le_results2Leandro Ogalha tinha a ideia de criar um site coletivo que fosse referência sobre a linguagem artística e que ao mesmo tempo servisse de mais um dos seus laboratórios em inteligência colaborativa via web. Foi a oportunidade para criar o Intervenções e unir todas aquelas pessoas em que acreditava ter algo a dizer sobre a arte.

Tem muito interesse em artes plásticas, tecnologia, comunicação, ativismo digital, política, mídias sociais e processos de inovação.

Publicitário de formação, pós-graduado em planejamento estratégico e em gestão da inovação, está a frente da IdeiaLab Estratégia e Inovação, de onde surgiu o projeto deste coletivo. Para ganhar a vida, é diretor de estratégia e conteúdo da agência Tboom Interactive.

Escreve para  Update or Die, HSM Inspiring IdeaBatedeira, IdeiaLab, ResultsON e aqui no Intervenções. Acesse todas as redes de Leandro aqui.

munique

Munique Lima é a primeira colaboradora convidada do blog Intervenções. Também é geminiana e por isso é uma metralhadora de palavras (sejam elas escritas ou faladas). Prefere coisas assimétricas: Edifícios assimétricos, personalidades assimétricas, dias assimétricos.

Cultiva o sonho megalomaníaco de ser editora, diretora, roteirista, produtora, videomaker e por um pezinho na psicologia. Está concluindo o curso de Comunicação e Multimeios. Apaixonada e muito curiosa pelo estudo da semiótica e fenomenologia.

Em 2008 foi assistente de  Loro Verz e no mesmo ano fez trabalhos colaborativos com a galeria Coletivo, em pinheiros. Em 2009 criou o OOG Lab, um “laboratório do olhar” que pretende investigar a importância social da arte e as motivações de vários artistas por fazerem arte. Cansou de ter suas falas definidas por conceitos e estilos, quer mesmo saber o comportamento e o que se passa no imaginário do transmissor e do receptor das mensagens. Quer começar a estudar a neurociência depois que descobriu que a rotina mata os neurônios.

marinaMarina Bortoluzzi é a favor de qualquer forma de expressão artística. Já foi redatora, escritora amadora, já fez aula de canto, teclado e violão, já rabiscou bloquinhos em reuniões, filmou viagens e adora fotografar (de analógica e digital).

Hoje, é formada em publicidade (pela Unisul/Florianópolis), pós-graduada em marketing de moda (pela ESPM/POA), especialista em cool hunting, pela Polimoda (Florença/Itália), planejamento e pesquisadora de tendências na Agência Escala, em Porto Alegre. Seu maior foco de pesquisa e trabalho está nas redes sociais; no comportamento feminino, infantil, tween, teen; e na moda.

Marina acredita que a arte, muitas vezes, é incompreensível ou difícil de ser entendida. Mas questiona que se somos nós também seres complexos, talvez toda tentativa de entender a arte seja um exercício para buscarmos nós mesmos.

Conheça mais sobre Marina Bortoluzzi

Andréa Bucci é Diretora de Criação e Redatora Publicitária, apaixonada por livros e poesias desde pequena. Inspira-se nos versos de sua avó e na poesia do imortal Mario Quintana. Escreve sempre quando a emoção aflora, mas também nos momentos de incertezas, de exaustão e de êxtase. Acredita num mundo melhor onde todos leiam mais e na magia das palavras, inclusive tem a palavra “palavra” como uma de suas tatuagens prediletas. Ela entra para o Coletivo Intervenções com o intuito de nos apresentar sua visão sobre a arte, e tenha certeza, é muito ampla. Mas pela sua própria natureza, a arte escrita será sua maior contribuição.

Paulo Flatau é diretor de arte online da agência Giovanni + DraftFCB e escreve no blog Kitupiras , mas sua visão está muito além do âmbito profissional e da internet. Artista de verdade, e dos bons, talento é o que não falta. É aquele cara multimídia, ou seja, toda hora inventa uma coisa diferente e te deixa impressionado. Visão holística sobre o que é arte e profundo conhecedor das suas mais diversas manifestações. Um colaborador que o Intervenções não poderia deixar de ter. Está em casa, Flatau!

