Intervenções
Coletivo sobre manifestações artísticas e sociais
Coletivo sobre manifestações artísticas e sociais
fev 8th
O Coletivo Intervenções é uma startup que surgiu de uma ideia incubada na IdeiaLab. Em pouco tempo está se tornando um dos principais coletivos sobre arte na internet (BR). Mas nossos planos para 2010 é sair da esfera digital e ir para as ruas. E para se tornar um projeto verdadeiramente coletivo, abrimos um brainstorm na IdeiaLab para formatar nossa primeira ação de intervenção nas ruas de São Paulo de forma colaborativa. Participe deste brainstorm aberto e faça parte da primeira intervenção urbana do nosso Coletivo!
fev 8th
É comum intervenções urbanas apresentarem sempre grandes dimensões, exatamente para conseguir chamar a atenção das pessoas no ambiente caótico das metrópoles. No entanto, alguém bastante talentoso rompeu com essa tendência, optando pela sutileza. Trata-se do inglês Slinkachu, um artista urbano ao estilo Bansky: nada de fotos nem nome divulgados.

Sua obra é toda fundamentada em personagens medindo no máximo 5 milímetros, que são utilizados conforme a necessidade da instalação. Os pequenos bonecos são deixados discretamente em praças, calçadas, banheiros e outros lugares públicos de Londres, para que possam interagir, criando um universo inusitado onde a arte de Slinkachu se mistura harmoniosamente aos objetos, lixos e insetos desses lugares.
O mais incrível é que após fotografada para o blog do artista, a obra é deixada para trás, sofrendo as consequências do tempo ou de um pedestre desavisado. Mesmo por que, Slinkachu se tornou conhecido e reuniu milhares de fãs pelo mundo justamente por causa do seu blog, que vale muito a pena ser visitado. Já suas instalações não têm a mesma sorte, perdem-se pelo caminho, sendo que na maioria das vezes sequer são notadas.


Ao ir a Londres, cuidado, você pode pisar numa obra de arte.


Àqueles que desejam se aprofundar mais sobre o tema, Slinkachu publicou um livro Little people in the city.



Seria a obra de Slinkachu uma metáfora da nossa própria existência, perdida, descartável, em meio ao imenso caos em que vivemos?
fev 8th
A Galeria Mezanino desocupará os fundos da loja de Alexandre Herchcovitch no bairro dos Jardins, em São Paulo, a partir de hoje (8/2). A informação é do dono do espaço itinerante de arte Renato de Cara (foto).
Em comunicado, o artista plástico contou que o pedido, sem aviso prévio, para a desocupação da galeria veio de Nelson Alvarenga, sócio da Inbrands, empresa que comprou a marca de Herchcovitch em meados de 2008.
A galeria ocupava o espaço nos Jardins desde setembro de 2009 a convite do próprio estilista e, por acordo mútuo, ficaria lá até julho deste ano. “Repudiamos a maneira grosseira e sem noção de empresários truculentos e, principalmente, a falta de respeito para com o trabalho de mais de 50 artistas envolvidos no espaço”, disse ele no comunicado.
A galeria atenderá momentaneamente por email e pelo telefone 11 3436-6306.
Direto de Uol Estilo
fev 5th
A notícia não é nova, mas não é por isso que deixaremos de fora do Intervenções, afinal, ela continua impressionando. Então, vale a pena relembrar a intervenção de Edgar Muller e sua equipe na incrível pintura 3D de aproximadamente 280m² na River Street, Canadá. É fácil perceber que a escolha da rua não foi aleatória.


A obra fazia parte do 2007 Moose Jaw Prarie Arts Festival e o mais impressionante da imagem é que por mais que você lute com seu cérebro para enxergar a rua, não adianta, ele vai forçá-lo a ver a cascata.

