Waste Land

O senso comum diz que lixo é algo imprestável. Mas, no mundo da arte, sempre tem alguém que nos dá novas perspectivas. E o cara da vez é o artista plástico Vik Muniz.

Saindo dos EUA e desembarcando em Duque de Caxias (RJ), no aterro sanitário de Jardim Gramacho, destino de 80% das toneladas de lixo produzidas diariamente na Grande Rio de Janeiro, Vik se aproximou da realidade dos catadores de lixo que ali vivem e levou até eles o seu trabalho inusitado e extremamente criativo.

Para o cara que já utilizou açúcar, chocolate, sucata e caviar nas suas obras, o lixo exerce fascínio imenso e, por isso, ele o escolheu para compor a série “Imagens de Lixo”, que são representações de quadros clássicos feitos com resíduos do aterro e inspirados nos cidadãos que ali circulam e retiram seu sustento, sonhos e angústias.

Todo esse cenário transformou-se no documentário “Lixo Extraordinário” (Waste Land, 2009), com direção de João Jardim, Karen Harley e Lucy Walker. Fernando Meirelles colabora na produção executiva. A profundidade do registro é tamanha que o filme conquistou prêmios no Festival de Sundace e, também, no Festival de Berlim.

Confira o trailer abaixo:

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Touro da madrugada

Touros acordaram nesta manhã de segunda-feira montados em duas vacas da CowParade. A intervenção não autorizada durou pouco. Logo pela manhã os touros foram retirados pelos organizadores, que asseguraram que as vacas não foram danificadas.

A ação é do artista plástico Eduardo Srur, que apesar de ter realizado esta ação não autorizada, é autor de outras ações em parceria com prefeitura e com patrocínio de empresas. “O touro vem para fazer uma inseminação cultural brasileira, gerar uma discussão”, segundo o artista.

fonte: Folha

Exposição de arte no IPhone

http://www.vimeo.com/9031739

Follow The Queen” é uma exposição de arte virtual, especialmente criada para para IPhone/IPod Touch, disponível a partir de 20 de março na App Store. Serão expostas obras de 10 artistas da nova cena, como  Nina Moraes, Pedro GutierresLidia Brancher.

Mas para que a experiência seja ainda mais interativa, em cada obra existirá uma “rainha” escondida, que dá acesso à outra obra. Por isso o nome do projeto.

A exposição não se limita a web, também tem sua presença física em parceria com galerias de Porto Alegre, São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Nelas, novos artistas poderão retirar um kit e inscrever sua obra. As selecionadas serão publicadas no blog.

O projeto é da da Queen Mob e Pomba Arts.

Nomes da arte: Gerson Reichert

O artista plástico porto-alegrense Gerson Reichert apropria-se de superfícies já contaminadas para fazer verter desse universo gráfico sua arte. Reichert desenvolve a partir de intervenções com pinceladas espessas de tinta a óleo, acrílico, pigmentos diversos e caneta hidrográfica, um amplo diálogo entre palavra, imagem e gesto resultando em novas narrativas e ressignificações das linguagens artísticas.


O desenho, que desde cedo foi para o artista uma atividade constante, foi se estruturando e ganhando materialidade na corporificação da pintura. Atividade que desde 2003 vem estimulando sua intensa imersão em atelier. Do contato com a produção de Iberê Camargo e artistas que manteve contato no Instituto de Artes da UFRGS, como Teresa Poester e Flávio Gonçalves, iniciou uma valorização do gesto e da ação física na criação de seus trabalhos, sempre com a preocupação de manter a gestualidade característica de seus desenhos.

Imerso nesse ambiente de criações interativas, Reichert começou ainda em 2003, a trabalhar com materiais de circulação impressa como a revista alemã Humboldt, distribuída pelo Instituto Goethe. O artista buscava a fusão da pintura e do desenho com a estrutura rígida do meio impresso, criando assim uma nova imagem. E comenta: “Linguagens distintas quando colocadas em relação no mesmo espaço só criam uma nova linguagem quando se reconfiguram, se entrelaçam, uma em função da outra”.

