World Pillow Fight Day 2010



O Dia Mundial da Guerra de Travesseiros, uma data comemorada anualmente desde 2006, sempre no primeiro sábado do mês de Abril. Aqui no Brasil, já se tornou um evento oficial na categoria de flashmob, utilizando a plataforma dos flash mobs o evento é todo organizado e divulgado na internet.

Regras e Condutas
Apesar de ter a premissa de uma guerra, o evento tem caráter pacífico e é regido por uma série de regras e dicas para evitar qualquer problema.
A Limpeza do local é feita pelos próprios participantes

Edição 2009
A Primeira edição do evento no Brasil foi em 2009 e reuniu cerca de 3mil pessoas em 27 cidades brasileiras que simultaneamente realizaram a
guerra, desse total cerca de 1000 pessoas estavam comemorando a data no Obelisco do Ibirapuera em São Paulo.

São Paulo 2010

A Edição 2010 em São Paulo será realizada no Vale do Anhangabau,  dia 3 de abril, as 17h e são esperados cerca de 3mil participantes.

Organização
O Evento está sendo organizado pelo portal MOBrasilNews.com, que apesar do nome não tem relação com a empresa “Flash Mob Brasil” e nem com o programa “MOB_Brasil_ da Multishow.

Os organizadores tambem são responsáveis por outros flash mob menores como Subway Party, No Pants, War Tube, 300’s Mob e etc

Conheça mais no Site Oficial e veja as Fotos das ações ateriores.

Acompanhe seguindo o twitter @pillowfight2010



Hungry Hungry Eat Head

http://www.vimeo.com/8898812

Uma intervenção criada por Hudson-Powell e Joel Gethin Lewis, explorou a site-specific art usando um telão na cidade de Edimburgo e a realidade aumentada. Pelo que parece, eles distribuiram placas gigantes com QR-Codes e quando as pessoas passavam em frente ao telão ganhavam cabeças de monstro. Cada código corresponde a um monstro diferente, o que permite que as pessoas troquem as criaturinhas entre si.

A intervenção participa do AND: Abandon Normal Devices Festival of New Cinema and Digital Culture, um festival que reuni o melhor das experimentações em cinema e arte digital usando telões nas ruas e galerias.

Arte Contra o Aumento – 25/02/2010

Imagem de Amostra do You Tube

(Via coletivo CORO)

Muitos dizem que a arte só floresce de verdade em momentos de grande tensão social. Conseguimos entender porquê. Quando a maioria se cala por muito tempo, a necessidade de expressão fica a ponto de explodir.

É por isso que fazemos esse chamado: No dia 25 de Fevereiro, não nos calemos! Vamos ocupar a cidade com arte por toda parte!

Criemos um fato artístico que desperte a população de São Paulo. É um absurdo o aumento de passagens de trem, metrô e ônibus e o descaso com as enchentes e áreas alagadas.

Inscreva sua ação no site http://arte.barraroaumento.org/ e nos envie seus registros. Nos conte se quer torna-la pública, se precisa de ajuda para divulgá-la ou apenas nos deixe cientes dela. O desafio é mobilizar o maior número de ativistas, artistas e qualquer indivíduo indignado com a política de exclusão do governo. Muitos grupos já estão organizados para ações. Mas é também da espontaneidade que surge intervenções de grande impacto.

A cidade de São Paulo está conflagrada. Ainda assim, o prefeito e o governador continuam forjando um clima de bem estar social. Quando bairros da cidade são declarados em calamidade pública e famílias são obrigadas a viver debaixo d´água, as tarifas do transporte público aumentam… Fica claro que não vai nada bem.

Sabemos ainda que nos últimos anos a prefeitura arrecadou mais e aplicou menos. Investe mais em propaganda do que em serviços básicos e recebe verba ilegal para sua campanha eleitoral. Além disso, permitiu que as empresas do transporte público aumentassem seus lucros em detrimento do bem estar da população. Mas pouco disso tem sido falado na mídia ou sido feito para mudar essa situação. Se a cidade é página em branco, todos os muros, ruas e espaços públicos são um convite ao discurso e à ação.

Ações artísticas por São Paulo.
Dia 25 de fevereiro.
Inscrições: http://www.arte.barraroaumento.org

Embrulhar uma rua com plástico bolha é uma grande ideia

Em um brainstorm qualquer surgiu a ideia: “Vamos embrulhar uma rua com plástico bolha”. Para a maioria das pessoas isso pode parecer absurdo, e eles tem razão. Isso é tão absurdo que é muito bom.

