O Intervenções é um coletivo que diariamente promove a arte e a cultura urbana. Com principal atuação na internet, produzindo conteúdo e abrindo espaço para novos nomes que compõe a cena urbana, suas ações aos poucos vão tomando corpo no mundo físico. Formado por pessoas que vivem em diferentes cidades (do Brasil e até do Mundo) e atuam nas mais diferentes áreas, da publicidade ao teatro.

Além dos colaboradores oficiais, nosso Coletivo é aberto para a participação de todos aqueles que entendem que arte deve ser democrática, acessível e plataforma para inclusão social.

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CONHEÇA OS PROJETOS DO NOSSO COLETIVO EM PARCERIA COM MARCAS, GALERIAS E ARTISTAS

Quem faz o Coletivo Intervenções:

Leandro Ogalha criou o Coletivo Intervenções para ser um espaço democrático e colaborativo, unindo todas aquelas pessoas em que acredita ter algo a dizer sobre a arte contemporânea e cultura urbana. Tem muito interesse em artes plásticas, tecnologia, comunicação, ativismo digital, política, mídias sociais e processos de inovação. Publicitário de formação, pós-graduado em planejamento estratégico e em gestão da inovação, está a frente da IdeiaLab Negócios Colaborativos, empresa que coordena este coletivo. Empreendedor, também atua como sócio-diretor de estratégia na agência Tboom Interactive e colabora com sua visão pessoal para os sites Update or Die, HSM Inspiring Idea, ResultsON, no blog Tboom e aqui no Intervenções. Acesse o site dele aqui.
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munique
Munique Lima é a primeira colaboradora convidada do blog Intervenções. Também é geminiana e por isso é uma metralhadora de palavras (sejam elas escritas ou faladas). Prefere coisas assimétricas: Edifícios assimétricos, personalidades assimétricas, dias assimétricos. Cultiva o sonho megalomaníaco de ser editora, diretora, roteirista, produtora, videomaker e por um pezinho na psicologia. Está concluindo o curso de Comunicação e Multimeios. Apaixonada e muito curiosa pelo estudo da semiótica e fenomenologia. Em 2008 foi assistente de  Loro Verz e no mesmo ano fez trabalhos colaborativos com a galeria Coletivo, em pinheiros. Em 2009 criou o OOG Lab, um “laboratório do olhar” que pretende investigar a importância social da arte e as motivações de vários artistas por fazerem arte. Cansou de ter suas falas definidas por conceitos e estilos, quer mesmo saber o comportamento e o que se passa no imaginário do transmissor e do receptor das mensagens. Quer começar a estudar a neurociência depois que descobriu que a rotina mata os neurônios. Trabalha na área de Concept da agência CuboCC.
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marina
Marina Bortoluzzi é a favor de qualquer forma de expressão artística. Já foi redatora, escritora amadora, já fez aula de canto, teclado e violão, já rabiscou bloquinhos em reuniões, filmou viagens e adora fotografar (de analógica e digital).
Hoje, é formada em publicidade (pela Unisul/Florianópolis), pós-graduada em marketing de moda (pela ESPM/POA), especialista em cool hunting, pela Polimoda (Florença/Itália), planejamento e pesquisadora de tendências na Box 1824. Marina acredita que a arte, muitas vezes, é incompreensível ou difícil de ser entendida. Mas questiona que se somos nós também seres complexos, talvez toda tentativa de entender a arte seja um exercício para buscarmos nós mesmos. Conheça mais sobre Marina Bortoluzzi.
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Paulo Flatau é diretor de arte online da agência Giovanni + DraftFCB e escreve no blog Kitupiras , mas sua visão está muito além do âmbito profissional e da internet. Artista de verdade, e dos bons, talento é o que não falta. É aquele cara multimídia, ou seja, toda hora inventa uma coisa diferente e te deixa impressionado. Visão holística sobre o que é arte e profundo conhecedor das suas mais diversas manifestações. Um colaborador que o Intervenções não poderia deixar de ter. Está em casa, Flatau!