Rafael Venturelli tem 24 anos, publicitário, paulistano e curioso. Não acredita muito em velhas fórmulas, tanto na profissão como na vida. Não é a favor da inércia e, como todo mundo, está constantemente correndo atras do prejuizo. Cinema, arte, música, tecnologia, festa e alegria fazem parte do seu vocabulário.

Para ele, trabalhar com publicidade é um desafio constante. Em um mundo onde a propaganda é conhecida e tratada como algo ruim, que atrapalha e que de alguma forma ilude, alguem com a mente contestadora nunca ficaría tranquilo.

Atualmente trabalha na agência Espalhe, especializada em marketing de guerrilha, algo que se aproxima muito do tipo de publicidade em que ele acredita: inesperada, interessante e que move o ser humano de alguma maneira (mesmo que for para o lado contrário). Chega mais, Ventura!

Rony Saqqara é um redator que se define usando o refrão de uma música há muito tempo cantado pela, aqui jaz, banda Kid Abelha: “sei de quase tudo um pouco e quase tudo mal”. Portanto, a arte também faz parte deste “quase tudo”. Articulado e, às vezes, debochado, gosta de polêmica e lida muito melhor com críticas do que elogios. Não sabe exatamente o que é bom, mas viu tanta coisa ruim que isso já ajuda bastante na formação de uma opinião clara, concisa e passível de todos os questionamentos, pois acredita na democracia. E sonha um dia viver sobre esse regime. Ele garante que não é tão chato pessoalmente. Será? Talvez essa seja a sua maior contribuição ao coletivo.

Fernanda Macedo é jornalista e publicitária. É a parte feminina e comunicadora (fala pelos cotovelos) da produtora de video www.initartevisual.com.br que usa esse meio como suporte para trabalhar e comunicar eletronicamente suas idéias, vontades e também as de outras pessoas que nos procuram por esse mesmo objetivo.
Trabalhou em outras produtoras de filmes, em televisão, teve experiência em campanha política na longíqua capital do Amapá e todos os dias cruzava os hemisférios para trabalhar numa produtora improvisada que ficava do lado norte do globo.
Também colabora em pesquisas de comportamento para a a gência de publicidade: www.loweworldwide.com de NYC e Londres.
Tem um blog coletivo o www.aprendendoaserdonadecasa.blogspot.com onde junto com outras 15 mulheres divide suas dificuldades, angústias e alegrias desse rico universo feminino.
Tem duas filhas, uma boxer a Lola de 4 anos e uma linda garotinha a Eduarda de 2 anos e meio. Gostaria que as pessoas estivessem menos plugadas para poderem ter tempo de se encontrar mais ao vivo e que a cidade de São Paulo se torne menos violenta para que a Dudinha possa brincar nas ruas assim como a mãe dela fazia nos anos 80.

Fernanda Macedo é jornalista e publicitária. É a parte feminina e comunicadora (fala pelos cotovelos) da produtora de video Init arte visual e usa esse meio como suporte para trabalhar e comunicar eletronicamente suas idéias, vontades e também as de outras pessoas a procuram por esse mesmo objetivo.

Trabalhou em outras produtoras de filmes, em televisão, teve experiência em campanha política na longíqua capital do Amapá e todos os dias cruzava os hemisférios para trabalhar numa produtora improvisada que ficava do lado norte do globo.

Também colabora em pesquisas de comportamento para a a gência de publicidade: Lowe Worldwide de NYC e Londres. Tem um blog coletivo o Aprendendo a ser Dona de Casa onde junto com outras mulheres divide suas dificuldades, angústias e alegrias desse rico universo feminino.

