Cada vez mais surgem coletivos de arte, principalmente contemporânea e/ou urbana, para darem suporte a artistas independentes e para aculturar a sociedade de que existem iniciativas inovadoras e pertinentes onde a solução se dá pela arte.

Esses coletivos, diferente do “nosso” coletivo aqui, muitas vezes são a junção de dois ou mais artistas que se unem para impulsionar a visibilidade de seus trabalhos. É bacana e tem seu valor (e conheço ótimos que futuramente serão citados por aqui).

Porém, o que percebo é que muitas vezes há uma carência do consumidor final. Ou uma dificuldade no diálogo entre artistas e “compradores”. Não é culpa de ninguém. Cada um tem seu jeito peculiar. Muitos artistas não sabem da grandiosidade de suas obras ou não sabem cobrar pelo seu talento. E a maioria dos investidores, ainda mais os incentivadores da arte urbana, não sabem a linguagem do trabalho, como pedir, como se aproximar, como encontrar alguém que exatamente procuram para um projeto específico.

É aí que surge a Möve. Uma ligação entre artistas e projetos. Ou artistas e investidores.

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A Möve é uma empresa, de mais de três anos, que faz a mediação do processo de compra de ilustração e auxilia na produção de projetos especiais que envolvam a arte.

Imagem de Amostra do You Tube

Essa curadoria ou criação de projetos é feita através de um banco de artistas que a Möve tem disponível e que aumenta a cada dia. Entre alguns deles estão: Bruno9li,  Cimples, Diego Medina,  Emerson Pingarilho, Nina Moraes, Trampo, entre muitos outros, nacionais e internacionais.

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Final do ano passado, entrevistei Bruno Narvaez, um dos integrantes da Möve, para contar melhor como é o dia-a-dia da empresa e sobre essa oportunidade para novos artistas que precisam de vitrine e parcerias.

http://www.vimeo.com/8565764

Iniciativas como essa fortalecem todos os integrantes da cadeia do mercado da arte e merecem sempre o nosso destaque.

Ficou curioso? Quer saber mais? Entre no site: http://www.move.art.br

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