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Rony Saqqara é um redator que se define usando o refrão de uma música há muito tempo cantado pela, aqui jaz, banda Kid Abelha: “sei de quase tudo um pouco e quase tudo mal”. Portanto, a arte também faz parte deste “quase tudo”. Articulado e, às vezes, debochado, gosta de polêmica e lida muito melhor com críticas do que elogios. Não sabe exatamente o que é bom, mas viu tanta coisa ruim que isso já ajuda bastante na formação de uma opinião clara, concisa e passível de todos os questionamentos, pois acredita na democracia. E sonha um dia viver sobre esse regime. Ele garante que não é tão chato pessoalmente. Será? Talvez essa seja a sua maior contribuição ao coletivo.
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Fernanda Macedo é jornalista e publicitária. É a parte feminina e comunicadora (fala pelos cotovelos) da produtora de video Init arte visual e usa esse meio como suporte para trabalhar e comunicar eletronicamente suas idéias, vontades e também as de outras pessoas a procuram por esse mesmo objetivo. Trabalhou em outras produtoras de filmes, em televisão, teve experiência em campanha política na longíqua capital do Amapá e todos os dias cruzava os hemisférios para trabalhar numa produtora improvisada que ficava do lado norte do globo. Também colabora em pesquisas de comportamento para a a gência de publicidade: Lowe Worldwide de NYC e Londres. Tem um blog coletivo o Aprendendo a ser Dona de Casa onde junto com outras mulheres divide suas dificuldades, angústias e alegrias desse rico universo feminino. Tem duas filhas, uma boxer a Lola de 4 anos e uma linda garotinha a Eduarda de 2 anos e meio. Gostaria que as pessoas estivessem menos plugadas para poderem ter tempo de se encontrar mais ao vivo e que a cidade de São Paulo se torne menos violenta para que a Dudinha possa brincar nas ruas assim como a mãe dela fazia nos anos 80.
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Polliana Araújo nasceu em 1987 sob o signo de libra e a filosofia do “jogo do contente”. O resultado disso rendeu-lhe um espírito sonhador, amante da beleza e das melhores coisas do mundo. Daí vem a paixão por arte, cinema, música, fotografia e literatura.
Decidiu estudar Jornalismo por acreditar ser o modo mais eficiente de estar em contato com o lado sincero da vida. E também por ter sede de compartilhar e debater. Na verdade, o motivo real era mesmo a vontade de mudar o mundo com palavras.
Está no 6º período do curso na UFRN e atua no meio publicitário como webwriting e gestora de perfis em redes socais. Mas não descansa enquanto não tentar o jornalismo impresso. Vem para o Intervenções para falar do que o Nordeste brasileiro gosta. Além disso, cuida do blog neoBudega e twitta com um entusiasmo pouco visto para alguém de seu tamanho (1,58m). No mais, tenta dormir nas horas vagas. Desde sempre acompanhou o Intervenções, e agora, o Coletivo que tem o prazer de acompanhar suas impressões.
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Kiki Marcondes é paulistana, publicitária com interesse em arte e comunicação que trabalha na área de planejamento de comunicação e hoje é nosso correspondente na Europa (Espanha). É também sagitariana e metida a fotógrafa. Isso porque, mesmo sem formação, ela anda com a sua câmera a tira colo, e o olhar atento à todo tipo de manifestação na cidade. Acredita que toda a forma de linguagem expressa um pouco do mundo que vivemos e deve ser estudada em profundidade, por isso, dedica-se com empenho à semiótica psicanalítica na PUC, e observa como a linguagem e comportamento formam a cultura.
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Giovana Barbieri, nascida no interior não podia ser mais apaixonada por São Paulo, suas ruas e sua poesia. Formada em publicidade pela ESPM porém avessa às suas formas convencionais. Na verdade, avessa por inteiro. Admiradora, conhecedora e seguidora convicta da Street Art; arrisca agora seu próprio stencil pela cidade. Mantém um blog pseudo-poético, um flickr sem foco e câmera nos olhos. Adora sair por aí, abrir o guarda-chuva, abrir a boca de sono e abrir o coração. Sempre disposta a fazer o que quer, porém nunca igual. Procura ouvir histórias, ler histórias e inventar história, e faz o mesmo com a arte e com a música. Aprendeu que nas cidades além de olhar pro lado e pra frente, é preciso sempre olhar pra cima: a arte também está lá.
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Fã de Tarantino gosta de todos aqueles filmes que no fim deixam uma lição e transformam a mente de alguma forma. Ama música e uma de suas atuais vontades é discotecar rock n’ roll na noite paulistana. Robson Novaes nasceu em 86, no interior de São Paulo, 2 minutos depois do seu irmão gêmeo e pode se dizer que com apenas 23 anos já fez de tudo um pouco nessa vida. Trabalhou fora da área por muito tempo, já fez curso de artes plásticas e outros cursos bizarros, já tocou baixo e guitarra numa banda de rock e já foi estagiário na agência Leo Burnett Brasil. Apesar da grande experiência em tão pouco tempo, Rob ainda tem muito o que aprender. Cursando o último ano de Design Gráfico com ênfase em Tipografia pela Universidade Anhembi Morumbi, ele trabalha aprendendo na Tátil Design. Difícil não vê-lo com um livro debaixo do braço andando por ai, principalmente os de design e ficção científica.
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Vinicius Montana é profissional com mais de 7 anos de experiência em Design e Below the Line (BTL). Trabalhou 3 anos na criação da Publicis e atualmente na JWT. Cria campanhas para grandes marcas como Coca-cola, Nestlé, Nokia, Cadbury Adams, Johnson&Johnson, Nokia, Unilever, Smirnoff. Recentemente premiado no festival ABP, ele foi o ganhador do Brainstorm para Intervenção urbana em SP pela Ideialab. Criativo e com olhar técnico sobre design, é o cara certo para integrar nosso Coletivo. A casa é nossa!