Outra pintura não menos fantástica de Edgar Muller.

fev 5th

Polliana Araújo nasceu em 1987 sob o signo de libra e a filosofia do “jogo do contente”. O resultado disso rendeu-lhe um espírito sonhador, amante da beleza e das melhores coisas do mundo. Daí vem a paixão por arte, cinema, música, fotografia e literatura.
Decidiu estudar Jornalismo por acreditar ser o modo mais eficiente de estar em contato com o lado sincero da vida. E também por ter sede de compartilhar e debater. Na verdade, o motivo real era mesmo a vontade de mudar o mundo com palavras.
Está no 6º período do curso na UFRN e atua no meio publicitário como webwriting e gestora de perfis em redes socais. Mas não descansa enquanto não tentar o jornalismo impresso.
Vem para o Intervenções para falar do que o Nordeste brasileiro gosta. Além disso, cuida do blog neoBudega e twitta com um entusiasmo pouco visto para alguém de seu tamanho (1,58m). No mais, tenta dormir nas horas vagas.
Desde sempre acompanhou o Intervenções, e agora, o Coletivo que tem o prazer de acompanhar suas impressões.
fev 4th

A manifestação “Praia na Estação”, foi feita na segunda semana de Janeiro contra o decreto do prefeito Márcio Lacerda que proíbe a realização de eventos de qualquer natureza na Praça da Estação, uma praça pública localizada no centro da cidade de Belo Horizonte e “revitalizada” recentemente justamente para abrigar grandes eventos. O prefeito alega “depredação” e “falta de segurança” causadas pela realização de grandes eventos na praça patrocinados por empresas. Moradores do local reclamam dos altos decibeis desses eventos. O decreto proibiu todos os tipos de eventos e ainda veio de forma unilateral sem qualquer debate público.

Depoimento de Júnia Bessa sobre a manifestação:
“A manifestação foi convocada pela internet e teve um carater espontâneo. Veio gente de sunga, biquiní, canga… Cheguei 10:00, perto do horário combinado pela internet. Estava muito quente. A fonte da praça ligava às 11:00, mas é claro que naquele dia eles desligaram a fonte. Rolou um chapéu para chamar um caminhão pipa, que veio mesmo, mas não esperei até ele chegar… Tiveram alguns refrões de passeata: “Água! Queremos água”, ou então “Ei, polícia, a praia é uma delícia” e ainda “Lacerda (nome do prefeito) liga essa m…” Os policiais acompanharam tudo, todo o tempo. Enquanto isso, a galera foi se banhar na fonte da praça ao lado, mas logo vieram os policiais intimidando, dizendo que era “proibido pisar na grama” e outras coisas que não ouvi direito. Fiquei até 1 da tarde, quando houve um debate sobre o decreto. Algumas pessoas falaram, já houveram outras manifestações (todos de branco na praça à noite) e a proposta do movimento é continuar ocupando o local em outras datas e horários.”
Mais links sobre a manifestação:
Obrigada a Victor da Rosa pela dica e material sobre a manifestação
fev 4th
De vez em quando dou uma olhada em algumas atitudes “sustentáveis” que acontecem por aí. Dessa vez eu me deparei com um artista que não usa especificamente o lixo para produzir suas peças, mas sim os sacos.
Como uma forma de criticar a quantidade de lixo e sacos amontoados pelas ruas, o artista Joshua Allen Harris transformou essa cena em algo muito mais interessante.
Com ajuda dos bueiros da cidade de NY, ele criou esculturas de sacos de lixo que inflam com as correntes de ar produzidas nas galerias de esgoto, dando vida a simples sacos pretos.
fev 4th

