O marketing que valoriza a arte

A marca Toddy está presente na Cow Parade formando um novo caminho para a inserção da arte contemporânea no âmbito do marketing. Liderado pelo artista plástico Cusco, do Rio Grande do Sul, que iniciou o projeto e dividirá a customização da obra com outros dois artistas: Carla Barth e Estúdio Alice (coletivo). Eles fazem parte da nova geração de artistas plásticos brasileiros e criarão uma vaca irreverente, autêntica e moderna, representando o universo de Toddy e dos seus consumidores, a COWDDY.

A customização da vaca rola “ao vivo”, permitindo que o público acompanhe o processo também pelo Facebook e Twitter, o que torna tudo ainda mais divertido. A ação, idealizada pela agência Cubocc, ainda prevê interação com aplicativo, distribuição de brindes e eventos.

A peça começou a ser customizada ao vivo durante o lançamento da Cow Parade, no dia 20 de janeiro, no Mube, e será finalizada na Av. Paulista, onde ficará exposta até o final evento, dia 25 de março.

Inflatable Art

De vez em quando dou uma olhada em algumas atitudes “sustentáveis” que acontecem por aí. Dessa vez eu me deparei com um artista que não usa especificamente o lixo para produzir suas peças, mas sim os sacos.

Como uma forma de criticar a quantidade de lixo e sacos amontoados pelas ruas, o artista Joshua Allen Harris transformou essa cena em algo muito mais interessante.

Com ajuda dos bueiros da cidade de NY, ele criou esculturas de sacos de lixo que inflam com as correntes de ar produzidas nas galerias de esgoto, dando vida a simples sacos pretos.

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Aberta inscrição da “batalha de grafite”

Evento acontece entre 25 e 28 de março,
será o primeiro do tipo no país e terá
grafiteiros internacionais entre os jurados.

Se você curte arte de rua, fique ligado! As inscrições para a primeira Batalha Nacional de Graffiti começaram hoje e vão até o dia 10 de fevereiro. Não existe taxa para participar, e a ficha pode ser baixada aqui.

A Batalha, batizada de King of Brasil, acontece nos dias 25 e 28 de março, durante o Urban Fest, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. Podem participar crews (grupos de grafiteiros) brasileiras, ou que possuam no máximo um integrante estrangeiro.

Os organizadores prometem que a competição será um dos maiores eventos sobre grafite já feitos no País, e terá grafiteiros internacionais no corpo de jurados. O Urban Fest também terá workshops, DJs, batalhas de break, futebol freestyle e outras diversões do tipo.

fonte: Pedro Carvalho, iG
@igjovem

Pichação é um movimento legítimo?

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Este é o trailer 2 do filme PIXO. No vídeo, os pichadores invadem a faculdade de Belas Artes para protestar. A ação foi  feita por cerca de 40 jovens portando sprays. Eles chegaram à faculdade mascarados e com as latas escondidas sob as roupas…. o resultado você confere aí.
Dica by: Olkis

Trailer do filme PIXO. Veneno da lata.

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Arriscando a vida e mostrando a cara. Enquanto o filme do anônimo Banksy não passa nas telas daqui, você pode conferir trailer do documentário “PIXO”, com a direção de João Wainer e Roberto T. Oliveira. Uma verdadeira ode do anarquismo nacional. O filme é um convite ao debate: pichação é arte ou é crime? Você é contra ou…
Dica by: Olkis

Mentalgassi. Uma colagem descolada.

001Mentalgassi é um coletivo de Berlim que faz arte nas ruas se utilizando de colagens em objetos urbanos. São stickers gigantes colados em módulos formando faces. Aqui estão algumas das intervenções feitas em abóbadas gigantes e máquinas de validação de bilhetes.

002O coletivo conta com três integrantes que se conheceram fazendo Grafite, mas agora optaram por “algo mais sutíl”.

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Os posters acima, foram feitos a partir de 3 fotos que podem ser visualizadas isoladas em seus respectivos ângulos.
Imagem de Amostra do You Tube No vídeo você acompanha o passo-a-passo dessa ação.

Ecologicamente responsável.

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Com uma proposta diferenciada e inovadora a artista de rua Edina Tokodi, vem usando táticas de guerrilha verde para levar a natureza para perto dos moradores através de suas obras de arte. Todoki procura cultivar a eco-sensibilidade urbana.

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Tokodi estudou artes gráficas e desenho na Academia Húngara de Belas Artes e também o cursou desenho urbano em Milão, Itália. Atualmente vive em Brooklyn, Nova Iorque.

A verdadeira beleza está nas cicatrizes.

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Dan Bergeron, aka Fauxreel, é um artista de rua e acaba de lançar imagens de sua mais recente série de trabalhos “Face of the city”. A nova coleção conta com obras em papel colado aplicado de uma maneira nova. Ele é um profundo conhecedor das características proeminentes do rosto humano. Em suas intervenções, cria um mix incomum entre o ambiente urbano e suas colagens.

