Intervenções
Coletivo sobre manifestações artísticas e sociais
Coletivo sobre manifestações artísticas e sociais
mar 18th
Os planos do Coletivo Intervenções para 2010 é, além da esfera digital, atuar também nas ruas. E para se tornar um projeto verdadeiramente coletivo, abrimos o brainstorm na IdeiaLab Incubadora de Ideias para formatar nossa primeira ação de intervenção urbana.
Brief: Ação de intervenção colaborativa que seja iniciada na internet e ganhe vida nas ruas da capital paulista. Nosso projeto não tem cunho político, e sim artístico. Queremos quebrar com o cotidiano das pessoas na região urbana com uma ação que agregue de forma positiva e construtiva. Não esperamos um layout de graffiti, mas ideias para executar uma ação.
Critério de avaliação: Parcialmente aberta. Os integrantes do Coletivo vão selecionar a(s) melhor(es) ideia(s). Pode ser 1 ou a junção de várias.
Recompensa: Os nomes dos selecionados farão parte da ficha técnica da ação em toda sua divulgação e no vídeo oficial do projeto.
Deadline: 31 de março de 2010
Faça parte deste projeto colaborativo e dê sua ideia!
mar 15th

Touros acordaram nesta manhã de segunda-feira montados em duas vacas da CowParade. A intervenção não autorizada durou pouco. Logo pela manhã os touros foram retirados pelos organizadores, que asseguraram que as vacas não foram danificadas.
A ação é do artista plástico Eduardo Srur, que apesar de ter realizado esta ação não autorizada, é autor de outras ações em parceria com prefeitura e com patrocínio de empresas. “O touro vem para fazer uma inseminação cultural brasileira, gerar uma discussão”, segundo o artista.
fonte: Folha
mar 12th


O Grupo Salty Knits realiza sua intervenção urbana agasalhando as árvores e postes da cidade de West Cape May, Nova Jersey (EUA). São cachecois de tricô por vários pontos, como árvores, postes de sinal de trânsito e até telefones públicos. No entanto a está há semanas atrás dos responsáveis pela arte, já que naquele estado esse tipo de intervenção na propriedade pública é ilegal. Mas os moradores da cidade aprovam a iniciativa. Se você também gostou, torne-se fã no Facebook.
mar 4th
Você passa tempo suficiente cuidando da sua família, dos seus amigos e da sua cidade? O artista Felipe Frisoni decidiu lembrar a todos nós a importância desses gestos com uma intervenção urbana.
Através de bolsas de sangue falso aplicadas em placas de endereço, hospitais abandonados, monumentos, pontos de ônibus, Frisoni nos chama para “dar o sangue” pela cidade. Veja seu depoimento:
“Através das bolsas de sangue, o cidadão é direcionado à pensamentos relacionados à saúde, sangue-hospital-consciência. A consciência surge toda vez que passamos por situações de reflexão e a saúde é um tema que nos faz atingir este estado de repensar.
São Paulo está caótica, precisando de ajuda e os únicos que podem salvar a cidade são os próprios cidadãos. Em uma época que se fala tanto em responsabilidade social,está na hora da população se conscientizar da força que cada um tem individualmente.
Como cidadão me sinto parte da mudança da cidade. Cada um de nós representamos uma parcela deste mosaico de diversidades chamado São Paulo. Está mais do que claro que aguardar as autoridades não surtirá efeito. Por exemplo, se uma pessoa se assusta com as bolsas e resolve ficar com os filhos, por que acredita que está ausente, meu objetivo já foi alcançado. O começo está nas pequenas coisas.”
Felipe Frisoni, tem 25 anos de idade. É publicitário, redator, roteirista, websurfer, trend hunter e artista plástico. Tem interesse por causas sociais e procura desenvolver suas obras com este tipo de apelo. Tem dois blogs:
www.mtv.com.br/adifusora/blog
www.dichavador.wordpress.com
O trabalho foi fotografado por Felipe Morozini.
mar 3rd

Esta intervenção foi feita em Botafogo (RJ) e fotografada pela Gabriela Alvarenga. Sabe quem é o autor da ação, comenta aqui!