O Itaú Cultural apresenta o universo de Francisco de Assis França, o saudoso Chico Science, líder do Nação Zumbi. Os destaques da exposição vão do maracatu ao manguebeat, além de apresentar muitos objetos pessoais do artista. Vale muito a pena conferir.
Itaú Cultural
Av. Paulista, 149, Bela Vista – São Paulo
Tel: 11 2168-1776
Até 4 de abril, das 9h às 20h
Grátis
fev 2nd
O grupo YesYesNo realizou uma intervenção baseada em cores e sombras na fachada do prédio Auckland Ferry (Nova Zelândia). A interação contou com 3 tipos de manifestações: pelo corpo, pela mão e pelos fones, através das ondas sonoras que saem deles. Impressionante!
Via Voxel Show
fev 2nd
O Bloco Acadêmicos do Baixo Augusta irá promover um “pré carvanal” nesse domingo (dia 07/02), começando as 16h em frente ao Sonique. O bloco surge para celebrar a diversidade e a revitalização da região da Augusta: “A idéia dos amigos é instituir o bloco no calendário oficial do carnaval paulistano e agregar para as futuras edições, o maior número de estabelecimentos, parceiros e frequentadores da região”.
O Acadêmicos do Baixo Augusta percorrerá um trajeto de 700m, seguindo o seguinte percurso: saída da frente do bar SONIQUE, descendo pela Rua Bela Cintra, virando à direita na Rua Costa e à esquerda na Rua Augusta, até chegar à frente do Studio SP.
A música do trajeto ficará por conta de uma banda carnavalesca composta de 10 metais e 5 percussões, organizada pela produtora S de Samba, dos músicos Wilson Simoninha, Max de Castro e Jair de Oliveira, que já promovem desde o início de 2009 a festa O Bloco no Studio SP. Eles próprios e outros convidados, serão os puxadores das musicas entoadas pelo Acadêmicos do Baixo Augusta, que vai priorizar as tradicionais marchinhas de carnaval.
Um hino do Acadêmicos do Baixo Augusta foi composto e também será cantado ao longo do trajeto. No dia, a letra será distribuída aos foliões. Além disso, o artista plástico Ze Carratú, criará o estandarte do Bloco, que abrirá o cortejo. Nosso porta estandarte será o escritor Marcelo Rubens Paiva.
Entre os amigos e fundadores do Bloco estão: Ale Youssef, Ale Natacci, Ale Lucas, Ana Salcedo, Beto Lago, Carol Bueno, Frâncio de Holanda, Greg Bousquet, Gui Sibaud, Leo Madeira, Lelê Pereira, Luciano Calçolari, Luciana Bueno, Mara Natacci, Mariana Kraemer, Marina Person, Olivier Rafaelli, Ota Sampaio, Sandra Soares e Verônica Campos.
“Aparora, mas não assusta”
fev 1st
Evento acontece entre 25 e 28 de março,
será o primeiro do tipo no país e terá
grafiteiros internacionais entre os jurados.Se você curte arte de rua, fique ligado! As inscrições para a primeira Batalha Nacional de Graffiti começaram hoje e vão até o dia 10 de fevereiro. Não existe taxa para participar, e a ficha pode ser baixada aqui.
A Batalha, batizada de King of Brasil, acontece nos dias 25 e 28 de março, durante o Urban Fest, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. Podem participar crews (grupos de grafiteiros) brasileiras, ou que possuam no máximo um integrante estrangeiro.
Os organizadores prometem que a competição será um dos maiores eventos sobre grafite já feitos no País, e terá grafiteiros internacionais no corpo de jurados. O Urban Fest também terá workshops, DJs, batalhas de break, futebol freestyle e outras diversões do tipo.