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Dessa atividade constante surge entre outros, a série Humboldt Revista, intervenções com diversos materiais sobre as páginas da revista,como num processo de ocupação de lugar marcado, uma espécie de site specific work. Fato que encontrou eco no corpo editorial da mesma, no ano de 2009, em publicação especial comemorativa dos 50 anos da revista alemã. Tendo recebido em 2008, o Prêmio Cultura RBS Artista Revelação e o Prêmio Açorianos de Artes Plásticas também como Artista Revelação pela mostra Humboldt Revista no Atelier Subterrânea na capital gaúcha em 2007. Ainda em 2008 é contemplado como Destaque na Bolsa Iberê Camargo.


Desenhando Histórias

(Foto: Fernanda Sunega – organizadora do evento)

O projeto “Desenhando Histórias” vai percorrer bibliotecas e escolas públicas de Campinas até dia 15 de Maio. O projeto que começou dia 06, pretende reunir profissionais e interessados para criar composições visuais inspiradas na literatura através do Grafite.

O público poderá adquirir informações sobre as obras e seus autores através da distribuição de folhetos explicativos e assistir aos live paintings. Veja a programação completa no site do catraca livre.

via catraca livre

Alteza na Oca

Está rolando na Oca, em São Paulo, a exposição Roberto Carlos – 50 Anos de Música, em comemoração aos 50 anos (claro) de carreira do cantor. São fotos, discos, prêmios, carros e uma infinidade de pertences que ilustram a história musical e pessoal de um dos mais bem-sucedidos artistas da música brasileira e mundial. O curador Marcello Dantas conta que o próprio homenageado escolheu rigorosamente cada peça a ser exposta. Por isso, o Rei garante: “Tudo aqui é o meu retrato”.

Enfim, você não precisa ter as músicas dele no seu iPod (eu tenho no meu mp3 player que comprei no Shopping Coréia) mas não há como negar que, artisticamente, Roberto Carlos atingiu o status de mito. Não à toa ele gravou mais de 50 álbuns, participou de 11 filmes, já recebeu da gravadora CBS o Prêmio Globo de Cristal, oferecido aos artistas que ultrapassam a marca dos cinco milhões de discos vendidos fora do país de origem, já ganhou um Grammy de Melhor Cantor Latino-americano (em 1988, quando a premiação ainda era séria), já atingiu o topo da parada latina da Billboard, entre outras conquistas.

Também já teve suas canções regravadas por diversos artistas consagrados como Cássia Eller, Chico Science & Nação Zumbi, Barão Vermelho, Ira e Skank. Portanto, uma exposição que tem muito a nos acrescentar.

Esta dele eu acho matadora. E notem o naipe do Rei e o primor das cenas de ação do cinema nacional da época.

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Oca
Av. Pedro Álvares Cabral, s/ nº – Parque Ibirapuera – Sul. Telefone: 5572-0985.

Ingressos:
R$ 5 (terças e quartas)
R$ 20 (demais dias)
Grátis p/ maiores de 60 anos.

Expo de Rafael Silveira e Presto

Rafael Silveira é o mais novo artista da galeria Choque Cultural e ganha exposição individual ao lado de Presto, uma das apostas da galeria para 2010

São duas individuais a partir de 6 de março: Presto faz a segunda individual, mostrando uma grande instalação no porão da galeria, com um painel de 320 x 150 cm, além de outras pinturas sobre tela e madeira. Já o curitibano Rafael Silveira faz sua primeira individual em São Paulo e estreia no time de artistas representados pela galeria, trazendo suas pinturas pop surrealistas em telas. (direto do release da galeria)

Dando o sangue por São Paulo

Você passa tempo suficiente cuidando da sua família, dos seus amigos e da sua cidade? O artista Felipe Frisoni decidiu lembrar a todos nós a importância desses gestos com uma intervenção urbana.

