Intervenções
Coletivo para a Arte, Cultura e Manifestos
Coletivo para a Arte, Cultura e Manifestos
jul 29th
A série Berlin Colors é uma das obras iniciais do artista Matthias Heinderich no campo da fotografia. O objeto de estudo é a cidade que através dos olhar de Matthias nos guia numa viagem de cores e linhas.
O fotógrafo conta que o trabalho foi concebido à partir de andanças que ele fazia pela capital logo que se mudou para lá. Em sua busca exploratória ele enontrou uma cidade colorida, cheia de linhas e estruturas que basearam as imagens da série.
Outro fato interessante é a relação que ele faz entre imagem e música. Matthias diz que se sente totalmente influenciado pelo som que está ouvindo na época e no momento da foto e nós conseguimos perceber nitidamente a inspiração minimalista na composição das imagens.
Sim, pois além da fotografia ele também se dedica à música e é muito interessante ver como o tema central de seu trabalho, minimalismo e atmosfera, dão vazão para as composições de duas modalidades artísticas que no final se complementam.
Vale dar uma olhada no flickr e conferir a obra completa!
jul 13th



Sandrine Estrade Boulet é uma artista francesa que enxerga algo a mais nas cenas do cotidiano. Aplicando nos próprios locais ou interferindo nas fotografias, ela tem uma linha simplista, porém impactante na apresentação de uma nova ótica do que parece ser comum. Vale conferir melhor seu trabalho.
jun 1st
Daniel Lima é o idealizador do projeto O CÉU NOS OBSERVA que tem como proposta fomentar uma discussão sobre a capacidade de interferir coletivamente nas estruturas de controle e vigilância de escala global.
Como auto define: Um processo poético de criação de “ruídos” na representação da metrópole.
Na prática o artista contratou um satélite para filmar uma parte de São Paulo e desafiou alguns artistas para criarem intervenções de qualquer tipo, desde que pudessem ser vistas do satélite.
Esse projeto caminha para se tornar um documentário. No blog tem uma gama grande de informações além dos vídeos dos artistas que já fizeram e os que ainda farão suas intervenções.
Dica do paulo
mai 26th
O game Tetris completou 25 anos em 2009 e, ao contrário do que você pode imaginar, ele não está presente apenas no mundo dos jogos eletrônicos.
Talvez ele esteja na rua onde você mora ou, quem sabe, na decoração da sua casa. O Tetris está em todo lugar, tanto que para provar isso foi criada uma galeria no Flickr especialmente para o jogo.
Tetris Tetris Everywhere é criação da russa Olga Pavlovsky e pretende mostrar através de belíssimas e inusitadas fotografias como o Tetris está presente no nosso dia-a-dia e muitas vezes nem percebemos.
Para conferir todas as fotos da galeria e enviar a sua, clique aqui.
abr 22nd
A artista Liliroze diz que fotografa não o que vê, mas o que sente no momento que vê.
Por isso o seu trabalho é tão comovente logo à primeira vista. Marcado desfoques e cores saturadas a artista cria um uma atmosfera onírica para o seu trabalho.
Para conseguir esse efeito ela usa uma câmera Sinar 4×5 de grande formato, filmes Polaroid e luz natural.
Doze fotografias da artista poderão servistas aqui em São Paulo na exposição “As Fabulosas Cores de LiliRoze” que reúne obras das séries Colors, Eden e Vanités, até o dia 15 de maio no Espaço Trio – Rua Gomes de Carvalho, 1759.
Para conhecer outros trabalhos da artista, clique aqui.
abr 22nd
Caitlin Worthington tem 20 anos e está pronta pra fazer grandes coisas. Nascida em Perth, Austrália, concluiu em 2009 sua formação em fotografia e, apesar da pouca idade, possui um talento incrível para retratar a intensidade de um olhar.
Sejam azuis, castanhos, verdes ou escondidos por trás de óculos, Caitlin procura traduzir de uma maneira leve e doce o que cada pessoa carrega através dos olhos. O resultado disso é um trabalho sensível e delicado.
Para conferir mais fotos, clique aqui.
abr 13th
Juan Felipe Rubio é um fotógrafo colombiano autor de um projeto muito bacana com uma técnica de colagem de imagens, baseado no trabalho de David Hockney.
O artista conta que há alguns anos tinha a vontade desenvolver o trabalho, mas ainda não tinha as ferramentas necessárias e o formato exato do trabalho.
Então, depois de comprar uma Polaroid SX-70 e um montão de filmes, em um casamento de um amigo surgiu a idéia de fazer uma colagem de imagens e aí se deu o tema.
O “Escenas de amor entre parejas anónimas” leva esse nome exatamente para que as imagens não sejam reconhecíveis e que, quando vistas, enxergue-se amor e não pessoas.
Dica @keilaakemi
abr 8th
The Americans é o trabalho mais marcante na carreira de Robert Frank e celebrou 50 anos no ano passado. A comemoração veio em forma de um livro The Americans Looking In – com a obra completa, além de duas exposições uma no Metropolitan em NY e outra na National Gallery em Londres.
The Americans é resultado da viagem feita pelo fotógrafo, que cruzou a América entre 1955 e 1956, fotografando uma face mais realista do país numa época em que ele propagava aos quatro cantos do mundo a perfeição cinematográfica de Hollywood.
Muito comparado a On the Road, livro de Jack Kerouac que também é fruto de uma viagem rodoviária pelos Estados Unidos, o projeto de Robert Frank surgiu como uma forma de elucidar o povo americano sobre ele mesmo, tentar trazer um reflexo àquele país tão plural.
Lançado em 1958 em Paris, The Americans criou uma grande polêmica ao chegar aos Estados Unidos no ano seguinte. Desagradou completamente os americanos, que se viram muito menos glamorosos do que julgavam ser e Frank chegou a ser considerado como mais um estrangeiro empenhado em destruir a imagem da América.
Somber people and Black events
Quiet people and peaceful places
And the things people have come in contact with
This, I try to show in my photographs. – Robert Frank
E o que hoje fica é o trabalho primoroso desse fotógrafo que consegue enxergar o que não está lá e transmitir de uma forma precisa sentimentos e impressões que retrataram uma nação.
mar 26th


Recentemente manifestantes se utilizaram dos luminosos publicitários de uma estação do metrô de Paris para divulgarem suas mensagens de protesto. Os cartazes foram vistos na estação Strasbourg Saint-Denis, exibidos em um momento coincide com as eleições regionais francesas.
Algumas traduções:
“Zona de intoxicação cerebral”
“O Estado protege os bancos, os ricos e as corporações … what about us?”
As fotos são de Sean Hicks
mar 11th

Um testemunho da arte pós-punk e da cena musical dos anos 70 e 80, “Ripped: T-Shirts from the Underground” oferece uma história visual do tempo através de uma rara coleção de camisetas de bandas.
Cesar Padilla, proprietário do centro de vintage NYC Store Cherry e editor do livro, tem trabalhado na seleção desde que ele era um garoto. Aqui, ele traz as principais camisetas de grupos que vêm até com manchas de suor dos shows, junto com reflexões de personalidades das respectivas épocas, assim como os fãs mais jovens.
Comentando sobre a propagação de camisas Sonic Youth, por exemplo, Thurston Moore, colaborador do livro, escreve: “A cool t-shirt não tem regras, quanto o mais original, melhor.” As camisetas abaixo dão uma idéia do que poderemos encontrar neste livro.




Ripped já está disponível para pré-encomenda na Amazon.