fonte: Pedro Carvalho, iG
@igjovem
fev 1st
A mostra “Rhino Ecko Toy Art” está em cartaz no MuBE (Museu Brasileiro da Escultura) e reúne cerca de 20 curiosas peças de toy art em forma de rinoceronte. A entrada é gratuita.
Criados por artistas plásticos convidados – entre eles Artur Kjá, Luciano Cian e Max Porto, e os grupos Zupi, Colletivo, Animatório, Fuso Coletivo e Base-V -, os “rhinos” são todos feitos de vinil colorido em formatos mirabolantes acompanhados de histórias.
Nelson Sadek, Zero, Ronah, Gordo, Ton Lo Bianco, Marcelo Calazans, Binho, Dea Lelis, Arthur D’araujo, Biaia, Dimas Forchetti, Glauco Diógenes, Bruno Fujii, Priscila Gurski e Marcelo Teixeira também expõem seus animais de brinquedo na mostra. Informações via e no site
fev 1st
Atenção, o Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual, está recebendo até o dia 15 de março inscrições para os concursos de apoio financeiro à produção audiovisual brasileira. Os cinco editais contemplarão:
20 projetos de Curta Metragem de Ficção ou Documentário inéditos, com financiamento de até R$ 80 mil à produção, sendo aceitas técnicas de animação em ambos os gêneros.
7 projetos de Longa Metragem de Ficção de Baixo Orçamento inéditos, com financiamento de R$ 1.2 milhão para cada projeto, com a possibilidade de serem captados mais R$ 300 mil através das leis de incentivo à cultura.
3 projetos de Desenvolvimento de Roteiros de Longa Metragem com Temática Infantil com apoio de R$ 50 mil cada. As obras devem ser dirigidas ao público infantil, com faixa etária entre quatro e doze anos de idade.
12 projetos de Desenvolvimento de Roteiros de Longa Metragem de Ficção, a serem realizados por roteiristas estreantes, o apoio é de R$ 25 mil cada e com realização de seminários e acompanhamento de profissionais do ramo.
7 projetos de Desenvolvimento de Roteiros Cinematográficos de Longa Metragem de Ficção para roteiristas profissionais, serão contemplados sete projetos com o valor de R$ 50 mil cada.
Mais informações, consulte o site do Ministério da Cultura www.cultura.gov.br
Taí, se você é envolvido com cinema, profissional ou estreante, faça valer de verdade o dinheiro que você usa para pagar inúmeros impostos e inscreva seu projeto. Boa sorte!
jan 29th
Bem provável que você conheça o trabalho do fotógrafo novaiorquino Merlin Bronques. O cara talvez tenha a melhor profissão de todas: Viaja pelo mundo, participa de todas as festas mais bacanudas e clica os momentos mais insanos. Pronto, esta é a receita do sucesso do seu site Last Night Party. E Bronques é mais um gringo que pegou gosto pelo Brasil. Além de participar de alguns eventos por aqui e criar uma porção de amigos, hoje as suas fotos feitas em terra tupiniquim já desbancam as famosas de NY na disputada vitrine do site. Veja algumas das fotos brazucas:
Todos os direitos das imagens reservados @2010 lastnigthparty.com
jan 26th
O novo livro de Dan Brown, O Símbolo Perdido, nem bem foi lançado e já está vendendo mais rápido que ingresso de show da Madonna. Entretanto, críticas literárias à parte, há uma passagem do livro que traz ao conhecimento público uma obra muito interessante. Trata-se da enigmática Kryptos, uma escultura realizada por Jim Sanborn, localizada num pátio reservado da CIA (Central Intelligence Agency), que encomendou a obra em 1988.