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Em projetos mais antigos, veja só o que este sujeito faz com os outdoors…

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Waleska Nomura. Grafite brazuca no Reino Unido

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O trabalho da brasileira Waleska Nomura é mais uma prova de que a arte não conhece fronteiras. Waleska chegou em Londres com um objetivo comum a muitos brasileiros: estudar inglês e voltar para casa. Logo conheceu o artista inglês Adam Neate, reconhecido mundialmente pela sua “arte de rua”. Mas os primeiros contatos com a arte do grafite foram através do seu irmão, Tinho, que fazia parte de um dos primeiros grupos de grafiteiros de São Paulo. Grupo que contava com os Gemeos, nome do grafite brasileiro respeitado internacionalmente. Em Londres, ela deu continuidade ao trabalho com grafite, expándindo-o para outras cidades européias. Vivendo em Brigthon, onde o Canallondres foi visitá-la, Waleska deu mais um passo importante na carreira, com a sua primeira exposição individual que rolou até outubro, na Brick Lane Gallery, Londres.
Este vídeo é um dos vários apresentados pelos nossos parceiros do Reino Unido: Silvino e Susan, do Canallondres.tv.
Este, dirigido e produzido  por Caroline Ravagnani.
Um blog muito interessante sobre viagens, pessoas, música, lugares. Enfim, se você se interessa pela terra da rainha, é imperdível. Estamos conversando sobre uma parceria de conteúdo para 2010, e para dar uma pista do que teremos, publicamos este post “teaser”. Siga em @canallondres.
Este post mostra o trabalho da brasileira Waleska Nomura, que é mais uma prova de que a arte não conhece fronteiras. Waleska chegou em Londres com um objetivo comum a muitos brasileiros: estudar inglês e voltar para casa. Logo conheceu o artista inglês Adam Neate, reconhecido mundialmente pela sua “arte de rua”. Mas os primeiros contatos com a arte do grafite foram através do seu irmão, Tinho, que fazia parte de um dos primeiros grupos de grafiteiros de São Paulo.
Em Londres, ela deu continuidade ao trabalho com grafite, expándindo-o para outras cidades européias. Vivendo em Brigthon, onde o Canallondres foi visitá-la, Waleska deu mais um passo importante na carreira, com a sua primeira exposição individual que rolou até outubro deste ano, na Brick Lane Gallery, Londres.

RIFO MEIO FUCA PRA PAGAR A FACU

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Recebi um folheto na rua que direcionava para o blog RIFO MEIO FUCA
Dá só uma olhada. Tá com cara de guerrilha… E se for… De quem será! Você sabe?
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PARTICIPE DA RIFA DO MEIO FUCA MANDANDO UM EMAIL PRA: zefuca70@gmail.com

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No blog dá pra conferir por completo como surgiu o meio fuca rifomeiofuca

BIAR – 1ª Bienal Internacional de Arte de Rua de SP

Hoje, nas ruas ou nos museus, a capital paulistana é referência mundial quando o assunto é arte urbana. O sucesso dessa trajetória ganha agora um novo capítulo com o projeto da 1ª Bienal Internacional de Arte de Rua de São Paulo (BIAR), prevista para acontecer no segundo semestre de 2010.

O evento deve reunir sob um mesmo slogan — o da arte de rua — as várias linguagens estéticas da urbe: o grafite, o “pixo”, os stickers (adesivos) e os lambe-lambes. A ideia é instituir no calendário cultural da cidade uma grande mostra que celebre essa produção contemporânea periodicamente.

“Serão convidados 50 artistas para expor trabalhos no museu e fazer intervenções por São Paulo”, explica Rui Amaral (foto), artista, idealizador e um dos curadores do evento.

Banksy, o grafiteiro britânico que se consagrou como o artista de rua mais famoso da atualidade, e o italiano Blu são prioridade na lista dos convidados internacionais. “O tamanho da BIAR, no entanto, vai depender do montante de recursos captados”, diz Amaral, ele mesmo um dos pioneiros do grafite nacional, cujo traçado colore de azul, branco e amarelo o “buraco da Paulista” desde os anos 80 até os dias de hoje.

Fazem parte do corpo curatorial da BIAR Amaral, Celso Gitahy e os grafiteiros Binho Ribeiro, Ozi, Samir Muad, Tikka Meszaros e Tinho.

Por Fernanda Mena, direto de Ilustrada / Folha Online

Caminho das águas

No lugar onde a urbanização tomou espaço do mar, o artista mineiro Piatan Lube marcou o chão de Vitória e  Florianópolis, com quase 3km de linha azul pintada no chão. O objetivo da intervenção “Caminho das Águas” é trazer à tona memórias das cidades que já estão submersas.

http://1.bp.blogspot.com/_lgCnNmlRPoU/Sw1PYOzNjQI/AAAAAAAABVA/qZJ3xL8ASGQ/s1600/IMG_3832.jpg

Para o artista, Caminho das Águas possibilita uma série de desdobramentos patrimoniais, de memória geológica, cultural, afetiva e, sobretudo, coletiva. “Quero convidar os habitantes de Vitória a reviverem, presentificarem as diversas cidades que estão ainda submersas. Quero a memória afetiva das pessoas”, diz Piatan.

