Salty Knits e a cidade agasalhada

O Grupo Salty Knits realiza sua intervenção urbana agasalhando as árvores e postes da cidade de West Cape May,  Nova Jersey (EUA). São cachecois de tricô por vários pontos, como árvores, postes de sinal de trânsito e até telefones públicos. No entanto a está há semanas atrás dos responsáveis pela arte, já que naquele estado esse tipo de intervenção na propriedade pública é ilegal. Mas os moradores da cidade aprovam a iniciativa. Se você também gostou, torne-se fã no Facebook.

Manifest Equality

O projeto Manifest Equality, tem como objetivo unir diversos artistas para uma maior conscientização sobre os direitos que todas as pessoas devem ter igualmente, inclusive a comunidade LGBT. É triste que no ano de 2010 ainda tenhamos que relembrar as pessoas que somos todos iguais, mas a forma como isso foi feito no projeto foi bem interessante: diversos artistas pelos EUA realizaram obras tematicas e melhor esta sendo selecionada por um juri de peso.

Assista o vídeo:

Imagem de Amostra do You Tube

Artistas contra a homofobia! :)

Esculturas de pneu

O artista plástico coreano Ji Yong Ho reproduz animais com a borracha de pneus usados de carro e de motocicletas. Segundo o artista, a base do material vem da própria natureza e mostra a transformação e evolução. Impressionante as expressões e musculaturas conseguidas com a flexibilidade e texturas do material. As imagens dizem mais:

Via Toxel.com /dica de @brunnotorquato

Hungry Hungry Eat Head

http://www.vimeo.com/8898812

Uma intervenção criada por Hudson-Powell e Joel Gethin Lewis, explorou a site-specific art usando um telão na cidade de Edimburgo e a realidade aumentada. Pelo que parece, eles distribuiram placas gigantes com QR-Codes e quando as pessoas passavam em frente ao telão ganhavam cabeças de monstro. Cada código corresponde a um monstro diferente, o que permite que as pessoas troquem as criaturinhas entre si.

A intervenção participa do AND: Abandon Normal Devices Festival of New Cinema and Digital Culture, um festival que reuni o melhor das experimentações em cinema e arte digital usando telões nas ruas e galerias.

Os humanos de Antony Gormley

Antony Gormley trabalha há mais de 25 anos a figura humana em esculturas baseadas em vetores, através de investigação do corpo e da memória. Usa o seu próprio corpo como material, tema e ferramenta, desenvolvendo uma preocupação recorrente com a condição humana.

Londrino de 60 anos, trabalha metal em espiral e cubos a que, muitas vezes, dá a forma de uma homem de pé, com as pernas e braços colados ao corpo. O seu trabalho mais conhecido é, provavelmente, o “Angel of the North”(1998), uma escultura que se situa em Gateshead, Inglaterra, e que representa um homem de braços abertos que se assemelham a asas (foto acima).

Imagem de Amostra do You Tube

Gormley foi convidado em 2009 a ocupar o Fourth Plinth (O Quarto Pedestal) na Trafalgar Square (Londres). Desocupado desde o século XIX por falta de fundos, este pedestal é famoso por isso mesmo e é um dos inúmeros ícones da cidade. Neste evento, o artista levou a cabo um projecto de arte pública em que 2400 membros voluntários foram convidados a ocupar o espaço por uma hora, perfazendo a totalidade de 100 dias e levando a cabo as mais inesperadas tarefas enquanto posavam (vídeo acima).

Texto de Diana Guerra.

As facetas de Eric Haze

http://www.vimeo.com/9378305

Eric Haze é uma lenda viva no mundo do design gráfico e grafitti. Este video investiga seu passado e sua mais recente exposição. Haze fala sobre sua viagens e trabalho nos últimos anos, além de sua ascensão no mundo do streetwear. Imperdível.

Banksy Vs Robbo: It’s War!

Um vídeo que explica o que esta rolando entre nossos queridos artistas, Banksy e Robbo(s).

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Clique para assistir.

Arte em 1,44Mb

Atualmente existem várias vertentes de “arte binária”. Palavras como animação, ilustração, web design, alta definição, 3D e megapixels são comuns no nosso cotidiano.

Foi-se o tempo que 1,44Mb era considerado espaço. Hoje em dia, qualquer gif animado ocupa mais espaço nos HDs recheados de Giga Bytes. Desse cenário, surge a pergunta: “É possível fazer arte com essa limitação?”.

O londrino Nick Gentry respondeu de uma forma criativa. Criou uma séria de peças usando objetos de armazenamento de dados dos anos 80 e 90. Hoje são considerados objetos obsoletos, mas forma responsáveis por guardar momentos muito importantes de uma geração.