Sanborn entregou a escultura dois anos depois. Na época, a CIA estava construindo o atual edifício onde a peça está instalada. A proposta era adquirir uma obra de arte que não fosse vista pelo público, mas que entretivesse seus funcionários. Por isso, a escultura é basicamente um pergaminho de bronze com 4 metros de altura, em forma de S, vazado por 865 caracteres que, codificados, revelam mensagens; abordagem totalmente inserida no contexto da agência americana.
Kryptos contém quatro mensagens cifradas, que reunidas revelam o grande segredo da obra. É agora que a história fica interessante. Os criptoanalistas da CIA (profissionais da espionagem mesmo) só descobriram três delas. Portanto, o significado da escultura ainda é um mistério.
Diversas pessoas e organizações, além da CIA, já tentaram resolver o enigma, mas sem sucesso algum. Curiosamente, as mensagens são em inglês e contém erros gramaticais intencionais. Outra constatação intrigante é a existência de fragmentos de pedra parcialmente enterrados nas proximidades da instalação, que apresentam símbolos de código Morse (?). Agora ficou fácil, hein?

O artista também é um estudioso de arqueologia e afirma ficar maravilhado quando descobre algo relevante sob a terra. Taí uma dica a se considerar, porém, especialistas da CIA já vasculharam a área com elaborados equipamentos e nada foi encontrado.
O mais engraçado é que Sanborn acreditava que as primeiras mensagens fossem decifradas em dias, no máximo semanas, porém, para sua surpresa, levou nove anos. Ele já declarou que jamais revelará a solução completa, e deixará o segredo para alguém, caso morra antes que a obra seja decifrada. Inclusive, pessoas próximas comentam que ele quer mesmo é passar sua vida inteira sem que seu mistério seja descoberto.
Os primeiros a decifrarem as mensagens foram David Stein, um analista da CIA e Jim Gillogly um programador californiano. Se você quiser ser o próximo, aí estão os textos da escultura de Jim Sanborn:
EMUFPHZLRFAXYUSDJKZLDKRNSHGNFIVJ
YQTQUXQBQVYUVLLTREVJYQTMKYRDMFD
VFPJUDEEHZWETZYVGWHKKQETGFQJNCE
GGWHKK?DQMCPFQZDQMMIAGPFXHQRLG
TIMVMZJANQLVKQEDAGDVFRPJUNGEUNA
QZGZLECGYUXUEENJTBJLBQCRTBJDFHRR
YIZETKZEMVDUFKSJHKFWHKUWQLSZFTI
HHDDDUVH?DWKBFUFPWNTDFIYCUQZERE
EVLDKFEZMOQQJLTTUGSYQPFEUNLAVIDX
FLGGTEZ?FKZBSFDQVGOGIPUFXHHDRKF
FHQNTGPUAECNUVPDJMQCLQUMUNEDFQ
ELZZVRRGKFFVOEEXBDMVPNFQXEZLGRE
DNQFMPNZGLFLPMRJQYALMGNUVPDXVKP
DQUMEBEDMHDAFMJGZNUPLGEWJLLAETG
——————————————————–
ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZABCD
AKRYPTOSABCDEFGHIJLMNQUVWXZKRYP
BRYPTOSABCDEFGHIJLMNQUVWXZKRYPT
CYPTOSABCDEFGHIJLMNQUVWXZKRYPTO
DPTOSABCDEFGHIJLMNQUVWXZKRYPTOS
ETOSABCDEFGHIJLMNQUVWXZKRYPTOSA
FOSABCDEFGHIJLMNQUVWXZKRYPTOSAB
GSABCDEFGHIJLMNQUVWXZKRYPTOSABC
HABCDEFGHIJLMNQUVWXZKRYPTOSABCD
IBCDEFGHIJLMNQUVWXZKRYPTOSABCDE
JCDEFGHIJLMNQUVWXZKRYPTOSABCDEF
KDEFGHIJLMNQUVWXZKRYPTOSABCDEFG
LEFGHIJLMNQUVWXZKRYPTOSABCDEFGH
MFGHIJLMNQUVWXZKRYPTOSABCDEFGHI
——————————————————-
ENDYAHROHNLSRHEOCPTEOIBIDYSHNAIA
CHTNREYULDSLLSLLNOHSNOSMRWXMNE
TPRNGATIHNRARPESLNNELEBLPIIACAE
WMTWNDITEENRAHCTENEUDRETNHAEOE
TFOLSEDTIWENHAEIOYTEYQHEENCTAYCR
EIFTBRSPAMHHEWENATAMATEGYEERLB
TEEFOASFIOTUETUAEOTOARMAEERTNRTI
BSEDDNIAAHTTMSTEWPIEROAGRIEWFEB
AECTDDHILCEIHSITEGOEAOSDDRYDLORIT
RKLMLEHAGTDHARDPNEOHMGFMFEUHE
ECDMRIPFEIMEHNLSSTTRTVDOHW?OBKR
UOXOGHULBSOLIFBBWFLRVQQPRNGKSSO
TWTQSJQSSEKZZWATJKLUDIAWINFBNYP
VTTMZFPKWGDKZXTJCDIGKUHUAUEKCAR
——————————————————–
NGHIJLMNQUVWXZKRYPTOSABCDEFGHIJL
OHIJLMNQUVWXZKRYPTOSABCDEFGHIJL
PIJLMNQUVWXZKRYPTOSABCDEFGHIJLM
QJLMNQUVWXZKRYPTOSABCDEFGHIJLMN
RLMNQUVWXZKRYPTOSABCDEFGHIJLMNQ
SMNQUVWXZKRYPTOSABCDEFGHIJLMNQU
TNQUVWXZKRYPTOSABCDEFGHIJLMNQUV
UQUVWXZKRYPTOSABCDEFGHIJLMNQUVW
VUVWXZKRYPTOSABCDEFGHIJLMNQUVWX
WVWXZKRYPTOSABCDEFGHIJLMNQUVWXZ
XWXZKRYPTOSABCDEFGHIJLMNQUVWXZK
YXZKRYPTOSABCDEFGHIJLMNQUVWXZKR
ZZKRYPTOSABCDEFGHIJLMNQUVWXZKRY
ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZABCD
Descobriu?
jan 26th

