Animações de PES

Para quem ainda não conhece: PES é o apelido/assinatura do diretor Adam J. Pesapane, um gênio nova-iorquino que desenvolve filmes em stop motion com elementos comuns do dia a dia, porém, aplicados em contextos bastante inesperados. Suas animações já venceram festivais e também já foram utilizadas na produção de comerciais famosos de marcas gringas como Nike, Orange, Sony, entre outras. Seguem os três trabalhos do PES que eu mais gosto:

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Screensaver – Se você quiser um protetor de tela batuta do cara é só clicar lá trás.

Mary & Max. Uma animação sobre amizade, inocência e desilusões.

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Eu tinha visto o trailer desta animação quando fui assistir à comédia (boa de verdade) Os Homens que Engarrafavam Nuvens e me interessei muito.

Tentei por três vezes ir ao cinema para ver Mary & Max, mas os horários e salas são bem restritos. Em algumas só passam de final de semana, em outras, somente às quartas, à meia noite.

Consegui ir no último horário do domingo (21h40) na sala 7 do Bristol, na Paulista, depois de engolir em quatro minutos um cheeseburguer sem sal do Girafa’s (#McDonaldsrocks) e um Trimedal para curar a dor de garganta que começou pela manhã.

Cerca de 30 pessoas na sala. E o casal da frente falando do óleo do pastel de feira, papinho pra primeiro encontro? Credo. O Trymedal começando a fazer efeito, mas minha atenção resistiu aberta e meus olhos concentrados.

O começo da animação me lembrou um pouco de Amélie Poulain, por causa da descrição dos personagens por meio da narração. Eu sempre tenho medo desse recurso, mas nesse caso gosto muito, é bem escrito e cheio de informações interessantes. Diferente de Amélie, as esquicitices dos personagens não são tão românticas, aproximam-se do universo beatnik, o que é romântico é a premissa ( e eu adoro essa mistura que dá cara ao filme): a troca de cartas entre uma garotinha ingênua e seu amigo, um judeu com síndrome de Asperger (espécie de autismo), ambos solitários, contando um para o outro como vêem o mundo e sobre a realidade de um subúrbio australiano X o caos de Nova Iorque. No meio de toda essa inocência, Mary & Max aborda a força da amizade num mundo cheio de frustrações. #vidareal

Um mundo coberto por pixels

A websfera está eufórica com o vídeo em que Nova York é invadida por criaturinhas de 8-bits e, por isso, a gente não poderia deixar de postar por aqui.

Pixels conta com direção de Patrick Jean, fotografia de Matias Boucard e produção do OneMoreProduction.

A animação é incrível e traz referências a games como o Tetris, Pacman, Atari, Donkey Kong, entre outros. Confira:

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The Seed: o ciclo da vida

http://www.vimeo.com/3715286

A nossa existência é composta de ciclos, afinal, esse é o princípio básico da natureza.

Partindo desse conceito, o diretor e designer Johnny Kelly produziu um curta com duração de dois minutos, no qual acompanha o destino de uma simples semente de maçã e mostra todo o seu ciclo de vida. A animação utiliza técnicas em stop motion e 2D desenhado.

Para saber um pouco mais sobre o trabalho de Kelly, é só conferir o site do cara. No portifólio dele tem outros vídeos bem bacanas, como o Procrastination, que fala da nossa mania de deixar tudo para amanhã. Ilustrações divertidas e um trabalho com gifs animados, o I Am Not An Artist, que explica a difícil vida de um designer, também são trabalhos de destaque.

E se você ficou curioso para ver como o The Seed foi produzido, é só sacar o making-of abaixo.

http://www.vimeo.com/2425610

Logorama

No meu primeiro post aqui no Intervenções, eu falei de um video sobre como seria o ambiente urbano se só as mensagens publicitárias fossem visíveis.

Ontem, o curta Logorama, criado pelos franceses do H5, levou o oscar de melhor curta de animação com uma mensagem semelhante: Publicidade x Vida real.

É um típico enredo de filme de ação norte americano, mas os personagens e todo o cenário é composto por logos e anúncios publicitários.

Vale a pena assistir:

Parte 1
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Parte 2
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“Andy Warhol japonês”

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Depois de rodar os 4 cantos do mundo, a exposição  de Takashi Murakami, chega ao palácio de Versailles em 2010. Murakami é famoso por seu estilo pop, influenciado pelos animes e mangás japoneses, chegando a ser chamado de “Andy Warhol japonês”, numa alusão ao artista norte-americano que difundiu a pop-art no mundo, na década de 60.

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No meio da moda ficou conhecido por suas colaborações com o estilista, também japonês, Yohji Yamamoto e especialmente pelos trabalhos realizados em parceria com a Louis Vuitton. É definitivamente um artista completo, entre suas obras encontramos pinturas, esculturas, instalações e filmes e muito mais.

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Tem galeria tentando trazer Murakami para o Brasil ainda em 2010.
Mas, enquanto isso vai curtindo por aqui.

Berlin Block Tetris (Animação)

Dica de @rbruchmann

Collaborative Animation

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