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“Filmes favoritos, álbuns, jogos e até gravações pessoais – todos eram armazenados neles. O mundo inteiro dependia totalmente destes formatos físicos de mídia. Agora, de repente, nós passamos por um momento em que eles são obsoletos, foram substituídos por inúmeros arquivos intangíveis de dados.”. Diz Gentry.

NickGentry02

Além dos disquetes de 1,44Mb, Nick usa fitas VHS para compor suas obras. Nos dois materias, as peças de metal circulares são responsáveis pela expressão dos rostos, o ponto que mais chama atenção nas peças.

A principal lição que podemos tirar Gentry é que para a arte a palavra “obsoleto” tem outro sentido. Reaproveitamento e reutilização são conceitos fundamentais da criatividade. Portando, recicle suas idéias.

Aberta inscrição da “batalha de grafite”

Evento acontece entre 25 e 28 de março,
será o primeiro do tipo no país e terá
grafiteiros internacionais entre os jurados.

Se você curte arte de rua, fique ligado! As inscrições para a primeira Batalha Nacional de Graffiti começaram hoje e vão até o dia 10 de fevereiro. Não existe taxa para participar, e a ficha pode ser baixada aqui.

A Batalha, batizada de King of Brasil, acontece nos dias 25 e 28 de março, durante o Urban Fest, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. Podem participar crews (grupos de grafiteiros) brasileiras, ou que possuam no máximo um integrante estrangeiro.

Os organizadores prometem que a competição será um dos maiores eventos sobre grafite já feitos no País, e terá grafiteiros internacionais no corpo de jurados. O Urban Fest também terá workshops, DJs, batalhas de break, futebol freestyle e outras diversões do tipo.

fonte: Pedro Carvalho, iG
@igjovem

As cores de SHAKA.

shaka01Cores e uma grande diversidade influências podem ser identificadas no trabalho Shaka, ele é um artista virtuoso e muito inspirado. Sua obra é composta por pinturas feitas em spray em paredes ou sobre tela.

shaka02Nem todos seus murais são autorizados. Alguns feitos clandestinamente, outros foram cedidos por autoridades públicas ou particulares de Paris. Shaka conta com a participação de Nosbé em grande parte dos grafites.

shaka03Imagem de Amostra do You Tube

Ryan Spring Dooley

O traço do americano Ryan Spring é bem diferente dos que estamos acostumados a ver pelas ruas, a sensação é de que os desenhos são feitos para ser adaptados em qualquer suporte, comunicando aos que estão na rua, assim como os que procuram novas técnicas de animação ou trabalhos para expor em espaços fechados.

O importante é mostrar o trabalho, sem que ele seja enquadrado em um estilo ou lugar. A animação é ótima para assistir nessa segunda-feira :)

Imagem de Amostra do You Tube

mais animações e trabalhos aqui.

Mentalgassi. Uma colagem descolada.

001Mentalgassi é um coletivo de Berlim que faz arte nas ruas se utilizando de colagens em objetos urbanos. São stickers gigantes colados em módulos formando faces. Aqui estão algumas das intervenções feitas em abóbadas gigantes e máquinas de validação de bilhetes.

002O coletivo conta com três integrantes que se conheceram fazendo Grafite, mas agora optaram por “algo mais sutíl”.

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Os posters acima, foram feitos a partir de 3 fotos que podem ser visualizadas isoladas em seus respectivos ângulos.
Imagem de Amostra do You Tube No vídeo você acompanha o passo-a-passo dessa ação.

Book Sculptures – Repaginando livros

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Mike Stilkey é um artista autêntico, transformaria qualquer sebo em galeria de arte. Seu estúdio fica em Alta Dena, Califórnia. Mike é um artista de barba que gosta de beber cerveja Guinness e adora animais.

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Pensa no trabalho artístico como um poema gigante. E nunca tem uma ideia concreta do que vai fazer, no meio do processo tudo toma forma de maneira inesperada, até pra ele. O artista diz que às vezes pode ver os sentimentos e as emoções dos animais. O que torna mais fácil expressar os sentimentos de muitos dos meus personagens.

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Artistas + Investidores

Cada vez mais surgem coletivos de arte, principalmente contemporânea e/ou urbana, para darem suporte a artistas independentes e para aculturar a sociedade de que existem iniciativas inovadoras e pertinentes onde a solução se dá pela arte.

Esses coletivos, diferente do “nosso” coletivo aqui, muitas vezes são a junção de dois ou mais artistas que se unem para impulsionar a visibilidade de seus trabalhos. É bacana e tem seu valor (e conheço ótimos que futuramente serão citados por aqui).