* Atualização 4/3: O autor da ação é o artista Rodrigo Pereira
fev 26th
A ação aconteceu no Metrô de SP, dia 25/2, data em que várias pessoas se envolveram no movimento Arte contra Aumento.
fev 24th
Muitos dizem que a arte só floresce de verdade em momentos de grande tensão social. Conseguimos entender porquê. Quando a maioria se cala por muito tempo, a necessidade de expressão fica a ponto de explodir.
É por isso que fazemos esse chamado: No dia 25 de Fevereiro, não nos calemos! Vamos ocupar a cidade com arte por toda parte!
Criemos um fato artístico que desperte a população de São Paulo. É um absurdo o aumento de passagens de trem, metrô e ônibus e o descaso com as enchentes e áreas alagadas.
Inscreva sua ação no site http://arte.barraroaumento.org/ e nos envie seus registros. Nos conte se quer torna-la pública, se precisa de ajuda para divulgá-la ou apenas nos deixe cientes dela. O desafio é mobilizar o maior número de ativistas, artistas e qualquer indivíduo indignado com a política de exclusão do governo. Muitos grupos já estão organizados para ações. Mas é também da espontaneidade que surge intervenções de grande impacto.
A cidade de São Paulo está conflagrada. Ainda assim, o prefeito e o governador continuam forjando um clima de bem estar social. Quando bairros da cidade são declarados em calamidade pública e famílias são obrigadas a viver debaixo d´água, as tarifas do transporte público aumentam… Fica claro que não vai nada bem.
Sabemos ainda que nos últimos anos a prefeitura arrecadou mais e aplicou menos. Investe mais em propaganda do que em serviços básicos e recebe verba ilegal para sua campanha eleitoral. Além disso, permitiu que as empresas do transporte público aumentassem seus lucros em detrimento do bem estar da população. Mas pouco disso tem sido falado na mídia ou sido feito para mudar essa situação. Se a cidade é página em branco, todos os muros, ruas e espaços públicos são um convite ao discurso e à ação.
Ações artísticas por São Paulo.
Dia 25 de fevereiro.
Inscrições: http://www.arte.barraroaumento.org
fev 18th
Em um brainstorm qualquer surgiu a ideia: “Vamos embrulhar uma rua com plástico bolha”. Para a maioria das pessoas isso pode parecer absurdo, e eles tem razão. Isso é tão absurdo que é muito bom.
O site inglês Confused.com, especializado em comparação de preços de seguros, criou a ação “Accident Avenue” para divulgar seus serviços.
Um dos materiais mais básicos e uma das primeiras coisas que vem a cabeça quando o assunto é segurança é o plástico bolha. Além de servir para diversão de muitas crianças e adultos que adoram estourar bolha por bolha, ele também garante a segurança no transporte de materiais frágeis, evitando que se quebrem.
Para tentar alertar sobre o perigo dos acidentes (evitando que as pessoas “se quebrem”) e a necessidade de um seguro, a Somerville Road, uma das ruas com maior índice de acidentes, foi completamente embrulhada em plástico bolha.
Além de chamar atenção de todos que passam normalmente na rua, a ação foi replicada em jornais, televisão e blogs do mundo todo. Ideia boa = Mídia espontânea = Otimização de recursos = Sucesso. Isso é guerrilha.
Se quiser ver mais fotos da ação, é só entrar no flickr oficial. E caso esse post tenha te deixado com vontade de estourar umas bolhas, tente esse plástico bolha virtual.
fev 18th
Site Specific Art, é uma intervenção pensada para um lugar especifico que geralmente não funcionaria se fosse instalada em outro lugar e por isso requer conhecimento histórico, cultural, político sobre um local/situação, ou seja, torna tudo mais interessante! No Brasil temos poucas intervenções desse tipo, mas não podemos esquecer de Alexandre Orion que representa bastante a Site Specific Art aqui.
Dessa vez temos uma intervenção feita em Cuba para lembrar que todos devemos lembrar da tragédia e prestar apoio ao Haiti. Veja que apenas um Stencil pode representar muito:
http://www.vimeo.com/9452360fev 10th


O Hospital Suiço Stadt Apotheke realizou uma ação de guerrilha em Zurique para alertar sobre o perigo da exposição ao sol. Tags similares aos dos cadáveres no IML foram penduradas nas pessoas que estavam tomando sol no principal parque da cidade. Criação da agência Wirz/BBDO.
