Intervenções
Coletivo sobre manifestações artísticas e sociais
Coletivo sobre manifestações artísticas e sociais
mar 11th

Um testemunho da arte pós-punk e da cena musical dos anos 70 e 80, “Ripped: T-Shirts from the Underground” oferece uma história visual do tempo através de uma rara coleção de camisetas de bandas.
Cesar Padilla, proprietário do centro de vintage NYC Store Cherry e editor do livro, tem trabalhado na seleção desde que ele era um garoto. Aqui, ele traz as principais camisetas de grupos que vêm até com manchas de suor dos shows, junto com reflexões de personalidades das respectivas épocas, assim como os fãs mais jovens.
Comentando sobre a propagação de camisas Sonic Youth, por exemplo, Thurston Moore, colaborador do livro, escreve: “A cool t-shirt não tem regras, quanto o mais original, melhor.” As camisetas abaixo dão uma idéia do que poderemos encontrar neste livro.




Ripped já está disponível para pré-encomenda na Amazon.
mar 9th
(Foto: Fernanda Sunega – organizadora do evento)
O projeto “Desenhando Histórias” vai percorrer bibliotecas e escolas públicas de Campinas até dia 15 de Maio. O projeto que começou dia 06, pretende reunir profissionais e interessados para criar composições visuais inspiradas na literatura através do Grafite.
O público poderá adquirir informações sobre as obras e seus autores através da distribuição de folhetos explicativos e assistir aos live paintings. Veja a programação completa no site do catraca livre.
via catraca livre
mar 8th
As 5 respostas mais criativas para a pergunta “Por que o Cusco faz arte de verdade?” vão levar um dos exemplares do lambe pra casa. O concurso vai até dia 09/03 às 17:00hs, mas fique ligado que até o final da semana que vem vai rolar o lambe do Estudio Alice e da Carla, artistas que pintaram a Cowddy na Cow Parade esse ano!
Para participar é simples:
+Siga o @toddybrasil
+Responda no seu twitter “Por que o Cusco faz arte de verdade?”
+E anexe o link http://tr.im/toddycusco ao final do seu twitt
Para ver o regulamento é só clicar aqui.
mar 8th
No meu primeiro post aqui no Intervenções, eu falei de um video sobre como seria o ambiente urbano se só as mensagens publicitárias fossem visíveis.
Ontem, o curta Logorama, criado pelos franceses do H5, levou o oscar de melhor curta de animação com uma mensagem semelhante: Publicidade x Vida real.
É um típico enredo de filme de ação norte americano, mas os personagens e todo o cenário é composto por logos e anúncios publicitários.
Vale a pena assistir:
mar 8th
O projeto Manifest Equality, tem como objetivo unir diversos artistas para uma maior conscientização sobre os direitos que todas as pessoas devem ter igualmente, inclusive a comunidade LGBT. É triste que no ano de 2010 ainda tenhamos que relembrar as pessoas que somos todos iguais, mas a forma como isso foi feito no projeto foi bem interessante: diversos artistas pelos EUA realizaram obras tematicas e melhor esta sendo selecionada por um juri de peso.
Assista o vídeo:
Artistas contra a homofobia!
mar 8th