O site inglês Confused.com, especializado em comparação de preços de seguros, criou a ação “Accident Avenue” para divulgar seus serviços.

Um dos materiais mais básicos e uma das primeiras coisas que vem a cabeça quando o assunto é segurança é o plástico bolha. Além de servir para diversão de muitas crianças e adultos que adoram estourar bolha por bolha, ele também garante a segurança no transporte de materiais frágeis, evitando que se quebrem.

Para tentar alertar sobre o perigo dos acidentes (evitando que as pessoas “se quebrem”) e a necessidade de um seguro, a Somerville Road, uma das ruas com maior índice de acidentes, foi completamente embrulhada em plástico bolha.

Imagem de Amostra do You Tube

Além de chamar atenção de todos que passam normalmente na rua, a ação foi replicada em jornais, televisão e blogs do mundo todo. Ideia boa = Mídia espontânea = Otimização de recursos = Sucesso. Isso é guerrilha.

Se quiser ver mais fotos da ação, é só entrar no flickr oficial. E caso esse post tenha te deixado com vontade de estourar umas bolhas, tente esse plástico bolha virtual.

Vending Machine do bem

Uma boa intervenção deve ser reflexiva, sendo ela artística ou comercial, deve ser impactante. Se ela for tudo isso e ainda “do bem”, melhor ainda.

A Giovanni+Draftfcb em parceria com a 24X7 Cultural criou para a Fundação Abrinq uma nova forma de arredação de doações: Uma vending machine nas estações de metrô de São Paulo.

Imagem de Amostra do You Tube

“Através desta ação, os usuários de metrô poderão ajudar a Fundação a tirar crianças da rua por intermédio das vending machines de livros, localizadas em cinco estações.”

Slinkachu – Arte aos pés do espectador

É comum intervenções urbanas apresentarem sempre grandes dimensões, exatamente para conseguir chamar a atenção das pessoas no ambiente caótico das metrópoles. No entanto, alguém bastante talentoso rompeu com essa tendência, optando pela sutileza. Trata-se do inglês Slinkachu, um artista urbano ao estilo Bansky: nada de fotos nem nome divulgados.

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Sua obra é toda fundamentada em personagens medindo no máximo 5 milímetros, que são utilizados conforme a necessidade da instalação. Os  pequenos bonecos são deixados discretamente em praças, calçadas, banheiros e outros lugares públicos de Londres, para que possam interagir, criando um universo inusitado onde a arte de Slinkachu se mistura harmoniosamente aos objetos, lixos e insetos desses lugares.

O mais incrível é que após fotografada para o blog do artista, a obra é deixada para trás, sofrendo as consequências do tempo ou de um pedestre desavisado. Mesmo por que, Slinkachu se tornou conhecido e reuniu milhares de fãs pelo mundo justamente por causa do seu blog, que vale muito a pena ser visitado. Já suas instalações não têm a mesma sorte, perdem-se pelo caminho, sendo que na maioria das vezes sequer são notadas.

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Ao ir a Londres, cuidado, você pode pisar numa obra de arte.

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Àqueles que desejam se aprofundar mais sobre o tema, Slinkachu publicou um livro Little people in the city.

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Seria a obra de Slinkachu uma metáfora da nossa própria existência, perdida, descartável, em meio ao imenso caos em que vivemos?

Muller coloca seu cérebro em conflito com você

A notícia não é nova, mas não é por isso que deixaremos de fora do Intervenções, afinal, ela continua impressionando. Então, vale a pena relembrar a intervenção de Edgar Muller e sua equipe na incrível pintura 3D de aproximadamente 280m² na River Street, Canadá. É fácil perceber que a escolha da rua não foi aleatória.

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A obra fazia parte do 2007 Moose Jaw Prarie Arts Festival e o mais impressionante da imagem é que por mais que você lute com seu cérebro para enxergar a rua, não adianta, ele vai forçá-lo a ver a cascata.

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Outra pintura não menos fantástica de Edgar Muller.

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07/02 – Bloco Acadêmicos do Baixo Augusta

O Bloco Acadêmicos do Baixo Augusta irá promover um “pré carvanal” nesse domingo (dia 07/02), começando as 16h em frente ao Sonique. O bloco surge  para celebrar a diversidade e a revitalização da região da Augusta:  “A idéia dos amigos é instituir o bloco no calendário oficial do carnaval paulistano e agregar para as futuras edições, o maior número de estabelecimentos, parceiros e frequentadores da região”.

O Acadêmicos do Baixo Augusta percorrerá um trajeto de 700m, seguindo o seguinte percurso:  saída da frente do bar SONIQUE, descendo pela Rua Bela Cintra, virando à direita na Rua Costa e à esquerda na Rua Augusta, até chegar à frente do Studio SP.