Dica do @alamirmarinho
fev 9th
“Em AUTODRAMA as portas para a comunicação urbana ficam abertas, e é criada uma nova forma de se relacionar com a rua e humanizar o futuro frio de estradas cada vez maiores e carros por todos os lados.”
O ERRO Grupo, coletivo de Florianópolis/SC fundado em 2001, apresenta AUTODRAMA amanhã dia 10, quarta-feira, às 12h, ao meio dia, na Praça Dom José Gaspar, na região central de São Paulo.
AUTODRAMA consiste em uma interferência urbana construída através da utilização de quatro carros de som que propagam textos dramáticos dialogando entre si e atuando em movimento por um local específico da cidade, assim como por suas ruas próximas. A dramaturgia da peça foi realizada a partir de releituras e cruzamentos de quatro peças teatrais, Macbeth de Shakespeare, Mateus e Mateusa de Qorpo Santo, Ascensão e queda da cidade de Mahagonny de Brecht, e Fuenteovejuna de Lope de Veja, entrelaçados a textos de leis burocráticas, filosóficos e de auto-ajuda.
O ERRO Grupo com AUTODRAMA busca a reflexão sobre o habitat urbano criando um deslocamento dos mecanismos de marketing e propaganda para fomentar um questionamento político, social, ambiental e cultural. Ao propagar gravações de diálogos dramáticos realizados por atores, através das trilhas sonoras e da movimentação desses carros em avenidas e ruas da cidade, a peça cria caminhos e espaços dramáticos de conflito e de relações entre os carros, as pessoas, os transeuntes, o teatro e a cidade, apropriando-se das possibilidades oferecidas pela performance-art, das extensões do corpo em ações artísticas e subvertendo estratégias contemporâneas de comunicação.
AUTODRAMA se justifica pela necessidade do ERRO em aproximar arte e vida, de entender a cultura como algo inerente a vida e, portanto, em se apropriar estrategicamente de formas inseridas no cotidiano das pessoas, para re-significar tanto o lugar sacramentado da arte quanto sua interferência nos fluxos urbanos. O diretor teatral Pedro Bennaton, que concebeu AUTODRAMA junto à atriz e dramaturga Luana Raiter, afirma: “É tarefa do ator contemporâneo abusar das extensões midiáticas e subverter os meios de comunicação para inserir-se e agir no cotidiano, pois, sua presença física se torna diferente da caracterização normal de um ato teatral, constrói outras possibilidades como a de motoristas de automóveis que se tornam atores ao criarem no espaço urbano cenas particulares com estruturas dramáticas”.
Ficha técnica
Concepção: Luana Raiter e Pedro Bennaton
Dramaturgia: Luana Raiter e Pedro Bennaton
Atores, vozes e motoristas: Ana Paula Cardozo, Luana Raiter, Michel Marques, Pedro Bennaton, Rodrigo Sember e carro de mensagem ao vivo
Pesquisa Sonora (eletro-mecânica): Michel Marques, Pedro Bennaton e Rodrigo Sember
Sonoplastia: Luana Raiter e Pedro Bennaton
Design Gráfico: Luana Raiter
Fotos: Júlia Amaral e Rhaisa Muniz
Assessoria de imprensa: Ana Letícia da Rosa
Web-design: Henrique Palazzo
Produção: Ana Paula Cardozo e Luana Raiter (ERRO Grupo)
fev 8th
O Coletivo Intervenções é uma startup que surgiu de uma ideia incubada na IdeiaLab. Em pouco tempo está se tornando um dos principais coletivos sobre arte na internet (BR). Mas nossos planos para 2010 é sair da esfera digital e ir para as ruas. E para se tornar um projeto verdadeiramente coletivo, abrimos um brainstorm na IdeiaLab para formatar nossa primeira ação de intervenção nas ruas de São Paulo de forma colaborativa. Participe deste brainstorm aberto e faça parte da primeira intervenção urbana do nosso Coletivo!
fev 4th
De vez em quando dou uma olhada em algumas atitudes “sustentáveis” que acontecem por aí. Dessa vez eu me deparei com um artista que não usa especificamente o lixo para produzir suas peças, mas sim os sacos.
Como uma forma de criticar a quantidade de lixo e sacos amontoados pelas ruas, o artista Joshua Allen Harris transformou essa cena em algo muito mais interessante.