Ao invés de fazer um post simpático homenageando as Mulheres pelo seu dia, nós fomos atrás da origem desta comemoração. E nada é mais importante do que suas conquistas e história.
A ideia da existência de um dia internacional da Mulher foi proposta na virada do século XX, no contexto da Segunda Revolução Industrial, quando ocorre a incorporação da mão-de-obra feminina em massa, na indústria.
As condições de trabalho, frequentemente insalubres e perigosas, eram motivo de frequentes protestos por parte dos trabalhadores. As operárias em fábricas de vestuário e indústria têxtil foram protagonistas de um desses protestos contra as más condições de trabalho e os baixos salários, em 8 de Março de 1857, em Nova Iorque.
Em 1910, ocorreu a primeira conferência internacional de mulheres, em Copenhague, dirigida pela Internacional Socialista, quando foi aprovada proposta da socialista alemã Clara Zetkin, de instituição de um dia internacional da Mulher, embora nenhuma data tivesse sido especificada.
Na Rússia, as comemorações do Dia Internacional da Mulher foram o estopim da Revolução russa de 1917. Em 8 de março daquele ano, a greve das operárias da indústria têxtil contra a fome e contra a participação do país na Primeira Guerra Mundial precipitou os acontecimentos que resultaram numa Revolução.
Lenin então decidiu torná-lo num dia oficial que, durante o período soviético, permaneceu numa celebração da “heróica mulher trabalhadora”.
No entanto, o feriado rapidamente perderia a vertente política e tornar-se-ia numa ocasião em que os homens manifestavam a simpatia ou amor pelas mulheres; uma mistura das festas ocidentais do Dia das Mães e do Dia dos Namorados, com ofertas de prendas e flores dos homens às mulheres.
No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920, perdendo força na sequência, sendo revitalizado pelo movimento feminista da década de 1960. E em 1975 foi designado como o Ano Internacional da Mulher.
Foto: Cartaz soviético de 1932. Em vermelho, lê-se: “8 de março é o dia da rebelião das mulheres trabalhadoras contra a escravidão da cozinha.” Em cinza: “Diga NÃO à opressão e ao conformismo do trabalho doméstico!” Fonte: Wikipedia
mar 8th
Está rolando na Oca, em São Paulo, a exposição Roberto Carlos – 50 Anos de Música, em comemoração aos 50 anos (claro) de carreira do cantor. São fotos, discos, prêmios, carros e uma infinidade de pertences que ilustram a história musical e pessoal de um dos mais bem-sucedidos artistas da música brasileira e mundial. O curador Marcello Dantas conta que o próprio homenageado escolheu rigorosamente cada peça a ser exposta. Por isso, o Rei garante: “Tudo aqui é o meu retrato”.
Enfim, você não precisa ter as músicas dele no seu iPod (eu tenho no meu mp3 player que comprei no Shopping Coréia) mas não há como negar que, artisticamente, Roberto Carlos atingiu o status de mito. Não à toa ele gravou mais de 50 álbuns, participou de 11 filmes, já recebeu da gravadora CBS o Prêmio Globo de Cristal, oferecido aos artistas que ultrapassam a marca dos cinco milhões de discos vendidos fora do país de origem, já ganhou um Grammy de Melhor Cantor Latino-americano (em 1988, quando a premiação ainda era séria), já atingiu o topo da parada latina da Billboard, entre outras conquistas.
Também já teve suas canções regravadas por diversos artistas consagrados como Cássia Eller, Chico Science & Nação Zumbi, Barão Vermelho, Ira e Skank. Portanto, uma exposição que tem muito a nos acrescentar.
Esta dele eu acho matadora. E notem o naipe do Rei e o primor das cenas de ação do cinema nacional da época.
Oca
Av. Pedro Álvares Cabral, s/ nº – Parque Ibirapuera – Sul. Telefone: 5572-0985.
Ingressos:
R$ 5 (terças e quartas)
R$ 20 (demais dias)
Grátis p/ maiores de 60 anos.
mar 5th

“Graffiti Fine Art VI” mostrará ao públicoos traços dos artistas Bonga, BR, Brown, Izolag, Jerrey, Hyper, Mignore, Pato, Jey e Vitorone. A curadoria é de Binho Ribeiro, um dos principais nomes do graffiti em SP (foto).
Todos os artistas desta exposição estão habituados a pintar e interagir no meio ambiente de grandes cidades brasileiras como São Paulo, Rio e Belo Horizonte, com estilos, técnicas e conceitos muito diferenciados e ousados, buscando sair da parede sejam por efeitos de luz e sombras.
A cultura do graffiti art se manifesta de varias maneiras nesta mostra em especial o graffiti 3-D, realismo, retrato, instalações e esculturas com a cara deste novo momento da arte contemporânea. Portanto, uma mostra para todos os gostos e bolsos também, afinal, será gratuita.
Exposição Graffiti Fine Art – Estilos
De 13 a 28 de março
Local: MuBE (Museu Brasileiro da Escultura) – Rua Alemanha, 221, Jd. Europa
Horário: de terça a domingo, das 10 às 19 horas
Entrada Franca
mar 5th
Rafael Silveira é o mais novo artista da galeria Choque Cultural e ganha exposição individual ao lado de Presto, uma das apostas da galeria para 2010
São duas individuais a partir de 6 de março: Presto faz a segunda individual, mostrando uma grande instalação no porão da galeria, com um painel de 320 x 150 cm, além de outras pinturas sobre tela e madeira. Já o curitibano Rafael Silveira faz sua primeira individual em São Paulo e estreia no time de artistas representados pela galeria, trazendo suas pinturas pop surrealistas em telas. (direto do release da galeria)
mar 4th