Tem duas filhas, uma boxer a Lola de 4 anos e uma linda garotinha a Eduarda de 2 anos e meio. Gostaria que as pessoas estivessem menos plugadas para poderem ter tempo de se encontrar mais ao vivo e que a cidade de São Paulo se torne menos violenta para que a Dudinha possa brincar nas ruas assim como a mãe dela fazia nos anos 80.

Polliana Araújo nasceu em 1987 sob o signo de libra e a filosofia do “jogo do contente”. O resultado disso rendeu-lhe um espírito sonhador, amante da beleza e das melhores coisas do mundo. Daí vem a paixão por arte, cinema, música, fotografia e literatura.

Decidiu estudar Jornalismo por acreditar ser o modo mais eficiente de estar em contato com o lado sincero da vida. E também por ter sede de compartilhar e debater. Na verdade, o motivo real era mesmo a vontade de mudar o mundo com palavras.

Está no 6º período do curso na UFRN e atua no meio publicitário como webwriting e gestora de perfis em redes socais. Mas não descansa enquanto não tentar o jornalismo impresso.

Vem para o Intervenções para falar do que o Nordeste brasileiro gosta. Além disso, cuida do blog neoBudega e twitta com um entusiasmo pouco visto para alguém de seu tamanho (1,58m). No mais, tenta dormir nas horas vagas.

Desde sempre acompanhou o Intervenções, e agora, o Coletivo que tem o prazer de acompanhar suas impressões.

Kiki Marcondes é paulistana, publicitária com interesse em arte e comunicação que trabalha na área de planejamento de comunicação da Ponto de Criação.

É também sagitariana e metida a fotógrafa. Isso porque, mesmo sem formação, ela anda com a sua câmera a tira colo, e o olhar atento à todo tipo de manifestação na cidade.

Acredita que toda a forma de linguagem expressa um pouco do mundo que vivemos e deve ser estudada em profundidade, por isso, dedica-se com empenho à semiótica psicanalítica na PUC, e observa como a linguagem e comportamento formam a cultura.

E agora está aqui pra dar mais esse tom ao Coletivo Intervenções.

Giovana Barbieri, nascida no interior não podia ser mais apaixonada por São Paulo, suas ruas e sua poesia. Formada em publicidade pela ESPM porém avessa às suas formas convencionais. Na verdade, avessa por inteiro. Admiradora, conhecedora e seguidora convicta da Street Art; arrisca agora seu próprio stencil pela cidade. Mantém um blog pseudo-poético, um flickr sem foco e câmera nos olhos.

Adora sair por aí, abrir o guarda-chuva, abrir a boca de sono e abrir o coração. Sempre disposta a fazer o que quer, porém nunca igual. Procura ouvir histórias, ler histórias e inventar história, e faz o mesmo com a arte e com a música. Aprendeu que nas cidades além de olhar pro lado e pra frente, é preciso sempre olhar pra cima: a arte também está lá.

Priscila Nicolielo canta no chuveiro. Escreve pra tv. Só acorda com café. Anda de meias dentro de casa. Adora seriados americanos e bob esponja. Escreve para teatro. Mora perto dos cinemas. Fica feliz quando vê o sol manchar a sala no começo da tarde. Escreve em seu blog. Prefere dormir do que ir pra praia. Odeia o cheiro de uísque e tuits de bom dia. Já quis ser, em ordem cronológica: pianista, artista plástica, astronauta, paleontóloga, atriz, amada, cantora, popular na escola, arquiteta e herdeira. Fracassou em todas as tentativas e sempre desabafou em seus diários. Em suas crises virtuais, deleta todos os seus perfis nos sites de relacionamento, voltando meses depois, com vontade de recuperar os amigos esquecidos. Não tem myspace e não sabe usar o Flickr. Em vez de árvore, gostaria de plantar dúvidas. Em vez de filhos, gostaria de ter controle. Em vez de um livro… gostaria de escrever dois, três, quatro, cinco, seis… É uma honra recebê-la no Coletivo.