Documentário: Stencilarte

Stencilarte é um documentário português filmado em 2009  dirigido por Pedro Guerreiro. O documentário faz um pequeno recorte na história do street art em Portugal com foco no stencil. Inclui também trabalhos e entrevistas de Ace, Ego, Caos, Pariz, Adres, Another, Naxa, Roket, Doc, Bif, Pzt, Eime, Klash_013, Maniaks, Seka, Make a Stand, 157, Royal Fish Club, WIP. Assista abaixo a versão online do documentário dividido em 3 partes:

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A vida em um dia

Tudo gira em torno da publicidade e a publicidade fagocita tudo. Isso ás vezes me deixa angustiada, quando penso que toda a forma de expressão pode vir a ser campanhável e o valor das idéias originais pode ser perdido em função disso.

Mas,  quando vejo projetos como esse me sinto aliviada e penso que é bom ter a força da mídia para dar projeção a uma idéia bacana como essa.

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“A vida em um dia” é um projeto patrocinado pela LG que convida literalmente todo o mundo para , no dia 24 de julho de 2010, filmar as 24 horas do seu dia e, com esse material, montar um grande documentário colaborativo mundial.

As filmagens serão selecionadas e terão Ridley Scott como produtor e Kevin Macdonald na direção. O resultado final será apresentado no Sundance Film Festival. Os colaboradores que tiveram suas filmagens selecionadas terão seus créditos no filme e ainda poderão estar entre os 20 que irão para o Sundance!

Dia 24 é camera na mão, sonhando com Sundance. Saiba tudo sobre o projeto aqui

Big Bang Big Boom. Stop Motion de Blu

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Um ponto de vista científico e artístico sobre a evolução da vida e como provavelmente pode terminar, dirigido pelo artista Blu.

Pixel art documentary

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Via

Documentário Chile Estyle

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Dica dos nossos parceiros StreetSP.com

Waste Land

O senso comum diz que lixo é algo imprestável. Mas, no mundo da arte, sempre tem alguém que nos dá novas perspectivas. E o cara da vez é o artista plástico Vik Muniz.

Saindo dos EUA e desembarcando em Duque de Caxias (RJ), no aterro sanitário de Jardim Gramacho, destino de 80% das toneladas de lixo produzidas diariamente na Grande Rio de Janeiro, Vik se aproximou da realidade dos catadores de lixo que ali vivem e levou até eles o seu trabalho inusitado e extremamente criativo.

Para o cara que já utilizou açúcar, chocolate, sucata e caviar nas suas obras, o lixo exerce fascínio imenso e, por isso, ele o escolheu para compor a série “Imagens de Lixo”, que são representações de quadros clássicos feitos com resíduos do aterro e inspirados nos cidadãos que ali circulam e retiram seu sustento, sonhos e angústias.

Todo esse cenário transformou-se no documentário “Lixo Extraordinário” (Waste Land, 2009), com direção de João Jardim, Karen Harley e Lucy Walker. Fernando Meirelles colabora na produção executiva. A profundidade do registro é tamanha que o filme conquistou prêmios no Festival de Sundace e, também, no Festival de Berlim.

Confira o trailer abaixo:

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Covinhas, quando crença popular vira arte

Cópia-de-CARTAZA fé está intimamente ligada ao cotidiano do brasileiro. Até quem não tem religião definida ou desacredita na existência de um deus, sente que precisa ter fé para seguir em frente. Há séculos sustentamos essa forte religiosidade, que, no Nordeste, ganha mais importância com as lendas que passam de pai pra filho.

Assim como em muitas cidades do sertão nordestino, Rodolfo Fernandes, localizada no interior do Rio Grande do Norte, guarda sua história de fé, sob a qual foi construída e até hoje se mantém.

Reza a lenda que na Grande Seca de 1877, duas meninas morreram de fome e sede no local. Cercada de fenômenos inexplicáveis, a história atravessa gerações, favorecida pelo surgimento de milagres, como o que salvou a vida do senhor Bento Honório e de tantos outros habitantes.

Isso tudo é abordado no documentário “Covinhas, uma história de fé”, dirigido por Catarina Doolan e Julio Castro, alunos de Jornalismo da UFRN. O curta esclarece todo o mistério das “meninas santas” sob o relato de Bento, personagem central do filme e responsável pela popularização da fé na cidade.

Um belo registro cinematográfico da cultura brasileira, com uma trilha e fotografia emocionantes. Confira:

http://www.vimeo.com/8978135

Paradigmas

http://www.vimeo.com/7773520

“É muito louco pq lá fora já tem um reconhecimento da arte urbana pra dentro de um museu de uma instituicao só que ao mesmo tempo a arte urbana é total discriminada, o único lugar no mundo que vc pinta com uma “certa tranqüilidade” é o Brasil.

Em Paris e em Londres onde eu pintei foi sempre uma coisa muito escondida de madrugada, super vigiado, câmeras em todos os lugares mas é esse espírito mesmo do proibido.

E essa coisa de contaminar a cidade com a arte despertou o interesse pra essa arte mais institucional, do museu, ao ponto de dizer “meu não dá mais pra fugir disso é uma realidade.”

A rua é tudo mas eu sentia uma necessidade de partir pra outro desafio sabe, que é transformar o lugar, viver da própria arte, satisfação maior que essa não tem.” Diz Zezão.

Zezão fala que o Brasil é um país que vai sempre na contramão. A demora de artistas como ele, OSGêmeos” e outros, de estarem só agora em instituições e poderem assim viver da arte é real hoje mas foi lento todo esse processo.

Ao contrário dos artistas estrangeiros que são reconhecidos pela arte em galerias e podem viver disso mas que não podem pintar nas ruas tão “livrementes” como fazem os brasileiros. É um paradigma.

Fora todo o contexto mainstream que a própria arte urbana e contemporânea as vezes se submete também na indútstria de mkt e publicidade.

Eu estou produzindo um documentário com os artistas da Exposição De dentro pra fora / De fora pra dentro – Masp, que vai desvendar tudo isso. Esse é um tira gosto exclusivo para os leitores do Intervenções! Enjoy it!

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