Através de bolsas de sangue falso aplicadas em placas de endereço, hospitais abandonados, monumentos, pontos de ônibus, Frisoni nos chama para “dar o sangue” pela cidade.  Veja seu depoimento:

“Através das bolsas de sangue, o cidadão é direcionado à pensamentos relacionados à saúde, sangue-hospital-consciência. A consciência surge toda vez que passamos por situações de reflexão e a saúde é um tema que nos faz atingir este estado de repensar.

São Paulo está caótica, precisando de ajuda e os únicos que podem salvar a cidade são os próprios cidadãos. Em uma época que se fala tanto em responsabilidade social,está na hora da população se conscientizar da força que cada um tem individualmente.

Como cidadão me sinto parte da mudança da cidade. Cada um de nós representamos uma parcela deste mosaico de diversidades chamado São Paulo. Está mais do que claro que aguardar as autoridades não surtirá efeito. Por exemplo, se uma pessoa se assusta com as bolsas e resolve ficar com os filhos, por que acredita que está ausente, meu objetivo já foi alcançado. O começo está nas pequenas coisas.”





Felipe Frisoni,
tem  25 anos de idade. É publicitário, redator, roteirista, websurfer, trend hunter e artista plástico. Tem interesse por causas sociais e procura desenvolver suas obras com este tipo de apelo.  Tem dois blogs:

www.mtv.com.br/adifusora/blog
www.dichavador.wordpress.com

O trabalho foi fotografado por Felipe Morozini.

Exposição de Marcelo Daldoce

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A partir de hoje (23/2) vai acontecer a exposição individual do ilustrador e artista plástico Marcelo Daldoce na livraria e galeria Pop. O artista é o criador das ilustrações da revista Playboy e irá expor 24 peças publicadas desde 2008. Pelo vídeo acima, vale a pena prestigiar!

Dica de @malagueeta

Janelas da Alma

Em uma reflexão artística de fora pra dentro, própria da maioria das intervenções que postamos aqui, o fotógrafo Hélio Romero nos faz observar São Paulo sob um novo ângulo: o das janelas.

Através de um ensaio colorido, verdadeiro e cheio de contrastes, o fotógrafo conta muitas histórias sobre o povo, que nem sempre é paulistano, pobre, rico, cansado, risonho, triste, que mais vê do que é visto. É uma abertura para olharmos para o lado e explorarmos outros elementos da nossa rotina que pouco dividimos foco no dia a dia.

Via. Mais aqui.

Nomes da arte: Daniel Melim

Daniel Melim nasceu em São Bernardo do Campo em 1979. Pós graduou-se em Artes Visuais, mas foi nas ruas do seu bairro que aprendeu a pintar, fazendo graffiti e intervenções urbanas, quase sempre associadas ao estêncil, técnica de pintura sobre máscaras com imagens vasadas.

O imaginário pesquisado por Melim, remete ao conforto de figuras retiradas de compêndios de clichês de publicidade antiga e simbolizam o mundo ingenuamente feliz, projetado pela propaganda. Mas o uso dessas imagens é, invariavelmente, crítico. O artista transforma os clichês em estêncils e os aplica, às vezes com ironia, às vezes desprezando a qualidade simbólica da imagem e ficando apenas com a textura proporcionada pelas manchas de tinta. Cria, quase sempre, resíduos de imagens borradas e desfocadas, quase desfiguradas e transformadas em ruido visual.

Melim produz telas e murais. No caso das intervenções urbanas, as texturas já estão prontas para serem usadas. O artista pesquisa os lugares que receberão as intervenções, olhando para a sujeira e o desgaste dos muros, provocado pelo tempo e pelo uso. Pátinas, rabiscos, pinturas descascadas, tudo vai sendo apropriado pelo artista e transformados em texturas e composições.