Assista ao vídeo:

http://www.vimeo.com/5517421

No blog de Victor da Rosa (que eu altamente recomendo), você pode ler mais sobre essa intervenção.

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Esta intervenção aconteceu recentemente numa das avenidas mais “intrigantes” de São Paulo, o Minhocão. Um grupo de 21 pessoas criou a ação que durou apenas algumas horas, já que a chuva e o movimento dos carros se reponsabilizaram em apagar. Mas pelo jeito, esta era a ideia mesmo. Fonte do vídeo aqui, por @lorenzo

Cursor Urbano com GPS

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Urban Cursor é um projeto interativo desenvolvido para um festival cultural na Espanha. Esta peça gigante foi colocada em uma praça pública na Catalunha. Através de um dispositivo GPS embutido, o cursor pode transmitir suas coordenadas geográficas para um site. E do site, as coordenadas foram mapeadas para o Google Maps, que documentou todos os movimentos no mundo físico. urbancursor

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Trimmer com ação em postes

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O grande feito partiu da agência Saatchi & Saatchi da Indonésia. Os cartazes foram instalados em vários postes usando os fios como se fossem os pelos saindo do nariz. É mesmo uma pena ser proibido fazer algo do tipo aqui em sampa…

Grafiteiros cobram regulamentação de sua arte

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Os grafiteiros querem, além de diferenciar a sua arte das simples pichações, o reconhecimento e o apoio ao Projeto de Lei 138/2008, de autoria do presidente da Frente Parlamentar da Cultura, deputado federal Geraldo Magela (PT-DF). O projeto faz a distinção entre as duas formas de manifestação gráfica. Ele regulamenta, entre outras coisas, o grafite como uma manifestação artística que promove a inclusão social e prevê pena de prisão para o pichador.
Com a regulamentação, o grafite pode ser exposto em qualquer lugar desde que autorizado pelo proprietário do imóvel que vai recebê-lo.

“Grafite é uma arte e seu autor um artista, que passará a ter chance de ter até uma remuneração. A pichação é uma agressão ao patrimônio, uma agressão ambiental e como tal punível como crime que pode levar até um ano de prisão”, disse o deputado Geraldo Magela. fonte: Agência Brasil

Mais aqui

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Durante a noite a loja GAP em Vancouver, Canadá, virou tudo de ponta cabeça. Até os itens na frente da loja não escaparam da ação de gerrilha. Tudo foi criado para promover as vendas. Custou pouco e fez um grande barulho…

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Vitrine, fachada da loja e carros na rua, também fizeram parte da composição.

No vídeo aparecem também pessoas andando na rua de cabeça para baixo.
Imagem de Amostra do You Tube Vale a pena conferir.

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Artistas atuando durante a ação na Robson Street.


Uma galeria sem paredes

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Essas fotos, foram tiradas em Lyon, na França. Trata-se de um  projeto colaborativo que conta com a participação de artistas do mundo todo. A diversão consiste alterar as placas de trânsito. Tem pra todo gosto, e as cores seguem o padrão da sinalização original…E como que ninguém respeita placas de trânsito… Podemos fazer por aqui, sem muitos problemas. O que você acha?

Tem mais placas aqui: bopano

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Bah, que teto!

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Na mesma batida da arte acessível do Post-it Art (como falei no post anterior), existe o Sticker Art já mencionado pelo Flatau aqui no Intervenções.

Um dos projetos de Sticker Art, também colaborativo, é o Bah q Teto (= “que louco / que viagem” no gauchês), do publicitário Leo Lage, que existe desde 2006.

Conheci a ideia do Leo na agência em que trabalho, através dos stickers dele grudados em vários cantos da Escala que até hoje permanecem por lá.

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Depois passei a acompanhar o seu flickr, onde todo mundo que quiser participar pode. Basta mandar um e-mail (me@leolage.com) pra ele pedindo seus balões e ser criativo na hora de tirar a foto, que ele posta na sequência.

Eu brinquei com uns em casa – Porto Alegre.

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Mas tem gente que viajou com eles pra Trancoso, Buenos Aires e Paris.

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Cuidado ao cruzar na linha férrea

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Placa ao lado de linha férrea avisa: É proibido "transar"

Essa eu tinha que registrar no Intervenções. Hoje apareceu por todo lado essa placa modificada dizendo que é proibido ‘transar’ sobre a linha férrea…
Ganhou grande espaço na mídia. Foi uma intervenção tão simples, apenas umas letrinhas…

Acho que vou assumir a autoria…

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