Porém, o que percebo é que muitas vezes há uma carência do consumidor final. Ou uma dificuldade no diálogo entre artistas e “compradores”. Não é culpa de ninguém. Cada um tem seu jeito peculiar. Muitos artistas não sabem da grandiosidade de suas obras ou não sabem cobrar pelo seu talento. E a maioria dos investidores, ainda mais os incentivadores da arte urbana, não sabem a linguagem do trabalho, como pedir, como se aproximar, como encontrar alguém que exatamente procuram para um projeto específico.

É aí que surge a Möve. Uma ligação entre artistas e projetos. Ou artistas e investidores.

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A Möve é uma empresa, de mais de três anos, que faz a mediação do processo de compra de ilustração e auxilia na produção de projetos especiais que envolvam a arte.

Imagem de Amostra do You Tube

Essa curadoria ou criação de projetos é feita através de um banco de artistas que a Möve tem disponível e que aumenta a cada dia. Entre alguns deles estão: Bruno9li,  Cimples, Diego Medina,  Emerson Pingarilho, Nina Moraes, Trampo, entre muitos outros, nacionais e internacionais.

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Final do ano passado, entrevistei Bruno Narvaez, um dos integrantes da Möve, para contar melhor como é o dia-a-dia da empresa e sobre essa oportunidade para novos artistas que precisam de vitrine e parcerias.

http://www.vimeo.com/8565764

Iniciativas como essa fortalecem todos os integrantes da cadeia do mercado da arte e merecem sempre o nosso destaque.

Ficou curioso? Quer saber mais? Entre no site: http://www.move.art.br

No longer empty + Gaia

 

O projeto No Longer Empty (NLE) é um projeto criado por diversos artistas e curadores que organizam exibições de arte em frente a propriedades de Nova York com trabalhos feitos diretamente em portões e muros. O objetivo é revitalizar espaços vazios em diversas áreas através da sensibilização e da arte de qualidade.

No site podemos ver que a programação é intensa, agora para o final do ano a preparação é para a exposição de trabalhos de diversos artistas sobre um só tema: A situação Palestina-israelense.

O artista Gaia, que faz parte do No Longer Empty, pinta no vídeo um portão em um bairro de NY. (Aliás, Fever Ray foi uma ótima escolha para a trilha).
Imagem de Amostra do You Tube

A verdadeira beleza está nas cicatrizes.

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Dan Bergeron, aka Fauxreel, é um artista de rua e acaba de lançar imagens de sua mais recente série de trabalhos “Face of the city”. A nova coleção conta com obras em papel colado aplicado de uma maneira nova. Ele é um profundo conhecedor das características proeminentes do rosto humano. Em suas intervenções, cria um mix incomum entre o ambiente urbano e suas colagens.

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Em projetos mais antigos, veja só o que este sujeito faz com os outdoors…

Imagem de Amostra do You Tube
Imagem de Amostra do You Tube
Imagem de Amostra do You Tube

“Andy Warhol japonês”

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Depois de rodar os 4 cantos do mundo, a exposição  de Takashi Murakami, chega ao palácio de Versailles em 2010. Murakami é famoso por seu estilo pop, influenciado pelos animes e mangás japoneses, chegando a ser chamado de “Andy Warhol japonês”, numa alusão ao artista norte-americano que difundiu a pop-art no mundo, na década de 60.

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No meio da moda ficou conhecido por suas colaborações com o estilista, também japonês, Yohji Yamamoto e especialmente pelos trabalhos realizados em parceria com a Louis Vuitton. É definitivamente um artista completo, entre suas obras encontramos pinturas, esculturas, instalações e filmes e muito mais.

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Tem galeria tentando trazer Murakami para o Brasil ainda em 2010.
Mas, enquanto isso vai curtindo por aqui.

Stop Motion do Efterblivet

Efterblivet é um coletivo de artistas do Canadá. Esse vídeo em Stop Motion mostra o trabalho de um dos integrantes, o Nietzche, cujo objetivo era fazer 20 variações no capacete de um astronalta.
É um “atropelo” válido nesse caso. :)

http://www.vimeo.com/7824613


Dispatchwork

É impressionante como um monte de peças coloridas que se encaixam podem resultar em dezenas de projetos, que vão de realidade aumentada a intervenção artística urbana, como o projeto Dispatchwork, realizado pelo artista Jan Vormann . Foram 9 cidades, que com a ajuda de pessoas comuns, receberam a instalação dos cubos em locais “deteriorados”. Relação de arte x marca na sua melhor forma.

Indicação de @ce_dasilva

Um trabalho sem precedentes

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AJ Fosik desenvolve estes artesanatos em seu estúdio na Filadélfia. Acho que não preciso dizer muito, porque o trabalho do cara realmente fala por si. Seu senso estético é intenso. Não há confundir o trabalho dele com o de mais ninguém, e quantas vezes você pode dizer isso nos dias de hoje?aj_FF_143399258520_1dc95cb749

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