Daniel Melim estreia sua exposição a partir de 20/2  na galeria Choque Cultural.

O marketing que valoriza a arte

A marca Toddy está presente na Cow Parade formando um novo caminho para a inserção da arte contemporânea no âmbito do marketing. Liderado pelo artista plástico Cusco, do Rio Grande do Sul, que iniciou o projeto e dividirá a customização da obra com outros dois artistas: Carla Barth e Estúdio Alice (coletivo). Eles fazem parte da nova geração de artistas plásticos brasileiros e criarão uma vaca irreverente, autêntica e moderna, representando o universo de Toddy e dos seus consumidores, a COWDDY.

A customização da vaca rola “ao vivo”, permitindo que o público acompanhe o processo também pelo Facebook e Twitter, o que torna tudo ainda mais divertido. A ação, idealizada pela agência Cubocc, ainda prevê interação com aplicativo, distribuição de brindes e eventos.

A peça começou a ser customizada ao vivo durante o lançamento da Cow Parade, no dia 20 de janeiro, no Mube, e será finalizada na Av. Paulista, onde ficará exposta até o final evento, dia 25 de março.

Automóveis são atores do teatro do ERRO Grupo

“Em AUTODRAMA as portas para a comunicação urbana ficam abertas, e é criada uma nova forma de se relacionar com a rua e humanizar o futuro frio de estradas cada vez maiores e carros por todos os lados.”

O ERRO Grupo, coletivo de Florianópolis/SC fundado em 2001, apresenta AUTODRAMA amanhã dia 10, quarta-feira, às 12h, ao meio dia, na Praça Dom José Gaspar, na região central de São Paulo.

Autodrama - ERRO Grupo - foto2 de Júlia Amaral

AUTODRAMA consiste em uma interferência urbana construída através da utilização de quatro carros de som que propagam textos dramáticos dialogando entre si e atuando em movimento por um local específico da cidade, assim como por suas ruas próximas. A dramaturgia da peça foi realizada a partir de releituras e cruzamentos de quatro peças teatrais, Macbeth de Shakespeare, Mateus e Mateusa de Qorpo Santo, Ascensão e queda da cidade de Mahagonny de Brecht, e Fuenteovejuna de Lope de Veja, entrelaçados a textos de leis burocráticas, filosóficos e de auto-ajuda.

O ERRO Grupo com AUTODRAMA busca a reflexão sobre o habitat urbano criando um deslocamento dos mecanismos de marketing e propaganda para fomentar um questionamento político, social, ambiental e cultural. Ao propagar gravações de diálogos dramáticos realizados por atores, através das trilhas sonoras e da movimentação desses carros em avenidas e ruas da cidade, a peça cria caminhos e espaços dramáticos de conflito e de relações entre os carros, as pessoas, os transeuntes, o teatro e a cidade, apropriando-se das possibilidades oferecidas pela performance-art, das extensões do corpo em ações artísticas e subvertendo estratégias contemporâneas de comunicação.

Autodrama em Canoas-RS - ERRO Grupo - foto de Rhaisa Muniz

AUTODRAMA se justifica pela necessidade do ERRO em aproximar arte e vida, de entender a cultura como algo inerente a vida e, portanto, em se apropriar estrategicamente de formas inseridas no cotidiano das pessoas, para re-significar tanto o lugar sacramentado da arte quanto sua interferência nos fluxos urbanos.  O diretor teatral Pedro Bennaton, que concebeu AUTODRAMA junto à atriz e dramaturga Luana Raiter, afirma: “É tarefa do ator contemporâneo abusar das extensões midiáticas e subverter os meios de comunicação para inserir-se e agir no cotidiano, pois, sua presença física se torna diferente da caracterização normal de um ato teatral, constrói outras possibilidades como a de motoristas de automóveis que se tornam atores ao criarem no espaço urbano cenas particulares com estruturas dramáticas”.