A música do trajeto ficará por conta de uma banda carnavalesca composta de 10 metais e 5 percussões, organizada pela produtora S de Samba, dos músicos Wilson Simoninha, Max de Castro e Jair de Oliveira, que já promovem desde o início de 2009 a festa O Bloco no Studio SP. Eles próprios e outros convidados, serão os puxadores das musicas entoadas pelo Acadêmicos do Baixo Augusta, que vai priorizar as tradicionais marchinhas de carnaval.

Um hino do Acadêmicos do Baixo Augusta foi composto e também será cantado ao longo do trajeto. No dia, a letra será distribuída aos foliões. Além disso, o artista plástico Ze Carratú, criará o estandarte do Bloco, que abrirá o cortejo. Nosso porta estandarte será o escritor Marcelo Rubens Paiva.

Imagem de Amostra do You Tube

Entre os amigos e fundadores do Bloco estão: Ale Youssef, Ale Natacci, Ale Lucas, Ana Salcedo, Beto Lago, Carol Bueno, Frâncio de Holanda, Greg Bousquet, Gui Sibaud, Leo Madeira, Lelê Pereira, Luciano Calçolari, Luciana Bueno, Mara Natacci, Mariana Kraemer, Marina Person, Olivier Rafaelli, Ota Sampaio, Sandra Soares e Verônica Campos.

“Aparora, mas não assusta”

Aberta inscrição da “batalha de grafite”

Evento acontece entre 25 e 28 de março,
será o primeiro do tipo no país e terá
grafiteiros internacionais entre os jurados.

Se você curte arte de rua, fique ligado! As inscrições para a primeira Batalha Nacional de Graffiti começaram hoje e vão até o dia 10 de fevereiro. Não existe taxa para participar, e a ficha pode ser baixada aqui.

A Batalha, batizada de King of Brasil, acontece nos dias 25 e 28 de março, durante o Urban Fest, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. Podem participar crews (grupos de grafiteiros) brasileiras, ou que possuam no máximo um integrante estrangeiro.

Os organizadores prometem que a competição será um dos maiores eventos sobre grafite já feitos no País, e terá grafiteiros internacionais no corpo de jurados. O Urban Fest também terá workshops, DJs, batalhas de break, futebol freestyle e outras diversões do tipo.

fonte: Pedro Carvalho, iG
@igjovem

Pichação é um movimento legítimo?

Imagem de Amostra do You Tube
Este é o trailer 2 do filme PIXO. No vídeo, os pichadores invadem a faculdade de Belas Artes para protestar. A ação foi  feita por cerca de 40 jovens portando sprays. Eles chegaram à faculdade mascarados e com as latas escondidas sob as roupas…. o resultado você confere aí.
Dica by: Olkis

Trailer do filme PIXO. Veneno da lata.

Imagem de Amostra do You Tube
Arriscando a vida e mostrando a cara. Enquanto o filme do anônimo Banksy não passa nas telas daqui, você pode conferir trailer do documentário “PIXO”, com a direção de João Wainer e Roberto T. Oliveira. Uma verdadeira ode do anarquismo nacional. O filme é um convite ao debate: pichação é arte ou é crime? Você é contra ou…
Dica by: Olkis

As vacas estão soltas novamente

Provavelmente você já as viu por aí, mas talvez não tenha entendido nada. Mas as vacas coloridas espalhadas pela cidade já são consideradas o maior e mais bem sucedido evento de arte pública no mundo.

É a Cow Parade. Esculturas de vacas em fibra de vidro que são decoradas por artistas locais e distribuídas por várias cidades do mundo, em locais públicos como estações de metrô, avenidas e parques. Após a exposição, as vacas são leiloadas e o dinheiro é entregue para instituições beneficentes.

Ao redor do mundo, mais de 5.000 artistas participaram da Cow Parade, estima-se que mais de 150 milhões de pessoas tenham visto uma das vacas famosas e US$ 22 milhões foram levantados para entidades beneficentes através do leilão das vacas.

“Há algo de mágico sobre a vaca. Ela representa coisas diferentes para pessoas diferentes ao redor do mundo: é sagrada, é histórica, mas o sentimento comum é de carinho. Servindo como uma tela de arte, não existe nenhum outro animal ou objeto que fornece a forma, flexibilidade e amplitude de uma vaca, se transformando em outros animais, pessoas ou objetos.” Diz os organizadores.