Um pouco de humor pra fechar esta quinta-feira. Postado no twitter pela @napix
mar 4th
Pequenas intervenções que dizem muito. Essas duas fotos foram tiradas recentemente por @pedroporto em Budapeste, que nos enviou em primeira mão. Mais uma para nossa categoria Coletivo Aberto. Vlw!
mar 4th
No dia 06 de março, pontuando o Dia Internacional da Mulher, o Projeto Salamandra através do Espaço Cultural Rio Verde, propõe uma noite de arte, música, performances, mostra de desenhos e fotografias. Será dado um ênfase muito especial à contribuição que Beth Ditto, vocalista da banda Gossip, tem dado ao tema com sua extraordnária atuação artística.

mar 4th
Lembra dos seus tempos de ginásio? Quando aprendeu que, quanto mais perto dos polos mais longas são os dias e as noites, dependendo da posição e da inclinação da Terra em relação ao sol? Isso é uma realidade tão distante para nós que nem conseguimos imaginar.
Algum publicitário lembrou dessa aula de ciências, e criou essa ação maravilhosa para a marca de sucos Tropicana:
O “sol artificial” foi feito no extremo norte do Canadá, na cidade de Inuvik onde no inverno os dias são completamente escuros.
Um publicitário tradicional poderia pensar: “Inuvik é minúscula, nosso publico alvo não está lá”. Mas o melhor dessa campanha é que a mensagem é tão impactante e universal que eu estou falando dela em um blog brasileiro, sendo que a marca nem é comercializada no Brasil.
Se um dia eu visitar Inuvik, a primeira coisa que farei é comprar um suco Tropicana.
Isso é guerrilha!
mar 4th
Você passa tempo suficiente cuidando da sua família, dos seus amigos e da sua cidade? O artista Felipe Frisoni decidiu lembrar a todos nós a importância desses gestos com uma intervenção urbana.
Através de bolsas de sangue falso aplicadas em placas de endereço, hospitais abandonados, monumentos, pontos de ônibus, Frisoni nos chama para “dar o sangue” pela cidade. Veja seu depoimento:
“Através das bolsas de sangue, o cidadão é direcionado à pensamentos relacionados à saúde, sangue-hospital-consciência. A consciência surge toda vez que passamos por situações de reflexão e a saúde é um tema que nos faz atingir este estado de repensar.
São Paulo está caótica, precisando de ajuda e os únicos que podem salvar a cidade são os próprios cidadãos. Em uma época que se fala tanto em responsabilidade social,está na hora da população se conscientizar da força que cada um tem individualmente.
Como cidadão me sinto parte da mudança da cidade. Cada um de nós representamos uma parcela deste mosaico de diversidades chamado São Paulo. Está mais do que claro que aguardar as autoridades não surtirá efeito. Por exemplo, se uma pessoa se assusta com as bolsas e resolve ficar com os filhos, por que acredita que está ausente, meu objetivo já foi alcançado. O começo está nas pequenas coisas.”
Felipe Frisoni, tem 25 anos de idade. É publicitário, redator, roteirista, websurfer, trend hunter e artista plástico. Tem interesse por causas sociais e procura desenvolver suas obras com este tipo de apelo. Tem dois blogs:
www.mtv.com.br/adifusora/blog
www.dichavador.wordpress.com
O trabalho foi fotografado por Felipe Morozini.
mar 4th
Rodrigo Pereira é o autor da ação do post abaixo, Playmobil Heads. O artista atua em várias vertentes, como intervenções urbanas, design de produtos e direção de arte. Com grande talento para “dar vida” aos elementos já existentes nas ruas da cidade, consegue agregar novas experiências visuais para as pessoas. Nesta ação, chamada de “Horta Urbana”, Rodrigo reutiliza materiais como potes de iogurte e garrafas pet. Todas estão no Rio de Janeiro. Ótima junção entre arte e reciclagem.