Ficha técnica

Concepção: Luana Raiter e Pedro Bennaton

Dramaturgia: Luana Raiter e Pedro Bennaton

Atores, vozes e motoristas: Ana Paula Cardozo, Luana Raiter, Michel Marques, Pedro Bennaton, Rodrigo Sember e carro de mensagem ao vivo

Pesquisa Sonora (eletro-mecânica): Michel Marques, Pedro Bennaton e Rodrigo Sember

Sonoplastia: Luana Raiter e Pedro Bennaton

Design Gráfico: Luana Raiter

Fotos: Júlia Amaral e Rhaisa Muniz

Assessoria de imprensa: Ana Letícia da Rosa

Web-design: Henrique Palazzo

Produção: Ana Paula Cardozo e Luana Raiter (ERRO Grupo)

Aberta inscrição da “batalha de grafite”

Evento acontece entre 25 e 28 de março,
será o primeiro do tipo no país e terá
grafiteiros internacionais entre os jurados.

Se você curte arte de rua, fique ligado! As inscrições para a primeira Batalha Nacional de Graffiti começaram hoje e vão até o dia 10 de fevereiro. Não existe taxa para participar, e a ficha pode ser baixada aqui.

A Batalha, batizada de King of Brasil, acontece nos dias 25 e 28 de março, durante o Urban Fest, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. Podem participar crews (grupos de grafiteiros) brasileiras, ou que possuam no máximo um integrante estrangeiro.

Os organizadores prometem que a competição será um dos maiores eventos sobre grafite já feitos no País, e terá grafiteiros internacionais no corpo de jurados. O Urban Fest também terá workshops, DJs, batalhas de break, futebol freestyle e outras diversões do tipo.

fonte: Pedro Carvalho, iG
@igjovem

Pichação é um movimento legítimo?

Imagem de Amostra do You Tube
Este é o trailer 2 do filme PIXO. No vídeo, os pichadores invadem a faculdade de Belas Artes para protestar. A ação foi  feita por cerca de 40 jovens portando sprays. Eles chegaram à faculdade mascarados e com as latas escondidas sob as roupas…. o resultado você confere aí.
Dica by: Olkis

Trailer do filme PIXO. Veneno da lata.

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Arriscando a vida e mostrando a cara. Enquanto o filme do anônimo Banksy não passa nas telas daqui, você pode conferir trailer do documentário “PIXO”, com a direção de João Wainer e Roberto T. Oliveira. Uma verdadeira ode do anarquismo nacional. O filme é um convite ao debate: pichação é arte ou é crime? Você é contra ou…
Dica by: Olkis

As vacas estão soltas novamente

Provavelmente você já as viu por aí, mas talvez não tenha entendido nada. Mas as vacas coloridas espalhadas pela cidade já são consideradas o maior e mais bem sucedido evento de arte pública no mundo.

É a Cow Parade. Esculturas de vacas em fibra de vidro que são decoradas por artistas locais e distribuídas por várias cidades do mundo, em locais públicos como estações de metrô, avenidas e parques. Após a exposição, as vacas são leiloadas e o dinheiro é entregue para instituições beneficentes.

Ao redor do mundo, mais de 5.000 artistas participaram da Cow Parade, estima-se que mais de 150 milhões de pessoas tenham visto uma das vacas famosas e US$ 22 milhões foram levantados para entidades beneficentes através do leilão das vacas.

“Há algo de mágico sobre a vaca. Ela representa coisas diferentes para pessoas diferentes ao redor do mundo: é sagrada, é histórica, mas o sentimento comum é de carinho. Servindo como uma tela de arte, não existe nenhum outro animal ou objeto que fornece a forma, flexibilidade e amplitude de uma vaca, se transformando em outros animais, pessoas ou objetos.” Diz os organizadores.

