Projeto 54

Mais um projeto bonito da El Cabriton Y Amigos! Projeto 54.


Em parceria com a Copag, 54 artistas foram convidados para desenhar uma carta de baralho, de forma totalmente livre e autoral. Foram convidados artistas que já participam de alguma forma em projetos da loja.

Desses 54 artistas convidados, 36 irão pintar uma parte da fachada da loja.  1 por dia, durante os 36 dias que antecedem o lançamento do baralho,  dia 5 de Novembro.

Todas as artes das cartas do baralho terão uma versão impressa, 8 vezes maior que a carta original, com tiragem limitadíssima de 10 exemplares, expostas na loja Megusta – braço da El Cabriton,  inaugurada em Julho.

Mais informações na plataforma oficial do projeto.

Serviço:

Idealização e curadoria: El Cabriton
Produção: COPAG

El Cabriton Y Amigos
Rua Augusta, 2008
Cerqueira César
São Paulo/SP
Tel. 55 11 3081-6130

Megusta
Rua Augusta, 2046
Cerqueira César
São Paulo/SP

O céu nos observa

Daniel Lima é o idealizador do projeto O CÉU NOS OBSERVA que tem como proposta fomentar uma discussão sobre a capacidade de interferir coletivamente nas estruturas de controle e vigilância de escala global.

Como auto define: Um processo poético de criação de “ruídos” na representação da metrópole.

Na prática o artista contratou um satélite para filmar uma parte de São Paulo e desafiou alguns artistas para criarem intervenções de qualquer tipo, desde que pudessem ser vistas do satélite.

Esse projeto caminha para se tornar um documentário. No blog tem uma gama grande de informações além dos vídeos dos artistas que já fizeram e os que ainda farão suas intervenções.

Imagem de Amostra do You Tube

Dica do paulo

Posters Russos Contemporâneos

O coletivo Ostengruppe traz ao Brasil a representação dos famosos pôsters russos para os dias de hoje, na exposição “Cartazes Russos Contemporâneos”.

São 80 cartazes do grupo, fundado em 2002 pelos membros da Academia Russa de Design Gráfico: Igor Gurovich (Letônia), Anna Naumova (Rússia), Eric Beloussov (Tadjiquistão) e Agapova (Rússia).

“Dedicando-se principalmente a trabalhos na área cultural, o Ostengruppe, muitas vezes, é obrigado a trabalhar em condições precárias e com recursos reduzidos, mas o resultado é sempre impactante e eclético”, comenta a curadora  Ruth Klotzel.

Além da inspiração na história – construtivismo russo e futurismo -, a produção do grupo revela influências de outros lugares e momentos, passando pelo cartaz polonês, a utilização de recursos mínimos do design japonês, o design suíço, o pop americano, entre outros.

A mostra fica até 20 de junho no Instituto Tomie Ohtake (SP), vamos lá?

Novo clipe da Lulina

Uma câmera na mão e uma idéia na cabeça. É com o mantra do cinema novo que o coletivo Filme de Domingo apresenta sua primeira produção, o clipe da música Nós da artista pernambucana Lulina

Nesse espírito colaborativo o pessoal do Coletivo fez uma proposta à artista: fazer um clipe sem nenhum custo para a banda e total liberdade criativa para os produtores. O resultado tá aqui, uma produção de alta qualidade nos mostrando que é com talento que se supera o baixo orçamento!

http://www.vimeo.com/11209137

Intervenções recebe Priscila Nicolielo

Priscila Nicolielo canta no chuveiro. Escreve pra tv. Só acorda com café. Anda de meias dentro de casa. Adora seriados americanos e bob esponja. Escreve para teatro. Mora perto dos cinemas. Fica feliz quando vê o sol manchar a sala no começo da tarde. Escreve em seu blog. Prefere dormir do que ir pra praia. Odeia o cheiro de uísque e tuits de bom dia. Já quis ser, em ordem cronológica: pianista, artista plástica, astronauta, paleontóloga, atriz, amada, cantora, popular na escola, arquiteta e herdeira. Fracassou em todas as tentativas e sempre desabafou em seus diários. Em suas crises virtuais, deleta todos os seus perfis nos sites de relacionamento, voltando meses depois, com vontade de recuperar os amigos esquecidos. Não tem myspace e não sabe usar o Flickr. Em vez de árvore, gostaria de plantar dúvidas. Em vez de filhos, gostaria de ter controle. Em vez de um livro… gostaria de escrever dois, três, quatro, cinco, seis… É uma honra recebê-la no Coletivo.

