Atualmente existem várias vertentes de “arte binária”. Palavras como animação, ilustração, web design, alta definição, 3D e megapixels são comuns no nosso cotidiano.

Foi-se o tempo que 1,44Mb era considerado espaço. Hoje em dia, qualquer gif animado ocupa mais espaço nos HDs recheados de Giga Bytes. Desse cenário, surge a pergunta: “É possível fazer arte com essa limitação?”.

O londrino Nick Gentry respondeu de uma forma criativa. Criou uma séria de peças usando objetos de armazenamento de dados dos anos 80 e 90. Hoje são considerados objetos obsoletos, mas forma responsáveis por guardar momentos muito importantes de uma geração.

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“Filmes favoritos, álbuns, jogos e até gravações pessoais – todos eram armazenados neles. O mundo inteiro dependia totalmente destes formatos físicos de mídia. Agora, de repente, nós passamos por um momento em que eles são obsoletos, foram substituídos por inúmeros arquivos intangíveis de dados.”. Diz Gentry.

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Além dos disquetes de 1,44Mb, Nick usa fitas VHS para compor suas obras. Nos dois materias, as peças de metal circulares são responsáveis pela expressão dos rostos, o ponto que mais chama atenção nas peças.

A principal lição que podemos tirar Gentry é que para a arte a palavra “obsoleto” tem outro sentido. Reaproveitamento e reutilização são conceitos fundamentais da criatividade. Portando, recicle suas idéias.

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