Com ajuda dos bueiros da cidade de NY, ele criou esculturas de sacos de lixo que inflam com as correntes de ar produzidas nas galerias de esgoto, dando vida a simples sacos pretos.
fev 2nd
O grupo YesYesNo realizou uma intervenção baseada em cores e sombras na fachada do prédio Auckland Ferry (Nova Zelândia). A interação contou com 3 tipos de manifestações: pelo corpo, pela mão e pelos fones, através das ondas sonoras que saem deles. Impressionante!
Via Voxel Show
jan 26th
jan 21st
Arriscando a vida e mostrando a cara. Enquanto o filme do anônimo Banksy não passa nas telas daqui, você pode conferir trailer do documentário “PIXO”, com a direção de João Wainer e Roberto T. Oliveira. Uma verdadeira ode do anarquismo nacional. O filme é um convite ao debate: pichação é arte ou é crime? Você é contra ou…
Dica by: Olkis
jan 19th



Fernando Nacarato é um arquiteto e cenógrafo preocupado com a sustentabilidade, nada mais em voga nesse início do século. Ele faz arte com o que para muitos é lixo, nada passa batido.
A sucataria perto de sua empresa “Inventi” é um verdadeiro parque de diversão. Lá ele encontra de tudo e tudo vira arte. Papelão vira cadeira, mesa. Calotas viram bichos.
Ele está entre os 5 finalistas da MIcasa com uma poltrona (foto) feito de retalhos de tecidos.
Coisas esquecidas viram cenário, objetos de decoração e verdadeiras obras de arte.
Uma forma muito ecológica e responsável em criação nos dias de hoje. Saiba mais aqui.
jan 19th
Provavelmente você já as viu por aí, mas talvez não tenha entendido nada. Mas as vacas coloridas espalhadas pela cidade já são consideradas o maior e mais bem sucedido evento de arte pública no mundo.
É a Cow Parade. Esculturas de vacas em fibra de vidro que são decoradas por artistas locais e distribuídas por várias cidades do mundo, em locais públicos como estações de metrô, avenidas e parques. Após a exposição, as vacas são leiloadas e o dinheiro é entregue para instituições beneficentes.
Ao redor do mundo, mais de 5.000 artistas participaram da Cow Parade, estima-se que mais de 150 milhões de pessoas tenham visto uma das vacas famosas e US$ 22 milhões foram levantados para entidades beneficentes através do leilão das vacas.
“Há algo de mágico sobre a vaca. Ela representa coisas diferentes para pessoas diferentes ao redor do mundo: é sagrada, é histórica, mas o sentimento comum é de carinho. Servindo como uma tela de arte, não existe nenhum outro animal ou objeto que fornece a forma, flexibilidade e amplitude de uma vaca, se transformando em outros animais, pessoas ou objetos.” Diz os organizadores.
Assista abaixo alguns dos artistas desta edição:
http://www.vimeo.com/7675353 http://www.vimeo.com/7885804 http://www.vimeo.com/8207857Veja a localização delas no mapa de SP abaixo:
Visualizar Cowparade 2010 em São Paulo em um mapa maior
Informações do site oficial
jan 19th
Cores e uma grande diversidade influências podem ser identificadas no trabalho Shaka, ele é um artista virtuoso e muito inspirado. Sua obra é composta por pinturas feitas em spray em paredes ou sobre tela.
Nem todos seus murais são autorizados. Alguns feitos clandestinamente, outros foram cedidos por autoridades públicas ou particulares de Paris. Shaka conta com a participação de Nosbé em grande parte dos grafites.
jan 13th
Esse é o tema do debate que vai ser realizado no dia 21, às 18 horas, no MASP, com um grupo de peso: o comunicador Marcelo Tas, o designer Marcelo Rosenbaum, o urbanista Jorge Wilheim, o produtor cultural Alexandre Youssef, Baixo Ribeiro, criador da galeria Choque Cultural e o dramaturgo Ivam Cabral e intermediação do jornalista Gilberto Dimenstein.
Serão debatidos assuntos como o movimento do grafite, as experiências comunitárias na Vila Madalena, revitalização do Baixo Augusta, a Nova Luz e a praça Roosevelt. Eu acho um tanto quanto IMPERDÍVEL!
A entrada é gratuita e as senhas terão de ser retiradas com uma hora de antecedência.