Giovana Barbieri entra para o Coletivo

Giovana Barbieri, nascida no interior não podia ser mais apaixonada por São Paulo, suas ruas e sua poesia. Formada em publicidade pela ESPM porém avessa às suas formas convencionais. Na verdade, avessa por inteiro. Admiradora, conhecedora e seguidora convicta da Street Art; arrisca agora seu próprio stencil pela cidade. Mantém um blog pseudo-poético, um flickr sem foco e câmera nos olhos.

Adora sair por aí, abrir o guarda-chuva, abrir a boca de sono e abrir o coração. Sempre disposta a fazer o que quer, porém nunca igual. Procura ouvir histórias, ler histórias e inventar história, e faz o mesmo com a arte e com a música. Aprendeu que nas cidades além de olhar pro lado e pra frente, é preciso sempre olhar pra cima: a arte também está lá.

Measuring Distances

A exposição Measuring Distances apresenta 12 artistas de varios países, alguns dos quais nunca mostraram seu trabalho no Brasil. A curadoria é do coletivo Lápis, criado no ano de 2008 em São Paulo e atualmente baseado em Berlin. O vernissage da exposição Measuring Distances coincide com a reabertura da galeria Gabriel 470!

Para ter uma prévia do que vai ter por lá, dêem uma olhada aqui.

Kiki Marcondes entra para o Coletivo

Kiki Marcondes é paulistana, publicitária com interesse em arte e comunicação que trabalha na área de planejamento de comunicação da Ponto de Criação.

É também sagitariana e metida a fotógrafa. Isso porque, mesmo sem formação, ela anda com a sua câmera a tira colo, e o olhar atento à todo tipo de manifestação na cidade.

Acredita que toda a forma de linguagem expressa um pouco do mundo que vivemos e deve ser estudada em profundidade, por isso, dedica-se com empenho à semiótica psicanalítica na PUC, e observa como a linguagem e comportamento formam a cultura.

E agora está aqui pra dar mais esse tom ao Coletivo Intervenções.

Noviembre


Noviembre foi lançado em 2003, mas a cópia só chegou até mim pelo Victor da Rosa semana retrasada e desde então eu sinto que perdi muito tempo por não ter assistido antes. O filme mistura depoimentos do grupo de teatro espanhol Noviembre e recriações de cenas do surgimento do grupo, a criação das regras do manifesto (entre as elas: para ser aceito no grupo, o ator não poderia ter feito nenhum trabalho na televisão) e suas manifestações nas ruas, caracterizadas como Teatro Documentário. As intervenções do grupo deveriam ser feitas nas ruas para que não existisse cobrança de ingressos, fato que seria  praticamente impossivel de acontecer em um teatro. As peças, sempre muito criticas, exploravam temas como consumo, relação entre os moradores da cidade, preconceito e até terrorismo.

Falamos tanto sobre o potencial de transformação das imagens gráficas que as vezes esquecemos de falar sobre a imagem de carne e osso que um ator pode representar, mudar nossa rotina e nos fazer pensar sobre como nos relacionamos com as pessoas que estão ao nosso lado durante o trajeto para o trabalho/casa. Não vou contar o final, é claro, mas vou confessar que me emocionei bastante.

“Me encantaria cambiar este puto mundo!”


Imagem de Amostra do You Tube


Imagem de Amostra do You Tube

Aberta inscrição da “batalha de grafite”

Evento acontece entre 25 e 28 de março,
será o primeiro do tipo no país e terá
grafiteiros internacionais entre os jurados.

Se você curte arte de rua, fique ligado! As inscrições para a primeira Batalha Nacional de Graffiti começaram hoje e vão até o dia 10 de fevereiro. Não existe taxa para participar, e a ficha pode ser baixada aqui.

A Batalha, batizada de King of Brasil, acontece nos dias 25 e 28 de março, durante o Urban Fest, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. Podem participar crews (grupos de grafiteiros) brasileiras, ou que possuam no máximo um integrante estrangeiro.

Os organizadores prometem que a competição será um dos maiores eventos sobre grafite já feitos no País, e terá grafiteiros internacionais no corpo de jurados. O Urban Fest também terá workshops, DJs, batalhas de break, futebol freestyle e outras diversões do tipo.

fonte: Pedro Carvalho, iG
@igjovem

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