O debate “A Cultura salva São Paulo” que aconteceu no dia 21/01/2010, reuniu nomes importantes como Marcelo Tas, o urbanista Jorge Wilheim, o produtor cultural Alexandre Youssef (Studio SP), Baixo Ribeiro, criador da galeria Choque Cultural, Carlos Augusto Calil, Secretário Municipal de Cultura de São Paulo e o dramaturgo Ivam Cabral e Gilberto Dimenstein.
O evento está relacionado a exposição “De fora para dentro, de dentro para fora”, de curadoria de Baixo Ribeiro. O debate não foi só interessante pelos convidados, mas também pelo aproveitamento dos espaços que o MASP oferece para esse tipo de conversa e que são tão pouco explorados.
No debate tivemos comparações dos movimentos culturais que são feitos aqui em São Paulo com os que são feitos pela Europa, como a Virada Cultural que foi inspirada em um movimento parecido da França. A mesma comparação foi levantada por causa da Arte Urbana, tão valorizada em Londres e tão vandalizada em São Paulo (lembraram no mural da 23 de Maio, de autoria dos Gemeos que foi apagado pela prefeitura de um dia para o outro).
Outro ponto levantado por Ale Youssef e Marcelo Tas foi a transição dos “centros de São Paulo” a favor das grandes industrias imobiliarias: a Paulista virou o centro de São Paulo pelas construções e alta valorização dos imoveis, enquanto nos centros temos áreas esquecidas porque não são interessantes para os empresários. A solução para isso? Incentivar a cultura em pontos da cidade que são esquecidos, fazendo a revitalização vir dos próprios moradores e frequentadores, como aconteceu com a Augusta e hoje acontece com a Praça Roosevelt.
Ao final do debate, Ivam Cabral convidou a todos para um passeio no centro, mesmo a noite, dizendo que o triste assalto seguido de tentativa de morte sofrido por Bortolotto no ínicio de Dezembro de 2009, é um fato que poderia ter acontecido em qualquer lugar de São Paulo e não só na praça Roosevelt.
Não é de hoje que sabemos que a prefeitura precisa criar mais espaços públicos para manifestações artisticas, além de investir em transporte e segurança em áreas que sofreram uma revitalização recentemente e que são bem frequentadas pelos paulistanos, e essa foi a “conclusão” do debate. E ai, o que você acha? A cultura pode salvar São Paulo?




jan 26th
jan 26th
Um dos precursores da videoarte mundial, Gary Hill apresenta uma mostra impactante, em que palavra e imagem se combinam e se confrontam. A exposição Circumstances/Circunstâncias é composta por cinco videoinstalações sendo Unconditional Surrender um site specific especialmente criado para o MIS. A obra é o primeiro trabalho do artista realizado totalmente com técnicas de computação digital.
Gary Hill (Califórnia, 1951) é um dos artistas que melhor compreendeu e mais habilmente soube promover a integração entre a arte e as novas tecnologias. Começou sua carreira como escultor para, nos anos 70, explorar as possibilidades do vídeo em Woodstock – numa época em que se discutia a descentralização da produção e a possibilidade da criação independente em comunidades alternativas -–, ele vem desenvolvendo uma constante e impactante obra. Também promove uma estimulante combinação de meios, na qual a comunicação com o espectador/participante é imediata.
Entrevistado pela Revista Trip, Gary responde:
Você acha que a internet tornou os artistas mais visíveis ou banalizou a ideia do que é arte?
Provavelmente as duas coisas. Eu vi algumas das minhas obras no Youtube. É interessante 100, 200 mil pessoas vendo seu trabalho, fora de contexto, sem necessariamente saber de onde vêm, as intenções; elas fazem comentários, assistem. Por outro lado, elas [as obras] podem estar ao lado de virtualmente qualquer coisa, alguém cozinhando ou algo do tipo, então o contexto é um pouco distorcido dependendo de como alguém chega ali [na obra]. Não é como ir ao museu ou outro espaço onde sua intenção é olhar para algo, você se prepara sua mente para aquilo. Não é a mesma experiência.
De 19 de janeiro a 12 de março, no Museu da Imagem e do Som. R$ 4 reais de entrada, grátis aos domingos.
Por MIS