Assista abaixo alguns dos artistas desta edição:

http://www.vimeo.com/7675353 http://www.vimeo.com/7885804 http://www.vimeo.com/8207857

Veja a localização delas no mapa de SP abaixo:


Visualizar Cowparade 2010 em São Paulo em um mapa maior

Informações do site oficial

As cores de SHAKA.

shaka01Cores e uma grande diversidade influências podem ser identificadas no trabalho Shaka, ele é um artista virtuoso e muito inspirado. Sua obra é composta por pinturas feitas em spray em paredes ou sobre tela.

shaka02Nem todos seus murais são autorizados. Alguns feitos clandestinamente, outros foram cedidos por autoridades públicas ou particulares de Paris. Shaka conta com a participação de Nosbé em grande parte dos grafites.

shaka03Imagem de Amostra do You Tube

Mentalgassi. Uma colagem descolada.

001Mentalgassi é um coletivo de Berlim que faz arte nas ruas se utilizando de colagens em objetos urbanos. São stickers gigantes colados em módulos formando faces. Aqui estão algumas das intervenções feitas em abóbadas gigantes e máquinas de validação de bilhetes.

002O coletivo conta com três integrantes que se conheceram fazendo Grafite, mas agora optaram por “algo mais sutíl”.

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Os posters acima, foram feitos a partir de 3 fotos que podem ser visualizadas isoladas em seus respectivos ângulos.
Imagem de Amostra do You Tube No vídeo você acompanha o passo-a-passo dessa ação.

Ecologicamente responsável.

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Com uma proposta diferenciada e inovadora a artista de rua Edina Tokodi, vem usando táticas de guerrilha verde para levar a natureza para perto dos moradores através de suas obras de arte. Todoki procura cultivar a eco-sensibilidade urbana.

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Tokodi estudou artes gráficas e desenho na Academia Húngara de Belas Artes e também o cursou desenho urbano em Milão, Itália. Atualmente vive em Brooklyn, Nova Iorque.

BNE was here

BNE was hereA polícia está oferecendo dois mil dólares pela cabeça de BNE. O dono das pichações vem deixando sua marca pelo mundo e tem sido notícia de vários telejornais. Os stickers já foram vistos na Austrália, EUA, Japão, Tailândia, Espanha e por outros cantos mais. Inclusive está rolando uma exposição em Manhattan. BNE adesivado sobre personagens famosos. E lógico, a exposição não é autoral…
A dica foi do Rodrigo Magalhães. Valeu!

http://www.vimeo.com/7709848

No longer empty + Gaia

 

O projeto No Longer Empty (NLE) é um projeto criado por diversos artistas e curadores que organizam exibições de arte em frente a propriedades de Nova York com trabalhos feitos diretamente em portões e muros. O objetivo é revitalizar espaços vazios em diversas áreas através da sensibilização e da arte de qualidade.

No site podemos ver que a programação é intensa, agora para o final do ano a preparação é para a exposição de trabalhos de diversos artistas sobre um só tema: A situação Palestina-israelense.

O artista Gaia, que faz parte do No Longer Empty, pinta no vídeo um portão em um bairro de NY. (Aliás, Fever Ray foi uma ótima escolha para a trilha).
Imagem de Amostra do You Tube

Sombra arte

Grafite + lixo + sombra + imaginação = pura arte

Dica do @brunnotorquato

RIFO MEIO FUCA PRA PAGAR A FACU

meiofuca

Recebi um folheto na rua que direcionava para o blog RIFO MEIO FUCA
Dá só uma olhada. Tá com cara de guerrilha… E se for… De quem será! Você sabe?
Imagem de Amostra do You Tube

PARTICIPE DA RIFA DO MEIO FUCA MANDANDO UM EMAIL PRA: zefuca70@gmail.com

Imagem de Amostra do You Tube
No blog dá pra conferir por completo como surgiu o meio fuca rifomeiofuca

Paris Hilton x Socrates – jerm IX

Mais um flickr para incluir nos feeds:  jerm IX.

Ele faz parte de um coletivo chamado Jermalism, formado por ele e sua mulher (a ninja IX). Além de ser artista urbano, Jerm é um poeta ativista. Mora no Canadá onde já colocou mais de 200o peças de arte com sua poesia pelas ruas.

O que mais chama a atenção é como jerm explora sua poesia usando a cidade como mediação política: tudo é planejado para dialogar com o espaço e as pessoas. Outra ação interessante é usar frases de pessoas famosas nos muros (tem até Paris Hilton x Socrates)

Uma frase famosa do coletivo é “The revolution will be privatized”, que você pode ver no blog Jermalism.

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