles que não freqüentam museus em geral. Sua obra combina arte e processos de ação e de engajamento, liberdade, identidade e limite. Cria a “arte da infiltração” que aparece, sem ser convidado, em Edifícios dos subúrbios de Paris sobre as paredes do Médio Oriente, com pontes quebradas em África ou favelas, no Brasil. Nas imagens abaixo, o artista produz a intervenção nos morros cariocas.

dica de @rbruchmann

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