Assista abaixo alguns dos artistas desta edição:

http://www.vimeo.com/7675353 http://www.vimeo.com/7885804 http://www.vimeo.com/8207857

Veja a localização delas no mapa de SP abaixo:


Visualizar Cowparade 2010 em São Paulo em um mapa maior

Informações do site oficial

Exposição Caligrafia Urbana

De 12 de Janeiro a 11 de Fevereiro a exposição “Caligrafia Urbana” estará na galeria Rojo Artspace, em Barcelona (infelizmente), apresentando trabalho dos brasileiros Yomar Augusto e Tony de Marco.

Yomar Augusto, radicado na Holanda desde 2004, é artista e designer gráfico e de tipos, e seu trabalho explora a serigrafia e a caligrafia em diferentes materiais. O paulista Tony de Marco, designer de tipos, artista e fotógrafo, pretende, sob o codinome “Pixotosco”, combinar a “alta costura” do design de tipos com as letras “selvagens” das pixações paulistanas”.  (via designgrafico)

Conheça um pouco do trabalho de Yomar Augusto:

http://www.vimeo.com/1794435

Artistas + Investidores

Cada vez mais surgem coletivos de arte, principalmente contemporânea e/ou urbana, para darem suporte a artistas independentes e para aculturar a sociedade de que existem iniciativas inovadoras e pertinentes onde a solução se dá pela arte.

Esses coletivos, diferente do “nosso” coletivo aqui, muitas vezes são a junção de dois ou mais artistas que se unem para impulsionar a visibilidade de seus trabalhos. É bacana e tem seu valor (e conheço ótimos que futuramente serão citados por aqui).

Porém, o que percebo é que muitas vezes há uma carência do consumidor final. Ou uma dificuldade no diálogo entre artistas e “compradores”. Não é culpa de ninguém. Cada um tem seu jeito peculiar. Muitos artistas não sabem da grandiosidade de suas obras ou não sabem cobrar pelo seu talento. E a maioria dos investidores, ainda mais os incentivadores da arte urbana, não sabem a linguagem do trabalho, como pedir, como se aproximar, como encontrar alguém que exatamente procuram para um projeto específico.

É aí que surge a Möve. Uma ligação entre artistas e projetos. Ou artistas e investidores.

IMG_3460

A Möve é uma empresa, de mais de três anos, que faz a mediação do processo de compra de ilustração e auxilia na produção de projetos especiais que envolvam a arte.

Imagem de Amostra do You Tube

Essa curadoria ou criação de projetos é feita através de um banco de artistas que a Möve tem disponível e que aumenta a cada dia. Entre alguns deles estão: Bruno9li,  Cimples, Diego Medina,  Emerson Pingarilho, Nina Moraes, Trampo, entre muitos outros, nacionais e internacionais.

Imagem1

Final do ano passado, entrevistei Bruno Narvaez, um dos integrantes da Möve, para contar melhor como é o dia-a-dia da empresa e sobre essa oportunidade para novos artistas que precisam de vitrine e parcerias.

http://www.vimeo.com/8565764

Iniciativas como essa fortalecem todos os integrantes da cadeia do mercado da arte e merecem sempre o nosso destaque.

Ficou curioso? Quer saber mais? Entre no site: http://www.move.art.br

Stephan Doitschinoff

http://www.vimeo.com/2301531

O artista plástico brasileiro Stephan Doitschinoff ganhou o prêmio de artista revelação pela APCA (associação paulista de críticos de arte).
Seu trabalho realmente é bastante consistente, acompanho seus passos desde 2001 quando ele morava e pintava em Londres.
Hoje está no MASP, já publicou livro pela Gestalten alemã, já teve mostra individual na Inglaterra, EUA e por aqui tb.
Para ver um de seus trabalhos (site específico) em Lenções na Chapada Diamantina o documentário “Temporal” produzido pela Movie&Art onde ele morou e realizou esse super projeto de 3 anos.

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