mar 3rd

Esta intervenção foi feita em Botafogo (RJ) e fotografada pela Gabriela Alvarenga. Sabe quem é o autor da ação, comenta aqui!
* Atualização 4/3: O autor da ação é o artista Rodrigo Pereira
mar 3rd
A Overture Films fez uma noite premiere somente para convidados para exibir o seu filme The Crazies, o remake de O Exército do Extermínio (1973), clássico de George Romero, que estreia este mês lá nos EUA.![]()
Foi criada uma ação cinematográfica para o evento, onde os convidados se depararam com veículos do exército, áreas restritas, áreas em quarentena e uma correria de soldados tentando controlar uma suposta contaminação que vinha de dentro do cinema. Os convidados recebiam braceletes dos soldados com códigos de barra para poderem entrar, e ainda tinham que passar ao lado de pacientes em macas, tentando ser controlados por médicos. Legal né?
mar 2nd

Em 2008, decidi mudar tudo e fui morar fora do Brasil. Londres foi meu primeiro destino. Chegando lá, morei num conjunto de prédios populares que a Rainha construiu para os menos favorecidos (algo próximo ao Cingapura que o Maluf fez em SP, mas bem mais seguro e organizado).
Estava sentindo o aperto de 8 brasileiros num apto minúsculo, mas vivendo a alegria e a realização de quem havia cruzado a imigração inglesa e começava a realizar um sonho. Mas tudo isso junto é igual a muito barulho, e num lugar como aquele condomínio no bairro de Bermondsey, poderia significar encrenca, e no nosso caso, das pesadas. Bem abaixo do nosso apartamento morava um inglês hooligan, daqueles com cicatrizes na cara e tatoo de cadeia pelo corpo.
É, com ele não havia “política da boa vizinhança”. Era taco de baseball na mão e uma fúria avassaladora contra os brasileiros – com razão até, porque nosso apartamento era da agência de viagem, ou seja, havia anos que chegavam todas as semanas uma trupe de estudantes bagunceiros.
Por sorte e muita dedicação daqueles que arranhavam o idioma local, conseguimos todas as dezenas de vezes convencê-lo de que a bagunça não voltaria a se repetir. Em vão, já que o barulho do taco batendo na porta e a silhueta do hooligan no vidro nos apavorava quase que todas as noites.
Com os dias, conseguimos nos controlar. Mas o problema chegava toda nova segunda-feira. E ele chegava multiplicado por 3 ou 5. Eram nossos novos flatmates. E como conter toda aquela histeria inicial da vida em Londres? Era difícil.
Foi no fim de uma noite regada a pint que eu me encontrei sentado na mesa da cozinha/sala/área de serviço pensando: estou indo embora deste apartamento e nossos novos moradores desavisados vão ter que enfrentar nosso gentil vizinho. Como evitar isso?
Então olhei para a mesa e encontrei muitos e muitos folhetos, jornais e revistas que pegavamos na rua. Ótimo, já tinha toda a materia-prima suficiente para fazer um aviso. Já o local de fixação ideal estava bem ali na minha frente: o mais frequentado da casa, a geladeira!
Pronto, material e mídia definidos. Bastou criar o anúncio, com a técnica “recorte e cole”, que resultou na foto aí de cima.
Alguns amigos dizem que até hoje a “obra” está lá na geladeira, dando boas-vindas aos brazucas exaltados que semanalmente chegam naquele apartamento, e que nos minutos seguintes têm o prazer de conhecer o vizinho do taco.
No fim, o que vale é a intenção, da arte!
mar 1st
O artista plástico coreano Ji Yong Ho reproduz animais com a borracha de pneus usados de carro e de motocicletas. Segundo o artista, a base do material vem da própria natureza e mostra a transformação e evolução. Impressionante as expressões e musculaturas conseguidas com a flexibilidade e texturas do material. As imagens dizem mais:


Via Toxel.com /dica de @brunnotorquato